sábado, 2 de setembro de 2017

Wishlist Setembro 2017

1. A Escolha

de Kiera Cass



Sinopse: Chegou a altura de coroar a vencedora. Quando foi escolhida para competir na Seleção, America nunca imaginou chegar perto da coroa - ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que o fim da competição se aproxima e as ameaças fora dos muros do palácio se tornam mais cruéis, America descobre o quanto tem a perder - e o quanto terá de lutar pelo futuro que deseja.


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Este livro é daqueles que tenho mesmo de adquirir. Li recentemente os dois primeiros, cujas resenhas irão sair em breve, e apesar de saber que a America será a escolhida (é óbvio, né gente?) quero saber que peripécias irão ocorrer pelo meio. Sem dúvida é um livro de leitura obrigatória até ao final do ano.

2. Leite e Mel

de Rupi Kaur




Sinopse: Leite e Mel é um conjunto de poesias sobre o amor, a perda, o abuso infantil e, finalmente, a cura. Transporta os leitores para momentos difíceis da vida, mas leva-os a descobrir neles a doçura e a fragilidade da vida, porque a doçura está em todo o lado, se estivermos abertos a recebê-la. 

Leite e Mel é uma história de sobrevivência através da poesia. Para a autora, é o sangue, suor e lágrimas dos seus vinte e um anos.


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Ouço falar imenso neste livro e, por alguma razão, penso que será daqueles amores de mesa de cabeceira, para ler todos os dias um pouco antes de dormir.

3. Este livro ama-te

de Pewdiepie





Sinopse: Este Livro Ama-te é uma compilação de frases inspiradoras fabulosamente ilustradas pela qual deves reger a tua vida. Se as seguires todas, a tua vida irá tornar-se mais fácil, mais fabulosa, mais gratificante.

Imagina que ser humano calmo e maravilhoso as pessoas pensariam que eras se te regesses pelo simples princípio: «Nunca podes falhar se nunca tentares.» A tua vida desperdiçada seria uma inspiração para os outros. Pensa em todos os esforços sem sentido que poderias simplesmente abandonar. Deita fora essa guitarra! Desiste dos sonhos! Abraça a tua surpreendente mediocridade.

Este Livro Ama-te tem algo para todos - ou, pelo menos, para todos dispostos a desistir e a deixarem de se importar. Se tudo isso falhar, lembra-te: «Não sejas tu próprio. Sê uma piza. Toda a gente adora piza.»


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Não me lembro como conheci este livro, no entanto quando li a sinopse achei hilariante. E visto que ando a ler "O Segredo" acho que seria interessante ler um livro de certa forma semelhante, mas que aborda as coisas de uma perspetiva mais cómica.

4. A amiga

de Dorothy Koomson




Sinopse: Quando o marido é promovido, Cece Solarin muda-se para Brighton com os três filhos, animada com a possibilidade de um recomeço. No entanto, o ambiente do bairro que a acolhe parece-lhe ansioso e os vizinhos sobressaltados. 

Cece descobre que, três semanas antes, Yvonne, uma das mães mais populares da zona, foi deixada às portas da morte, no pátio da escola dos filhos - a mesma onde se vê obrigada a inscrever os seus. 

No primeiro dia de aulas, Cece conhece três mães muito diferentes que parecem querer ajudá-la neste novo começo. Mas Maxie, Anaya e Hazel são também amigas de Yvonne, e a polícia desconfia que uma delas poderá estar envolvida no crime. 

Preocupada com a segurança dos filhos, Cece está decidida a descobrir a verdade…


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Não é segredo para ninguém que adoro os livros da Dorothy e este não é excepção. Por isso é um must have a adicionar na minha estante!

5. A Todos os rapazes que amei

de Jenny Han




Sinopse: «Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.


Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»


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Quem não queria as histórias do passado completamente resolvidas? Com tudo dito exatamente como pensado e sentido, isto é, sem qualquer filtro? É isto que penso que este livro faz!

