quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

É dia de Natal...

É dia de Natal... Acordei consciente de que nada voltará a ser o mesmo. Abri os olhos e levantei-me.

Está na hora de começar "um novo dia". :)

Feliz Natal
Brenda C.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

É véspera de Natal...

É véspera de Natal. Acordo com uma paz incrível no coração, no corpo. 

Abro os olhos e sou atingida pelo mundo. Ah! Tantas memórias, tantas emoções, tantas saudades, mas acabou....

Era suposto sentir-me vazia? Sem nada? Mas não me sinto assim. Sinto-me cheia de amor, de tristeza, de solidão. Era suposto ter resultado desta vez...

É Natal lá fora, mas dentro de mim há uma grande tempestade que me magoa a cada respiração. Aconchego ainda mais os cobertores, talvez o calor deles me lembre de como era ser criança, mas não. Dentro de mim não é Natal e não sei se alguma vez o voltará a ser.

Brenda C.
24-12-2013

domingo, 8 de dezembro de 2013

Qualquer dia tudo o que sonhaste vai concretizar-se.

Vais ter aquele descapotável que tanto admiras, uma carreira de sonho, vais conhecer todos os lugares do mundo que sempre quiseste visitar. Vais viver naquela casa com lareira, naquele lugar acolhedor. 

Vais ter um casamento feliz e até, talvez, um casal de filhos a correr pela tua casa. Vais ter aquele amor épico e uma família unida. Depois vais começar a envelhecer junto "dele", o vosso amor nunca vai arrefecer. Os vossos filhos vão crescer, o rapaz, o mais velho, vai sempre proteger a irmãzinha e ela vai sempre resmungar que não precisa de ser protegida.

Os anos vão passar, eles vão casar. Tu vais sentar-te à lareira a beber chá com o amor da tua vida. Vão partilhar histórias, sentimentos, recordações. Vão lembrar-se de como tudo era perfeito, os sorrisos, os abraços, os olhares. De como quando se viam corriam na direção um do outro e abraçavam-se como se não houvesse amanhã... e de como esses abraços eram fortes e sinceros. Lembram-se de que no fundo pensavam que com o tempo toda aquela paixão iria passar. Mas não passou, porque era amor.


E quando a lareira apagar? E quando ele morrer? Continuarás a sonhar depois disso? Criarás novos sonhos para perseguir? Vais querer voltar a ter 18 anos e voltar a concretizar todos os teus sonhos, ao lado dele?

Brenda C.
08-12-2013

terça-feira, 5 de novembro de 2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Leis, leis e mais leis -.- Ai Nossa Senhora do Ordenamento do Território, iluminai-nos!

domingo, 22 de setembro de 2013

O pássaro dentro da gaiola


    Era uma vez um pássaro que já antes de nascer tinha dono. Quando os futuros donos do pássaro souberam do seu nascimento ficaram muito contentes. Foram buscá-lo à loja e compraram uma gaiola muito especial para ele. O pássaro quando acordou no dia seguinte sentiu-se muito sortudo por viver numa gaiola tão bonita! Ali viveu durante 18 anos, sempre muito feliz. Foi sempre bem tratado e ia frequentemente passear com os Donos. Sempre tudo dentro dos limites da tão confortável Gaiola. Ah!! Como a vida parecia perfeita de dentro daquela Gaiola. O pássaro realmente era um sortudo!
     Um dia, os Donos foram ter com o pássaro e disseram-lhe:
     - Está na altura de aprenderes a voar sozinho.
    O pássaro, confuso, fartou-se de perguntar o que significava aquilo. Ele já sabia voar. Passava os dias inteiros a fazê-lo. Sem grandes explicações, os Donos, em lágrimas, levaram-no até à rua e abriram a Gaiola. O pássaro ficou surpreendido. "Porque é que abriram a Gaiola?"- pensou ele.
    - Vai - disse o Pai-Dono.
    E o pássaro, hesitante, saiu da Gaiola e voou.
    - Ahh, isto é tão grande e tão bonito! - suspirou o pássaro. Olhou para trás e viu os Donos deitarem a Gaiola no lixo. - NÃO! O que estão a fazer? Não podem fazer isso.- gritou.
    Os Donos, ainda tristes, retorquiram:
    - Voa! Não tenhas medo, o mundo parece grande no início mas logo te habituas.
    - Mas... mas... e a minha Gaiola? - disse soluçando o passarinho.
   - Já não precisas dela, meu querido. O mundo agora é a tua casa. Conhece novos pássaros, descobre o que queres fazer, aprende com os erros. Vive! Volta sempre que quiseres, esta continua a ser a tua casa. – disse a Mãe.
    - Não existem mais Gaiolas à tua espera em lado algum do mundo. Agora és tu que crias os teus limites, agora és tu quem decide até onde queres voar – acrescentou o Pai.
    E foi assim que o pássaro partiu. Viu imensas coisas, visitou imensos lugares, até entrou para a Universidade de Voo dos Passarinhos e desde o primeiro dia que fez muitos amigos. Ainda se lembra muitas vezes da sua Gaiola e tem saudades daquele confortável lugar, mas sabe que só assim é que pode descobrir o tipo de pássaro que é.