6. Índice Médio de Felicidade

de David Machado





Sinopse: Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do futuro, escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas coisas, mas, ainda assim, a vida parecia fácil - e a felicidade também. De repente, porém, tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o emprego, deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também desempregada, foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades; os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado em casa há doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido com o facto de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter revelado um completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa desesperada de remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de Almodôvar, Daniel procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que se lhe seguem. E não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou a sua vida, a sua vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não faz sentido.Índice Médio de Felicidade é um romance admirável e extremamente actual sobre um optimista que luta até ao fim pela sua vida e pela felicidade daqueles que ama. Dramático e realista, mas com momentos hilariantes, confirma o talento de David Machado como um dos melhores ficcionistas da sua geração.


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Sinceramente só sabia que este livro existia quando vi que ia sair um filme baseado no mesmo. Por esse motivo, fui então pesquisar e posso dizer que este é o livro desta lista que mais me deixa curiosa! Nada melhor do que um livro nacional com um tema diferente do habitual certo? Mal posso esperar por o ter nas mãos! :)

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

FILME | Mulher-Maravilha / Wonder Woman (2017)



Já aguardava ansiosamente a estreia deste filme desde o início do ano e garanto-vos que a demora valeu a pena.

Por onde começo? O filme tem cenas de luta incríveis, efeitos muito bem feitos e as mulheres são de uma beleza incrível!

Engana-se quem acha que este é mais um simples filme de super-heróis. Este é o filme sobre a mulher maravilha que existe em cada um de nós. Representa o desejo de salvarmos o mundo, de querermos paz.

Mas será que essa paz é possível se só uma pessoa lutar por isso? Ou temos todos que ser Amazonas e lutar por valores e pessoas que não conseguem defender-se?

Achei a história muito bem conseguida. Deixa-nos agarrados ao ecrã e, pessoalmente, deixou-me bastante curiosa para ler as BDs que falam nesta incrível mulher. 

Por isso, em breve irei trazer-vos uma resenha um pouco diferente! Aguardem ;)

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Para os futuros universitários



Estamos na altura em as decisões começam a ser definitivamente tomadas e as portas para o futuro que sonhamos estão abertas.

Se por um lado há os que acreditam que vão entrar na primeira opção, por outro há aqueles que apenas esperam entrar num dos cursos a que se candidataram para poderem prosseguir os seus estudos, ou simplesmente para pedir transferência para aquele curso que realmente querem.

Sei que por esta altura os nervos de uma nova etapa aumentam e, como universitária, já licenciada, e atualmente mestranda, sei que existem muitas dúvidas (ou melhor, questões existenciais) nesta fase e porque não esclarecer-vos pela perspetiva de quem já passou por isso? Vamos lá então:

"Escolhi este curso porque era o que os meus pais queriam."

O que não falta no ensino superior (e em outros locais, claro) são pessoas que seguem determinadas opções de carreira por influência dos pais.

Acho que não valia a pena dizer mas aqui vai: Não escolham determinado curso só porque é o que os vossos pais querem! Por muitos motivos isso vai dar errado. Conheço pessoas que foram obrigadas a ingressar num curso dito "com mais saída" ou simplesmente porque fica bem ser um(a) Senhor(a) Doutor(a) ou um(a) Senhor(a) Engenheiro(a) e só estão a queimar tempo da sua vida a estudar (ou não) algo que não gostam.

"Quem corre por gosto não cansa", mas acreditem que se já custa para quem gosta, imaginem para quem corre sem gostar...! Ou tem uma grande força de vontade para correr ou fica pelo caminho.

"Ah não fui para o curso que gostava porque não tem saída."

E qual é o curso que tem saída hoje em dia? Digam qual o curso que tem entrada direta para o mercado de trabalho que já quero ir fazer! Hoje em dia nada tem emprego garantido, é uma questão de sorte.

"E se afinal não gostar do curso que escolhi?"

Ao te candidatares a um curso a primeira coisa que deves fazer é ver o plano de estudos. Geralmente estes estão disponíveis nos portais online das universidades e a sua consulta é essencial.

Porquê? Por vezes os cursos têm um nome muito ambíguo e, como tal, só acedendo ao plano de estudos é que se consegue perceber que unidades curriculares vão ser leccionadas e se estão de acordo com as expectativas.

A probabilidade de gostares de tudo o que vai ser leccionado é quase nula, vais sempre desgostar de alguma coisa, porém desde que a maioria seja do teu agrado e sintas que aquela é a tua vocação é o que interessa.

De resto é ires vendo e adaptando-te. Honestamente, o primeiro semestre é sempre visto como um "bicho papão" mas depois de entrares no ritmo as coisas tornam-se menos assustadoras e com isso aquela primeira dúvida vai-se dissipando.

"Não sei bem se é isto que quero para a minha vida."

Isto serve tanto para o ensino universitário como para qualquer outra coisa na tua vida. E vou-te contar um segredo: ninguém sabe! A sério, eu que acabei um curso que adorei não sei se foi a melhor escolha e se vou ter algum futuro na área. Nunca saberemos, por isso temos que nos esforçar ao máximo e esperar que tudo corra pelo melhor!

"Vale a pena fazer mestrado a seguir?"

Esta aqui já é para quem já pensava muito à frentex como eu. E a resposta é: depende. Depende das tuas possibilidades, da área que queres prosseguir, se te queres especializar ou não, etc. E depende acima de tudo da tua vontade para aprender mais, e nesse sentido não é apenas o mestrado que te dará mais conhecimentos, formações e workshops também te podem ensinar muito. Tudo depende das tuas perspetivas e objetivos de carreira.

E isso só saberás quando acabares porque muitos dos teus objetivos iniciais podem mudar durante o teu percurso. 

E por fim: Escolham algo que vos apaixona e trabalhem por isso!

E isso vale para todas as áreas da vida. De que vale estar 3 ou mais anos da nossa vida a estudar algo que na realidade nem gostamos assim muito? Só porque tem "mais emprego"? Estamos em Portugal, digam-me em que área é que há trabalho garantido para o resto da vida. 

Lembrem-se que escolher mal pode acontecer, mas não deve ser uma constante. Apesar de tudo, é preciso tentar sempre o nosso melhor e esforçarmos-nos para que os nossos objetivos sejam alcançados.


Espero que tenham gostado do post e que, acima de tudo, tenha-vos sido minimamente útil. Caso tenham algo a acrescentar digam-me nos comentários ;)

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Resenha | A Seleção


Sinopse: Para trinta e cinco raparigas, A Seleção é a oportunidade de uma vida. É a possibilidade de escaparem de um destino que lhes está traçado desde o nascimento, de se perderem num mundo de vestidos cintilantes e joias de valor inestimável e de viverem num palácio e competirem pelo coração do belo Príncipe Maxon. No entanto, para America Singer, ser selecionada é um pesadelo. Terá de virar as costas ao seu amor secreto por Aspen, que pertence a uma casta abaixo da sua, deixar a sua família para entrar numa competição feroz por uma coroa que não deseja, e viver num palácio constantemente ameaçado pelos ataques violentos dos rebeldes. Mas é então que America conhece o Príncipe Maxon. Pouco a pouco, começa a questionar todos os planos que definiu para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação com o futuro que nunca imaginou. 35 candidatas. Apenas uma coroa.


É um livro que está nas "bocas do mundo" já há algum tempo e admito que evitei ler porque pela sinopse parecia um livro que li há uns anos denominado "Academia de Princesas". Esse livro que li era, tal como A Seleção, a escolha de uma princesa através de várias provas de conhecimentos e, claro, aprovação do príncipe.