Afinal, o pássaro nunca tinha sido dos seus Donos. Um pássaro é do mundo. Tem de aprender a voar e a sobreviver sozinho. Um pássaro vive numa Gaiola por um tempo limitado. Há um dia em que terá finalmente de sair. Mais cedo ou mais tarde voltará a casa para contar todas as suas aventuras. E é com elas que irá perceber o verdadeiro significado de liberdade, saudade e amor.

Fim

domingo, 8 de setembro de 2013

Foi tempo viver tudo o que ainda não tínhamos vivido. Foi tempo de aproveitar os últimos dias na nossa casa. Foi tempo de aproveitar os momentos em família. É tempo de ver aquilo para o qual até agora apenas olhamos. É tempo de recordar o que fomos, o que somos, o que queremos ser... É tempo de crescer!

É tempo de mudar! É tempo de aprender! É tempo de voar, é tempo de VIVER!

É tempo de deixar a redoma dos pais. É tempo de viver a nossa própria vida. É tempo de nos orgulharmos do nosso esforço e continuarmos a lutar pelos nossos sonhos! É tempo de sermos acolhidos noutro lugar ao qual vamos chamar de lar.

É tempo de ir para a Universidade! "Proteção Civil e Gestão de Riscos" aqui vou eu! ;)


Cover Glee da música "Roots Before Branches"

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"May the odds be ever in your favour" ;)



 Para os Jogos da Fome ninguém quer ir, mas dia 9 todos querem ser escolhidos. 
*só os fortes percebem*

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

"As coisas que tu mais desejas não são fáceis de conseguir". TRETAS! Estou farta disso! Por uma vez, só por uma vez eu não podia receber de mão beijada o que quero? Porque é que não tenho a mesma sorte que os outros? Porque é que eu sou sempre aquela que tem de dar sempre tudo o que tem para conseguir alguma coisa? Porque é que nunca tenho tudo à primeira? Porquê? Porquê? PORQUÊ?!

"Só dás o devido valor a uma coisa depois de a perderes". Eu não preciso de perdê-las. Primeiro tenho é de as conseguir... E nisso parece que todas as forças negativas do mundo se juntaram para me impedir de atingir os meus objetivos!


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Moda, auto-estima e padrões de beleza

A moda é algo que está cada vez mais presente no nosso dia a dia e por si só é uma palavra apetecível, bonita, mas como vem acompanhada de certos padrões de beleza, estipulados por uma sociedade ruim, e por certos níveis de auto-estima, torna-se um verdadeiro pesadelo para certas pessoas.

Até há bem pouco tempo eu encarava a moda como uma maneira de me torturarem. Detestava o meu corpo, sentia-me desconfortável e, por vezes, até me sentia uma anormal ao pé de pessoas que tinham um corpo "perfeito". Depois da minha participação num concurso de beleza decidi que era tempo de me aceitar tal como era. A partir daquele dia ganhei auto-estima e confiança.

E isto leva-me a pensar que a auto-estima é algo que também está relacionado com o mundo da moda e é precisamente isso que falta à maior parte das mulheres. É isso que nos deixa felizes, gostar da pessoa que somos...

Infelizmente nós continuamos a comparar-nos com outras mulheres e achamos que somos sempre inferiores a elas. Há que reter a ideia de que não somos inferiores a ninguém. Nós somos o que somos e temos de aprender a aceitá-lo. As únicas coisas que não temos de aceitar são os padrões de beleza estipulados por uma sociedade que só pensa na "perfeição". Mas afinal qual é a definição de perfeição? Perfeição para mim é ser feliz e trabalhar continuamente para isso, é ter a consciência dos defeitos e aceitá-los. O objetivo principal é trabalhar para a nossa própria aceitação e não para a aceitação dos outros. Somos nós que temos de criar a nossa própria definição de beleza, somos nós que nos olhamos ao espelho, somos nós que temos de gostar do nosso aspeto, os outros só tem de gostar da nossa beleza interior e, em relação a esse tipo de beleza, surpreendentemente, a sociedade ainda não se decidiu. Ainda não criou um padrão e parece-me que a razão é muito simples: todos trabalham para atingir a (dispensável) beleza exterior e não a (tão importante) beleza interior. Na sociedade atual as coisas estão padronizadas para aquilo que se considera importante e que se consegue atingir. Parece-me que o facto de ser muito difícil ser-se "bonito por dentro" levou a sociedade a querer ir pelo "caminho mais fácil".

Assim, a moda parece-me ser algo ao qual se está a dar um mau uso. Não existe uma "moda comum". Tu é que fazes a tua moda, tu usas o que gostas, de acordo com a tua personalidade, beleza interior e auto-estima. És tu quem decide! Tu é que tens de criar uma imagem da qual te orgulhes e que transmita o que és! A moda és tu quem a faz! A moda é a tua beleza interior traduzida em roupas e por isso a moda jamais poderá ser "generalizada".