E realmente, no início deste livro as histórias eram muito semelhantes! A seleção, o triângulo amoroso e até a adaptação à nova vida.

Depois dos primeiros capítulos a história ficou completamente diferente, o que me agradou muito! Adorei o livro!

Claro que quem já leu ou até mesmo só leu a sinopse consegue perceber que se trata de uma história cliché, mas que amor épico não o é? Lá por sabermos logo à partida que é a America "a escolhida" não é por isso que a história deixa de nos encantar.

E este é um ponto que acho muito interessante: o tipo de enredo está mais do que visto, porém dentro dele existem acontecimentos super diferentes o que reforça a ideia de que um escritor não tem que se preocupar com o facto de já se ter contado muitas histórias deste tipo e sim com o facto de inovar dentro do padrão "cliché".

É isso que esta autora faz: torna momentos banais em momentos extraordinários, dando-lhes um toque de conto de fadas e fazendo-nos apaixonar por cada uma das personagens (menos a Celeste, porque ninguém gosta da Celeste... - já me disseram que vou gostar dela mas por agora ainda a odeio).

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A Seleção foi um livro que me agarrou, não só pela sua fascinante protagonista, com a qual me identifico muito, devido à sua atitude durante a sua estadia, adaptando-se às circunstâncias sem deixar de ser ela própria, como também por todo o ambiente de conto de fadas que me fascina desde miúda.

Foi um dos livros que mal terminei já queria a continuação. E se querem que vos diga: foi um dos melhores que li ultimamente.

Desafio da Sonhos: Apresentação da iniciativa

Bem pessoa, já vamos em Agosto e desde o início do ano que queria iniciar a minha participação no desafio literário proposto pela autora do blog Sonhos de Algodão com o nome "2017 com 17 temas". Os temas de cada post estão nesta imagem:


Sendo assim, e dado que uma das minhas metas para este ano é ler mais, e como finalmente estou a conseguir ter tempo para me dedicar mais às leituras, em breve irei começar a publicar resenhas com os temas. Fiquem atentos ;)

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Somos flores


Gosto de flores, gosto das cores. Das delicadas pétalas aos cruéis espinhos.

Gosto das brancas, vermelhas, rosas e amarelas. Gosto das folhas que as compõem e das raízes que as mantêm assentes na terra.

Gosto que cresçam sem pensar nas adversidades porque apesar de tudo, apesar de quantas ervas daninhas e pedras as rodeiam, quando for o momento vão florir, mostrando o ser completo que são. Ainda que possam possuir espinhos ou pétalas menos perfeitas aquela flor a brotar é linda assim do seu jeito.

Somos todos flores.

Depois iremos evoluir consoante as estações, mas sem esquecer que na Primavera seguinte estamos de regresso: lindos rebentos, prontos para encantar com a nossa perseverança.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

PLAN WITH ME: Bullet Journal - Agosto 2017

Chegados ao mês de Agosto é tempo de iniciar um novo capítulo no Bullet Journal.



Como tal comecei pela escolha do tema, que sinceramente este mês não foi nada fácil. Optei então por "Vasos", ainda que não fosse adequado ao mês propriamente dito (por ser um mês de verão). Porém, queria algo diferente e quando comecei a capa não tinha inspirações e decidi que do meu vaso iam nascer atividades que pretendo fazer neste mês.

Para além disso tinha que desenhar obrigatoriamente uma coisa adequada ao mês:
a minha melhor amiga, a Ventoinha! 

Depois elaborei um pouco a ideia e enumerei os dias do mês, distribuindo-os uniformemente por página.

Este mês, decidi colocar uma pequena secção para escrever sobre metas que pretendo atingir nos próximos 31 dias, como ler, pelo menos, 3 livros e acordar cedo, pelo menos, 20 dias, bem como uma lista de dicas para estimular a criatividade (que é sempre bem vinda).

Como sempre, há um espaço para a gratidão e para colocar os livros/séries/filmes que assisti ao longo do mês.