Brenda C.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Gosto de escrever sobre coisas pequenas e sobre coisas consideradas desinteressantes.

Escrevo porque é um ato que me alivia a alma.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

"Vencedores são aqueles que com pouco conseguem fazer muito". Pensei nisto quando estava a ver o Rallye Santa Maria no Sábado e realmente é verdade. Com "grandes carrões" é sem dúvida muito mais fácil competir, mas os verdadeiros heróis são aqueles que com "carrinhos" fazem excelentes tempos. ;)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O que se passa com as pessoas?

Nós, ditos seres humanos, não aprendemos mesmo, pois não? O mundo a cada dia que passa morre, as pessoas já não se ouvem umas às outras e, como se não bastasse toda esta destruição e egoísmo, nós apenas queremos viver no extremo e nem nos importamos com as gerações que irão herdar a porcaria de sociedade que estamos a criar. Ficamos sentadinhos nos nossos tronos de pedra, frios e calculistas, às vezes com alguém com quem partilhar a nossa bela arrogância, sem nos importarmos com a situação. Desde que a má sorte atinja o outro e não a mim, tudo bem. É sempre assim...

Dizemos procurar a felicidade e o amor verdadeiro, mas a que custo? Dizemos amar o próximo como nos amamos a nós próprios, mas chamamos a vizinha de vaca, porque ela é mais bonita e tem mais sucesso.

Dizemos respeitar as diferenças, mas quando nos vemos ao espelho detestamos o nosso aspeto e comparamos-nos com os outros! Queremos explicar-nos a todo o custo que nem ouvimos! Queremos saber tudo mas depois quando isso deixa de nos ser útil esquecemos o que foi aprendido. Queremos amar sem termos amor-próprio. Excedemos os nossos limites para sermos amados e acabamos por nos perdermos em personalidades que não são a nossa. Queremos aproveitar cada momento ao máximo e não prestamos atenção aos pormenores mínimos. 

Prometemos, falhamos. Falamos, mentimos. Olhamos, não vemos. Sentimos, não demonstramos. Pensamos, julgamos. Erramos, não mudamos. E assim os humanos continuam o seu ciclo até que um dia se irão matar uns aos outros por um simples trago de água potável do último poço da única casa que realmente nos acolheu e que foi vítima das nossas atitudes irresponsáveis.

Brenda C.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ser pobre é triste, mas ser pobre e desonesto é uma escolha! Esta é a verdade! 

Podes viver na pobreza, mas é impensável justificares a tua desonestidade com isso.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Falta-nos uma faísca


Falta-nos uma faísca que acenda o nosso instinto de revolução. Não precisamos de meia dúzia de refilões que lutam porque vêem os outros a fazê-lo. Precisamos duma multidão que lute conscientemente pelos seus direitos. 

Falta-nos uma Katniss que lance uma flecha certeira. Falta-nos uma Prim que sabe como curar o sistema e não uma Coin que só quer o poder! Falta-nos um Peeta que discurse a verdade e não um Snow que entre sangue e rosas nos envenene o espírito com as suas falsas palavras! 

Falta-nos pessoas que criem as suas próprias opiniões! Falta-nos um povo que anseie por uma educação mais completa, por uma busca de conhecimento que deite abaixo a cambada de hipócritas que nos governa! Falta-nos um 25 de Abril!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Estou farta que duvidem do meu potencial. Quer me apoiem, quer não, eu vou ser sempre a Brenda que não desiste. Vou ser sempre a Brenda que chora quando não consegue algo pelo qual trabalhou imenso e serei sempre a Brenda que depois limpa as lágrimas e volta a tentar as vezes que forem precisas até conquistar o seu sonho!

Universidade

Pois... parece que vou ter de me inscrever e submeter ao concurso nacional onde irão ver apenas "o meu número". Seja o que Deus quiser... Eu já dei o que podia dar, agora é tempo de descansar e esperar pela resposta.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Podem tirar-me tudo. 
Se eu mantiver a capacidade de viajar por outros mundos e o material de escrita irei sempre ser feliz.
As mãos tremeram e os olhos não acreditaram no que viram, mas a verdade é que depois de tanta choradeira apanhei uma nota fantástica, pelo menos no meu caso, no exame nacional de matemática. Foi no mínimo surpreendente. Só chamando os meus pais para conferirem (sim, porque eu senti que tinha chegado ao nível 100 da loucura) é que acreditei. Desde então sou "um ser saltitante e cheio de felicidade a espalhar  pó de fada" pela casa. 

terça-feira, 9 de julho de 2013

         Bem, eu quando decidi que queria ser escritora nunca pensei que escrever um livro fosse tão difícil. Comecei a escrevê-lo há cerca de quatro horas e já tenho 3 capítulos bastante promissores. Ainda me faltam  48 capítulos pela frente (sim, precisa mesmo de ter estes capítulos todos e eu não posso revelar porquê).
         Bem... a verdade é que acho que tenho de fazer aquilo. Custa-me imenso ter de fazê-lo, chega a ser penoso, mas não tenho outro remédio. Toda a gente que conheço (e que percebe do assunto) me diz que tenho sempre de fazer uma coisa destas e este é o momento para lhes dar razão.

Vou ter de fazer um plano de escrita!

domingo, 30 de junho de 2013

O meu baile de finalistas

Não sou daquelas raparigas que sonha com o baile de finalistas todos os dias nem muito menos daquelas que só deseja ser o centro das atenções nesse dia dito "especial", mas devo dizer que a noite de ontem superou as minhas expectativas. Diverti-me imenso. Nunca dancei tanto na minha vida.

O momento em que dançamos a valsa foi perfeito! Estávamos todos muito nervosos, mas correu tudo bem, fizemos tudo como tínhamos ensaiado e foi lindo.

Cantámos os parabéns a uma colega nossa que fazia 18 anos (Sara, espero que tenhas gostado de festejar o teu aniversário connosco).

Depois disso recebemos os nossos diplomas (um momento um pouco estranho porque tivemos de "desfilar" pela sala). Por fim, houve o baile. A música começou e nós dançámos sozinhos, acompanhados, como quiséssemos.

Levantaram-me no ar, calcaram-me os pés, rodopiei, conversei enquanto dançava.

Fomos para a Chaminé (discoteca) e voltamos a ser recebidos em grande por "esta ser a nossa noite". 

Quando me deitei na minha cama, cheia de dores nos pés, fiquei a lembrar os momentos daquela noite, tentando não me esquecer do mais pequeno pormenor para depois contar aos meus filhos/sobrinhos.

Enfim, foi uma noite para nunca mais esquecer!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

       Esta greve foi basicamente um assunto discutido numa mesa redonda entre mentes fechadas. Dizem estar a pensar nos alunos e no nosso futuro.  Parece-me é que cada um está, na verdade, a puxar a "brasa à sua sardinha". Compreendo ambos os lados, mas POR FAVOR! É um exame nacional! Um exame FINAL caramba! Ficou bonito baterem o pé no chão! Ficou bonito manterem a palavra até ao fim! BONITO vai ser agora o futuro dos estudantes! A sério? A sério que não podiam ter arranjado um meio termo? Desenrasquem-se agora! Eu já tenho o meu exame feito, mas, ao contrário de vocês, eu preocupo-me com o futuro do nosso país, com o futuro dos nossos jovens... Não fossem eles "agentes de transformação da sociedade".

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Se o machismo matasse...

      Se o machismo matasse o mundo seria um sítio bem melhor. Apenas sobreviviam os homens que realmente respeitavam as mulheres e as consideravam suas iguais.
      Não haveria necessidade de haver mulheres a lutar pelos seus direitos, pois os homens já tinham a noção de que não são melhores que nós.
       Infelizmente o machismo não mata, por isso temos de continuar a lutar pelos nossos direitos e NUNCA deixá-los achar que são seres superiores, porque realmente não o são, nem nunca o poderão ser.
      Ahhh, mas espera! O machismo é coisa de putos, não de homens. Homem que é homem sabe que não pode existir sem uma mulher, homem que é homem respeita uma mulher! Quem não respeita, não espere ser respeitado.

Que tenham um bom início de semana , meus putos!
Brenda C.
(10-06-2013)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Olá! Eu, Brenda Cabral, e a Sofia Magalhães estamos a participar num concurso da Nissan. Se formos as escolhidas pelo público publicamos o nosso livro, juntamente com as histórias dos restantes seleccionados pelo júri. Precisamos de todos os votos que conseguirmos arrecadar.

 Para lerem a história: http://pt.scribd.com/doc/140763116/Escola-Basica-Secundaria-de-Santa-Maria-O-carro-nao-pega-tens-ideias
 Para votarem: https://www.facebook.com/NissanPortugal/app_117049981714413 e depois de "gostarem" da página da Nissan, clicam em "see entries". A partir daí é muito fácil. Vão à página 2 e votam no livro da "Escola Básica e Secundária de Santa Maria". Contamos com o teu voto!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ceguei

Andava eu pela rua de mãos dadas com a Solidão quando me apercebi que estava cega. A primeira coisa que pensei foi o que se passou comigo? Porque é que isto me foi acontecer logo a mim?

Dei por mim, parada, a pensar em todas as coisas que fiz e não fiz e em tudo o que fui e sou. Dei por mim a questionar-me sobre as causas desta "cegueira". Como é que esta falta de visão me atingiu? E quando?
E só nesse momento percebi... O meu erro foi andar de mãos dadas com a Solidão e deixá-la decidir perante as dificuldades.

Foi por isso que desenlacei as minhas mãos das dela e segui livre, deixei-a para trás, só... Exatamente como deveria ter sido desde o início.

Após uns segundos não resisti e voltei a parar, mas desta vez parei para ouvir o som do mundo. Ahhh! E como melodioso ele é! Não consegui dar nem mais um passo naquele estado. 

Decidi que a partir daquele momento eu iria ver aquilo para o qual durante todo este tempo tinha apenas olhado. Decidi naquele momento que me ia deixar levar pela linda melodia da vida.