Admito que este mês senti-me bastante desinspirada, mas acabei por fazer algo que me agrada (não te todo, mas agrada). Para o mês de Setembro vou tentar trazer-vos algo mais elaborado e minimalista.

No mês passado aventurei-me a fazer um vídeo com as fotos do bullet, este mês fui mais corajosa e fiz um timelapse enquanto preparava o meu BuJo. Espero que gostem e, por favor, tenham em consideração que não sou pro a editar vídeos, nem propriamente a fazê-los (sim, o nervosismo quando apertava o play era imenso! ahahah)


sábado, 22 de julho de 2017

6 motivos para veres Orphan Black

1- Agarra desde o primeiro episódio

Quem não iria ficar curioso descobrindo que tem uma sósia? E 2 sósias? E 3, 4, 5...? E quando descobres que não são sósias, não são irmãs gémeas, mas sim CLONES! Claro que vais querer saber o motivo, certo?

Deixo-vos a primeira cena para apimentar a vossa curiosidade:


Um vídeo, que contém alguns spoilers, mas que mostra algumas das clones.




2- Empoderamento Feminino

São clones mas ainda assim são todas diferentes umas das outras o que as torna completamente especiais. Uma polícia, uma cientista, uma dona de casa, uma esteticista, uma rebelde, etc etc. Todas elas, apesar de terem o mesmo material genético, são diferentes em termos de personalidade, intelectualidade e mesmo em questões de humanidade.

Para além disso mostram-nos que ainda que diferentes são como uma irmandade que luta pelos meus direitos e nunca desistem dos seus objetivos como pessoas individuais.


3- Se amas ciência, esta série é para ti!

Pode até ter coisas muito ficcionais como clonagem, experiência malucas e até receita da imortalidade, porém aborda questões bastante pertinentes, como a ética por trás da ciência da clonagem, por exemplo, que eu, ainda que seja leiga na área da Biologia, acredito que vá ser uma realidade no futuro.


4- A história é coerente

O que mais falta por aí são séries "para encher chouriços", a realidade é essa.

Com esta série sentes que tudo o que ali dizem é verdadeiro, começas mesmo a entrar nesse mundo dos clones e do "e se conseguirem mesmo fazer clones?" ou "e se conseguirem sintetizar os genes para a saúde ideal"? Nunca se sabe se isso não será uma realidade do futuro... (acredito eu!)

E é isso que torna a série extremamente interessante!


5- A Tatiana Maslany é SIM-PLES-MEN-TE a atriz mais talentosa de sempre!

Com o ritmo dos episódios nem te apercebes que é a mesma atriz a fazer quase todas as personagens.

Como diz a Jout Jout, há duas formas de ver esta série: ou te abstrais de que todas as clones são, na verdade, a mesma atriz ou passas a série à procura de erros na gravação das cenas...

Admito que no início eu optei pela segunda forma, porém é impossível não se começar a achar que são todas diferentes.

O vídeo da Jout Jout a que me refiro, e que me inspirou a ver esta série, é:


A atriz é fantástica, as cenas estão muito bem conseguidas e é incrível como a mesma atriz consegue interpretar personagens tão distintas. Fico mesmo boquiaberta!



Vídeo da Comic Con onde podem ver a Tatiana a improvisar

6- 5 temporadas com 10 episódios cada

Para mim saber que uma série tem poucos episódios e ainda assim captar a minha atenção, da forma como esta série o faz, é um grande motivo para assistir, simplesmente porque conseguem condensar uma grande história em tão poucos episódios e continuar a agarrar-nos ao ecrã, ansiosos pelo próximo episódio.


Extra: Qual a melhor clone e porquê a Krystal?

Simples, divertida e completamente alheia à confusão das clones. Dá um ar descontraído à série, pois no meio do enredo ela é a única que se mantém distanciada do Clone Club, não por não saber a verdade, mas simplesmente por se recusar a acreditar.