Brenda Cabral
(24-05-2013)
"Ensaio sobre a Cegueira" - O livro que me fez ver.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

(06-05-2013)

Desiludida? Sim.
Desistente? Nunca.
Há sempre um pingo de vida nos meus sonhos.
Há sempre um fio de esperança em mim.
O Sol pôs-se.
A Lua ergueu-se.
A esperança é mínima, mas ainda a consigo ver na noite.
"Felizmente há luar!"

domingo, 5 de maio de 2013

(05-05-2013)

Sorri. Acredita. Abraça o que a vida te dá.
Sê paciente, tudo tem o seu tempo.

sábado, 4 de maio de 2013

(04-05-2013)

Fecha os olhos.
Deixa as memórias preencherem a tua mente.
Deixa os sentimentos invadirem o teu corpo.
Deixa essa ferida sarar. Perdoa.
Abre os olhos.
Deixa o mundo guiar-te.
Relaxa. Vive.


sábado, 20 de abril de 2013

  E já foi há uma semana. Lá estava eu a brilhar, a mostrar outra parte do que sou, parte essa jamais vista por alguém. Brilhei, porque não me limitei a mostrar a roupa que vestia, brilhei, porque despi-me do que era e vesti o que verdadeiramente sou. Há quem se aproxime de mim, me felicite e elogie com todo o vocabulário que tem. Parece que adoraram esta pessoa que nunca tinham visto.
 Ganhar é uma palavra subjectiva e é por isso que apesar de tudo tenho o privilégio de dizer "EU GANHEI". Não um título, não uma coroa, mas ganhei gosto em ser quem sou e ganhei a amizade de pessoas que jamais quero perder.
Brenda C.
(20-04-2013)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os finais felizes dos filmes

    Já não há nada a fazer! Os finais dos filmes são todos iguais. Por muito má que seja a vida da personagem principal, no fim tudo fica bem e ela acaba por vencer "o mal". Mas quem é que não adora este cliché?
    No outro dia disseram-me que essas histórias só nos dão uma falsa esperança sobre a vida e sobre o amor, que os filmes apenas servem para nos fazer sonhar com o que não temos nem podemos ter.
    Eu não acho que nos seja dada uma falsa esperança, apenas acredito que nós somos é preguiçosos e exigentes! E sabem porquê? Porque vemos todos esses filmes, suspiramos por um final feliz daqueles, mas em vez de nos mexermos e tentarmos concretizar esses sonhos ficamos à espera que eles se concretizem sozinhos.
     Estás à espera que entreguem o amor da tua vida ao domicílio? Estás à espera que o sucesso te bata à porta sem teres de fazer nada? Vai mas é trabalhar e lutar pelos teus sonhos, pelo teu futuro, pois o teu final feliz só depende de ti.
    Se já tentaste concretizá-lo e mesmo assim não conseguiste, continua a tentar, não desistas. O herói nunca desiste!
     Se queres continuar a ser preguiçoso então não reclames que os filmes é que te iludem, tu é que te estás a iludir.
Brenda C.
(19-04-2013)

Esta é a minha opinião. Qual é a tua?
Bom fim de semana! :)


terça-feira, 9 de abril de 2013

Se pensarmos bem...

     Se pensarmos bem, o Memorial do Convento até é uma obra bastante atual.
     O povo é explorado até ao limite e há um enorme desequilíbrio entre a quantidade de trabalho e o salário recebido. Quem está debilitado rapidamente deixa de "servir". O casamento é algo banal, que só serve para manter as aparências. O governo tem sempre dinheiro para aquilo que lhe interessa e não o investe naquilo que é realmente importante. Quem é original (um inventor de sonhos) é um louco, um "Dom Quixote". E as falsas verdades continuam a circular expondo as pessoas a autos de fé. São queimadas vivas por serem quem são e enforcadas pelo preconceito.
Brenda C.
(9-04-2013)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

"Namore uma garota que lê" de Rosemary Urquico

     Namore uma garota que gasta seu dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela também tem problemas com o espaço do armário, mas é só porque tem livros demais. Namore uma garota que tem uma lista de livros que quer ler e que possui seu cartão de biblioteca desde os doze anos. 
     Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta (ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas. 
     Ela é a garota que lê enquanto espera em um Café na rua. Se você espiar sua xícara, verá que a espuma do leite ainda flutua por sobre a bebida, porque ela está absorta. Perdida em um mundo criador pelo autor. Sente-se. Se quiser ela pode vê-lo de relance, porque a maior parte das garotas que leem não gostam de ser interrompidas. Pergunte se ela está gostando do livro. 
     Compre para ela outra xícara de café. 
     Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gosta ou gostaria de ser a Alice. É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, cummings. Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa. 
     É que ela tem que arriscar, de alguma forma. 
     Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir. Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo. 
     Trate de desiludi-la. Porque uma garota que lê sabe que o fracasso leva sempre ao clímax. Essas garotas sabem que todas as coisas chegam ao fim. E que sempre se pode escrever uma continuação. E que você pode começar outra vez e de novo, e continuar a ser o herói. E que na vida é preciso haver um vilão ou dois. 
     Por que ter medo de tudo o que você não é? As garotas que leem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Exceto as da série Crepúsculo. 
     Se você encontrar uma garota que leia, é melhor mantê-la por perto. Quando encontrá-la acordada às duas da manhã, chorando e apertando um livro contra o peito, prepare uma xícara de chá e abrace-a. Você pode perdê-la por um par de horas, mas ela sempre vai voltar para você. E falará como se as personagens do livro fossem reais – até porque, durante algum tempo, são mesmo. 
     Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype. 
     Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas. 
     Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê. 

Ou, melhor ainda, namore uma garota que escreve. 



Texto original: Date a girl who reads – Rosemary Urquico
Tradução e adaptação – Gabriela Ventura

Fonte: http://quinasecantos.com/2011/04/28/prato-do-dia-namore-uma-garota-que-le-rosemary-urquico/

   Vi este texto num blog e adorei-o. Por isso, decidi partilhá-lo convosco. ;)

quarta-feira, 3 de abril de 2013

"Conto de fadas" de Florbela Espanca

«Eu trago-te nas mãos o esquecimento
Das horas más que tens vivido, Amor!
E para as tuas chagas o unquento
Com que sarei a minha própria dor.

Os meus gestos são ondas de Sorrento...
Trago no nome as letras de uma flor...
Foi dos meus olhos garços que um pintor
Tirou a luz para pintar o vento...

Dou-te o que tenho: o astro que dormita,
O manto dos crepúsculos da tarde,
O sol que é d'oiro, a onda que palpita.

Dou-te comigo o mundo que Deus fez!
- Eu sou Aquela de quem tens saudade,
A Princesa do conto: "Era uma vez..." »




É sem dúvida um magnífico poema. :D

terça-feira, 2 de abril de 2013


"A verdade é que se alguém desiste de ti é porque nunca te quis"...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Campanha de Incentivo à leitura

Gostava de agradecer à Lau Barros que me adicionou como um dos blogs autorizados a aderir a esta campanha. Obrigada, Lau. :)


As regras são:
1. Referir quem nos indicou.
2. Escolher 10 blogs a quem passar este selo.
3. É expressamente proibido levar o selo sem convite.
4. Avisar os blogs que foram convidados.

Aqui estão os blogs que escolhi:
1. My World
2. The Other Princess
3.As palavras do silêncio
4.A bainha dos meus dias
5.Batidas de Coração
6.Estou verde de inveja
7.I'm always trying
8.Letras no Caminho
9. Viagem de saberes
10.Um só olhar basta


O livro que eu recomendo é "Um erro inocente" de Dorothy Koomson.
Título: Um erro inocente
Título original: The Ice cream girls
Editor: Porto Editora
Páginas: 448
Sinopse: Durante a adolescência, Poppy Carlisle e Serena Gorringe foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento. Entre aceso debate público, as duas glamorosas adolescentes viram-se a braços com os tribunais e foram apelidadas pela imprensa de "As Meninas do Gelado". Anos mais tarde, tendo seguido percursos de vida muito diferentes, Poppy está decidida a trazer ao de cima a verdade sobre o que realmente sucedeu, enquanto Serena, esposa e mãe de dois filhos, não pretende que ninguém do presente desvende o seu passado. Mas é impossível enterrar alguns segredos - e se o seu for revelado, a vida de ambas voltará a transformar-se num inferno... Emocionante e enternecedora, esta história fará com que nos perguntemos se alguma vez poderemos conhecer verdadeiramente aqueles que amamos.

domingo, 24 de março de 2013

#2 Leituras!

Título: Akkarin - A Trilogia do Mágico Negro 

Título Original: The High Lord
Autora: Trudi Canavan
Editora: Bertrand Editora
Número de páginas: 600
Tempo que demorei a ler: 5 dias
Opinião acerca do livro: Depois de ler os dois livros anteriores desta trilogia, mal podia esperar por ler este. Confesso que não só este livro como toda a trilogia me surpreendeu pela positiva. Nunca esperei que o final da série fosse tão imprevisível. Adorei todos os detalhes! Não me importava nada que as aventuras da nossa querida "Sonea" continuassem. É sem dúvida um livro que recomendo a todos os amantes da leitura e principalmente aos que gostam de romance fantástico.

sábado, 23 de março de 2013

#1 Leituras!

Título: O Sorriso das Mulheres
Autor: Nicolas Barreau
Páginas: 292
Editor: Quinta Essência
Tempo que demorei a ler: Cerca de uma semana
Opinião: Um livro adorável sem dúvida! Nunca tinha lido nada deste escritor, não conhecia o livro até o ver numa livraria e o título chamar à minha atenção. O momento em que o comprei foi inédito. Estava de regresso de uma viagem que tinha feito a Paris, entrei na livraria do aeroporto, pois o avião tinha atrasado umas horas e comecei a ver livros. Passei os olhos pela estante e vi este livro. Sei que não devemos julgar o livro pela capa, ou melhor, no meu caso, pelo título, mas foi isso que me fez comprar esta obra. "O Sorriso das Mulheres" é um livro tão... suave e delicioso (embora estranhas, estas palavras são as mais indicadas para o descrever). O facto do autor nos deliciar com a sua descrição tão detalhada, no entanto nada aborrecida, ajuda-nos imenso a perceber o título. Este livro fez-me realmente feliz. 