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Poeira no coração



Sim, poeira no coração. Hoje em dia a poeira não cega os olhos e sim o coração.

Vemos o mal do mundo, vemos as alterações climáticas devorarem o planeta como o conhecemos. Vemos os poderosos tomarem decisões insensatas e sem sabedoria e fazemos o quê? Continuamos nas nossas vidas, sem agir!

"I could tell you I was ageless"

A Terra cada vez mais demonstra sinais de severa exploração e nós continuamos a esgotar os seus recursos de forma descontrolada e sem arrependimentos. Porquê? Porque é melhor fechar os olhos do que tomar atitudes.

Alguns defendem que a solução passa por fazer a verdade chegar ao poder, mas o poder não seremos todos nós?

Mais do que fazer a verdade chegar aos poderosos é preciso fazer com que a verdade seja o poder.

Temos todos a capacidade de transformar o mundo num sítio melhor e mais bem cuidado todos os dias, para isso só temos que aceitar a verdade: o mundo não é infinito e precisa de cuidados para permanecer habitável.

Por isso, sacode a poeira do coração e sente o mundo, podes fazer mais por ele do que podes imaginar.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Bullet Journal: Experiência e dicas para iniciantes

Com Julho a chegar, comecei a preparar o meu Bullet Journal para o mês. Lembrei-me então que, tal como eu, pode haver alguém que não tem lá muito jeito para as artes, mas que quer manter um. 

Mas então afinal o que é isso (perguntam alguns de vocês, não é?).

O Bullet Journal foi criado por Ryder Carroll, um designer. Dada a grande diversidade de locais onde podemos anotar as nossas ideias e visto que um esquema não serve para toda a gente, foi então criado o BuJo (como também é denominado), um caderno onde podes fazer listas, ser criativo e produtivo da forma que melhor te servir.

Por estar insatisfeita com as agendas que ou tem pouco ou demasiado espaço para escrever, decidi em Março (2017) criar um Bullet. E tenho-vos a dizer: foi das melhores coisas que já fiz.

Organizar-me e criar desenhos pelas páginas deste caderno relaxam horrores!


Algumas dicas para curiosos ou iniciantes:

1- Mantém simples!

Isto vale para tudo: organização, desenhos, etc. Se ainda não te sentes confiante em elaborar muito, não faz mal. Faz aquilo que achas melhor e que espelha a tua personalidade.

2- Inspira-te!

Para alguns pode ser o Instagram, Tumblr, Pinterest, Weheartit ou até mesmo o Facebook, para outros a pura natureza é o suficiente.

O local em que buscas por ideias não importa, a inspiração é que é importante!

3- Não te preocupes se não sai bem logo no primeiro mês.

Tens 12 meses no ano para recomeçar com ideias e designs novos. Não tens que acertar logo no primeiro mês.

Eu, por exemplo, comecei em Março e, desde aí, todos os meses mudo completamente as minhas listas e layouts.

4- Não há manual de instruções.

Por isso podes fazer as listas que te apetecer, com os temas que quiseres, etc. Tudo depende de ti.

No Pinterest, o meu local de inspiração favorito, podes encontrar inúmeras listas que podes fazer no teu bullet e ainda inspirar-te para fazeres as tuas próprias.

É tudo uma questão de ires adaptando e criando segundo as tuas necessidades.

5- Não precisas de material topo de gama.

Para quem vai pesquisar sobre este tema em qualquer rede social encontra mil e uma fotos com imensos materiais de papelaria e com as mais variadíssimas canetas de inúmeras cores e marcas, etc etc. Mas o que vos digo é que, se tiverem muita criatividade, só com uma caneta preta conseguem fazer verdadeiras obras de arte.