Leituras e mais leituras ;)

      As férias da Páscoa ainda agora começaram e eu já estou preparada para "as minhas leituras de férias". Tenho imensos livros para ler e como já li dois deles e os achei fantásticos irei começar a partilhar convosco os livros que leio.
      Assim, sempre que acabar de ler um livro, vou dedicar um post àquele livro. :) É uma maneira de manter o blog ativo.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Desabafo

    Hoje deparei-me com uma situação nada bonita. Assisti à mais pura crueldade que existe: a crueldade entre crianças. 
    Muitos dizem que ser criança é ser feliz, puro, bondoso e sem preconceitos. Eu não penso isso! As crianças são felizes, bondosas e sem preconceitos se esses valores lhes forem devidamente ensinados. Não me parece que atualmente isso lhes esteja a ser bem transmitido, ou até mesmo a sê-lo transmitido pelos pais.
    A definição de ser bondoso é agora "mostrar-se prestativo perante algo que no futuro eventualmente nos será útil" e não ter preconceitos é "tê-los, mas fingir que apenas não gostamos da pessoa porque 'fica feio' dizer que é preconceito".
    Nos tempos que decorrem, ter pouco dinheiro já é típico, o que não é típico é termos uma criança (cujos pais nada fazem mas têm dinheiro sabe-se lá como) a dizer a outra (cujos pais têm empregos que pagam meia dúzia de trocos e andam o mês todo à rasca para pagar as contas) que ela não pode ir a "X" sítio, pois não tem dinheiro para tal; é ser aquilo que os pais ensinaram, é fazer-se de superior quando não o é. Depois a criança a quem foi dito tal coisa, sente-se mal, inferiorizada. É nesta altura que, em certos casos, aparecem as "alminhas caridosas"(a quem não se dá o valor, mas que sem elas a sociedade era uma completa lixeira de gente má e sem caráter). Essas pessoas cujo único intuito é quererem simplesmente ajudar fazem daquela criança a mais feliz do mundo quando a levam ao tal sítio e ela volta a sentir-se "ao mesmo nível das meninas ricas que lhe mandam boquinhas".
    Volta para a escola e elas simplesmente "voltam a atacar", agora com o facto de ela não ser boa a matemática. Não dizem nada, não insultam, não precisam disso. As palavras não são precisas quando um olhar diz tudo. "Eu sou melhor do que tu!", "eu tenho melhores notas!", "tu és burra!", tudo isto é dito em frente a uma professora que se ri, apoia e ainda humilha mais a criança. Bonito! Belo exemplo, senhora professora! Continue... porque é da maneira que um dia, quando, depois de graduada a criança volta e esfrega-lhe o diploma na cara e diz "Olha aqui a fraca da turma que agora é doutorada, coisa que dizias que eu jamais iria conseguir ser".
    Não... mas pensam que fica por aqui? A criança é humilhada uma vez, duas vezes, vinte, trinta, o ensino básico todo, talvez até o ensino secundário. Mas não pode ser assim, temos de parar este ciclo vicioso! A-CA-BOU! Não podemos permitir que esta crueldade coexista no nosso mundo. Pais: eduquem os seus filhos, na escola só se ensina a ser letrado, não a ter caráter. Vocês é que têm de criar os vossos filhos, e se faz favor, não os eduquem com o intuito de serem uns perfeitos meninos do sistema porque desses já temos muitos. Ensinem-lhes a bondade sem esperarem algo em troca, ensinem-lhes a ser felizes com o que têm, ensinem-lhes o verdadeiro sentido da amizade, ensinem-lhes que têm de ser amigos de todos, independentemente da cor, do estatuto social, etc etc...  E acima de tudo, ensinem-lhes a ser humildes, pois é isso que falta no nosso mundo.

Enfim... Escrevi isto simplesmente porque já ando há muito tempo "com isto encravado" e hoje foi o dia de expulsar este assunto da minha cabeça de uma vez por todas. Parece-me que a meio do texto perdi um pouco o fio condutor do primeiro parágrafo, que foi o que inicialmente me fez começar a escrever este post, mas também me pareceu importante manter o que tinha escrito, portanto fica mesmo assim. Não estou interessada em fazer um texto formalmente correto, mas sim em abrir os olhos a muita gente que anda pelo nosso mundo como se mandasse nele. 

Aqui fica o meu desabafo. Bom final de dia!
Brenda C.
(20-03-2013)
WOWW! Férias :') Quase que nem acredito! Olá televisão! Cama, tinha saudades tuas, vamos passar imenso tempo juntas nas próximas 2 semanas e livros... Óh livros, o quanto senti a vossa falta! *-*


sábado, 16 de março de 2013


‎"O sorriso das mulheres é um presente dos céus, é o início de qualquer história de amor (...)" in O Sorriso das Mulheres de Nicolas Barreau


Um dos livros mais bonitos que já li.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Everything Changes...


     Tudo muda. A tua pele, a tua voz, a tua feição, o teu olhar, o teu tacto para as coisas.
     Tudo muda. Os teus sentimentos, a tua vida, a tua perspectiva, a tua idade.
     Tudo muda. Os teus amigos, os teus pais, a tua casa, o teu país.
     Tudo muda, mas tu continuas a prender-te a certas coisas do passado.
    É impossível continuares a ser o mesmo, a fazer as mesmas coisas, pois tu mudaste. Assim o quiseste, assim serás. Podes não gostar no que te tornaste, mas não importa, mudaste e terás de viver com isso.
     Tudo muda quando te apercebes que tudo mudou.
    Tudo devia mudar quando em vez de te preocupares apenas contigo te preocupasses com aqueles que nada têm.
     Tudo devia mudar quando alguém te pede ajuda.
     Tudo devia mudar quando sem quereres retribuição melhoras-te o dia de alguém.
     Tudo devia mudar com um sorriso, um olhar.
    Porque mudar é pensar em como as tuas atitudes podem afectar alguém. Mudar é amar, é querer ser melhor para ti e para os outros.

Brenda Cabral
14-03-2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

domingo, 3 de março de 2013


"Eu, por exemplo, colecciono pensamentos." 
-O Sorriso Das Mulheres de Nicolas Barreau

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A despedida... :(

        Agradeço-te por todo este tempo que passámos. Por passares as noites à minha beira, por estares ao meu lado enquanto vejo televisão, por seres quem és e por não me pedires para mudar. Apesar de às vezes estar farta de te levar para todo o lado, de andar contigo em público, de suportar todos os olhares, apesar de estar farta das tuas palavras, aceito-te como és! Infelizmente, sinto que a nossa relação já não é o que era, por isso... não hoje, que não me sinto preparada, mas para a semana acabo contigo! Desculpa por todas as discussões, pelos momentos em que te ignorei, pelos momentos em que me ri do que dizias, por tudo... 

Saudades, Brenda

Para o "Memorial do Convento" que para a semana irá para o lugar dos livros lidos.

domingo, 13 de janeiro de 2013


    A vida é feita de pequenos pormenores. O amor vive nos pequenos gestos. A amizade vive dos momentos partilhados. 
      Nos pormenores residem os sentimentos, pois são essas pequenas coisas que demonstram o que vai no coração das pessoas, o que verdadeiramente está por trás das palavras bonitas, por trás dos discursos floreados.
      As pequenas atitudes são os alicerces de todas as relações que estabelecemos.
Brenda Cabral
(13-01-2013)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


      Tudo o que sei é que ninguém é perfeito, ninguém consegue manter aquela primeira impressão, seja ela boa ou má.
      Tudo o que sei é que algum dia irás acabar por magoar alguém que adoras.
      Tudo o que sei é que o amor dura para sempre, não digas que é mentira porque é a verdade, a mais simples e pura verdade. O amor é eterno, sei que mesmo que o mundo acabe amanhã, eu vou amar a minha sobrinha, os meus pais, o meu irmão e a minha melhor amiga para sempre. Não serei apenas um cadáver a apodrecer na Terra, serei uma alma que amou e deu tudo de bom que podia dar.
      Sei que por mais voltas que o mundo der, quando eu disser a palavra "Amo-te" a alguém, olhando nos olhos, é porque é mesmo sentido, não um simples cliché.
      Sei que o que Ele reservou para mim foi-me destinado mesmo antes de eu ter nascido e que estas meras decepções são apenas isso, decepções...
      Sei que se lutarmos por aquilo que ambicionamos e que se jogarmos limpo sairemos sempre vencedores.
      Tenho a certeza que tudo vai correr bem, que o mundo vai continuar a girar mesmo que a dor nos atinja da pior maneira possível...


Brenda C.
(11-01-2013)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A queda de um anjo


        Hoje bailei. Dancei com suavidade e firmeza, fiz a minha magia. 
       Apesar de não ter olhado para o público sei que havia quem fingisse que gostava do que eu fazia, sei que havia quem rezasse para que eu caí-se e também sei que havia pessoas que não tiravam os olhos de mim, que temiam pestanejar e perder algum dos meus movimentos. Caí, tal como queria a maior parte dos que me observavam. Caí com uma suavidade tal que parecia a queda de um anjo. Pareceu ter sido a queda emocional da personagem, não a minha. Improvisei, fingi que fazia parte da coreografia, parte da história daquele "outro eu" que habitava dentro de mim. Ninguém reparou... O bailado continuou e não é por ter caído que desanimei. Continuei a dançar com determinação. Quando o bailado acabou vim para casa realmente satisfeita. O importante não foi ter caído, mas sim ter improvisado. É isso que nos torna únicos neste "novo mundo".
       Aquele que tem a capacidade de improvisar, de agir sem seguir o "manual de instruções" é aquele que é louvado, que tem carácter individual.

 Sou uma pessoa, não um robô.
Brenda Cabral :)
(9-01-2013)