No meu caso, eu já comecei triste porque não encontrei um caderno sem linhas. Só por isso estava desanimada, pois todos os que via online eram lisos ou com pontinhos de referência. Porém, na zona onde vivo só tinha encontrado com linhas ou quadriculado. Depois só tinha canetas para escrita simples, pontas de feltro e marcadores de sublinhar. E ainda assim, decidi aplicar o que tinha para criar o meu bullet.

Usem a vossa imaginação! Por vezes temos em casa materiais que podem ser reutilizados.

Eu uso canetas pigmentadas, marcadores, pontas de feltro, um conjunto de fita-cola com padrão e, mais recentemente, adquiri um conjunto de canetas stabilo. Para além disso costumo usar post-its e recortes de revistas e jornais para decorar.

6 - A caligrafia melhora ao longo do tempo.

É das coisas mais difíceis de acreditar, mas é verdade. Desde que comecei a minha caligrafia mudou imenso. Já sou capaz de variar um pouco nas fontes (ligeiramente, mas sou) e até a minha letra "do dia a dia" está mais bonita.

De início é extremamente difícil reproduzir os tipos de letras que vemos em vídeos do youtube ou no pinterest, mas é uma questão de praticar ou colocarmos a nossa personalidade e criarmos as nossas próprias fontes.

7 - Errei, e agora?

Vamos sempre errar e isso só dá mais personalidade ao nosso caderno. Porém existem muitas formas de remediar o erro, como desenhar ou colar algo por cima. As possibilidades são infinitas, é só improvisar.

8- Exige tempo e paciência.

Não vou mentir, demoro muito tempo a fazer o plano para cada mês. O tema nem é muito difícil de decidir, mas levo muito tempo a procurar inspirações no pinterest de como desenhar o que quero. O pior mesmo é colocar em prática e, por isso, exige paciência, pois nem sempre consigo que fique tudo como idealizei.


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Em relação ao meu bullet, o objetivo era inspirar-me a escrever e a desenhar, nem que fossem rabiscos. Também queria que fosse um espaço em que conseguisse organizar-me e relaxar, visto que anotaria ali todas as tarefas, poupando a minha mente de ter que se lembrar de determinadas coisas.

Este mês optei por um layout bem simples. Escolhi a cor e o que queria colocar na capa, sendo que decidi fazer triângulos, em que um ilustra o meu aniversário e outro o verão. Há pessoas que mantém um índice de cores ou símbolos para assinalar os diferentes temas e tarefas, mas eu não, principalmente pelo facto de ter um bullet um pouco desorganizado em termos de secções.

O meu, basicamente, é composto pela capa do mês, que ocupa sempre uma página, de seguida tem um calendário, sendo que neste existem algumas variações. Inicialmente tentei fazer como vi algumas youtubers fazerem, isto é, colocarem os dias verticalmente e organizar em duas colunas, uma para a secção pessoal e outra para o blog/youtube. Não resultou! Quase que não anotei nada porque a minha letra mal cabia no espaço que tinha e a parte do blog era completamente desnecessária, pois não tinha tempo para atualizar o blog.

Depois passei a ter 4 dias por página, também não resultou, pois há meses em que não preciso de tanto espaço. 

Optei então por ir ajustando mês a mês consoante uma previsão das tarefas que tinha para determinado mês.

Depois tenho um espaço dedicado à gratidão, um habit tracker, onde me mantenho a par de hábitos que quero melhorar ou reduzir, e um espaço para enumerar os livros, séries e filmes que li/vi durante o mês.

No final de cada mês adiciono uma secção com fotos e pequenas frases que resumam o meu mês.

Deixo-vos um vídeo que fiz com fotos do meu bullet journal. Perdoem-me se está muito básico, mas é o primeiro... Se gostarem no próximo mês faço uma demonstração em vídeo.





Inspirações: AmandaRachLee ; teaandtwigs ; Jenny Journals ; Caitlin's Corner e Anita Checcacci .

Um ótimo site que me enviaram à uns dias e que dá ótimas dicas (em inglês): Bullet Journalling
 Caitlin's Corner