Sinopse: Num futuro próximo, a empresa LoveStar controla todos os aspetos da vida humana, incluindo o amor e a morte. Os seres humanos vivem agora «sem fios», o que dá rédea solta ao consumo, à tecnologia e à ciência. O serviço da REMORSOS permite eliminar dúvidas sobre caminhos que não foram seguidos, os mortos são lançados em foguetões para o espaço, de maneira a poderem regressar à Terra em todo o esplendor e o programa da inLove junta os casais perfeitos.Ingriði e Sigríður não foram calculados para ficarem juntos, mas estão convictos de que se trata de uma mera formalidade. Mas quando a inLove une Sigríður a outra pessoa, a utopia que criaram começa a desmoronar-se. Uma visão do futuro em que o marketing e a tecnologia governam o mundo, sem nunca conseguir contudo eliminar definitivamente o amor e a ânsia de viver.
domingo, 10 de abril de 2022
Lovestar de Andri Snaer Magnason - #projetosetediasde Distopias
quinta-feira, 7 de abril de 2022
A História de uma Serva / The Handmaid’s Tale - #projetosetediasde
#projetosetediasde Distopias - um projeto co-organizado @miriamthemermaid
Confesso que quando li A História de uma Serva de Margaret Atwood pela primeira vez não fui conquistada pela sua escrita. Achei a escrita um pouco confusa, mas gostei muito das reflexões que esta história trazia.
Não posso dizer que gostei da história em si. Talvez o termo para descrever “A História de uma Serva” seja "intrigada" ou "receosa" ao mesmo tempo que "revoltada", por ser algo que facilmente conseguiria acontecer fruto da disseminação de ideias extremistas que cada vez mais são disseminadas em todo o mundo (e considerando que, se esta história se concretizasse, nunca seriam os homens brancos cis heteros a ter seus direitos básicos retirados).
Depois de terminar o livro parecia que a história não descolava de mim, não me saía da cabeça. E por isso quando encontrei a série, vi-a a medo, sabendo que iam dar vida a todas as partes horríveis que a minha imaginação não se permitiu alongar muito ao ler o livro (para bem da minha saúde mental).
Depois de ver a série houve toda uma revolução dentro de mim, uma consciência da minha posição enquanto não privilegiada e também enquanto privilegiada por ser mulher branca padrão.
Vejo os episódios da série religiosamente quando saem, li Os Testamentos quando saiu em Portugal e amei o desenrolar da história e as novas reflexões que me trouxe.
Recentemente comprei esta novela gráfica para me fazer companhia enquanto espero pela última temporada da série (pelo menos ouvi zum-zuns que é a última).
Já leste algum dos livros da Margaret Atwood que falei? Que outros livros recomendas desta autora?
Para quem não conhece a história, deixo a sinopse do primeiro livro:
Sinopse: Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.
Com amor, Brenda
quinta-feira, 24 de março de 2022
Peripécias do Coração (Bridgerton #2) | Julia Quinn (opinião)
sábado, 12 de março de 2022
Roam | C. H. Armstrong
(review in english after the portuguese one)
Uma foto natalícia a 12 de Março? Porque não? 😹 (na verdade estou tãoooo atrasada na publicação desta opinião que a edição que fiz para esta foto nem faz sentido nesta altura do ano, mas não se costuma dizer que o Natal é quando a gente quer? Então... ☺️)
Roam. Ir de um lugar para outro sem propósito ou direção: vaguear.
Abby Lunde é uma moça de 17 anos que se encontra a viver um dos momentos mais difíceis da sua vida. Depois de um escândalo envolvendo a sua família, a vida de Abby fica virada do avesso e ela, a sua mãe, padrasto e irmã têm que mudar de cidade para reconstruir as suas vidas.
Só há um pequeno grande problema: eles não têm dinheiro e acabam a viver na rua em pleno inverno.
Ser novo numa escola e cidade não é fácil, mas ser sem-abrigo torna tudo pior. Inclusive, por conta dos problemas que Abby teve na antiga escola, decide que para recomeçar neste novo sítio precisa de guardar segredos (inclusive decide não contar sobre a sua situação atual).
🔹
Gostei tanto deste livro! A Abby é uma personagem tão querida e a autora consegue-nos fazer sentir o desespero que ela sente. Eu só queria conseguir guardar esta família num potinho e protegê-la.
Se há um livro que gostava que fosse traduzido em Portugal era este, porque ensina tanto sobre empatia, força interior, sobre amor incondicional, sobre perdão, gratidão e dedicação.
Além disso, depois de ler Roam, fiquei cheia de vontade de ler To Kill a Mockingbird (o livro favorito da autora) pelas abordagens que C. H. Armstrong faz ao livro no âmbito da dinâmica escolar de Abby.
Vais gostar deste livro se gostas de: personagens que superam adversidades, livros com muita dinâmica familiar e livros jovem adulto/young adult.
Nota legal: Agradeço à Central Avenue Publishing por me fornecer um exemplar deste livro (apesar de ter sido já há algum tempo via netgalley) em troca de uma revisão honesta. Todas as opiniões são minhas.
Compra este livro: Amazon
Classificação: ★★★★★ (5/5)
Review in English
terça-feira, 22 de fevereiro de 2022
Seeing Double (Good Ol’ Boys #2) | Mj Hendrix
Compra aqui: Amazon
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In English:
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
Cousin Calls | Zeb Haradon
(review in english after the portuguese one)
Compra aqui: Amazon
Annie, uma moça que recebe uma chamada de um primo distante e descobre que pertence a uma família com legado na indústria do chilli (ah e tem um namorado estupidamente detestável - peço desculpa a brutalidade, mas ele irritava-me profundamente 🤦🏻♀️);
Ward que coloca uma prótese que o faz adquirir conhecimentos de longa memória muito rápido, mas que com isso adquire também um “pequenito” fetiche por sombras;
Gordon, que é contratado para investigar um problema nas lojas de conveniência que pertencem ao seu primo. Para mim esta foi a história mais chata de todas, em parte porque não atava nem desatava e porque já estava farta de ler sobre um crime a envolver 💩.
Alex, um veado, sim, vocês leram bem! UM VEADO! Temos uma história contada por um animal e foi aí que pensei “pronto, o Harold já bebeu uma pinguinha a mais e já ouve um veado a contar a história” x’D
Jane, a que eu mais gostei, por se passar durante a pandemia e podermos ir acompanhando a Jane durante todas as mudanças que o COVID trouxe às nossas vidas, bem como de todo o processo pré-eleições dos EUA.
In english:
Annie, a girl who receives a call from a distant cousin with a legacy in the chilli industry and has a stupidly obnoxious boyfriend (I apologize for the brutality of my words, but he really annoyed me ahah);
Ward, who puts on a prosthesis that makes him acquire knowledge of long memory very quickly, but with that he also acquires a “little” 🥴 shadow fetish;
Gordon, who is hired as a PI by a cousin to solve a problem in the convenience store his cousin owns. For me this was the most boring story of all, in part due to the fact that it was a bit gross and I was sick of reading a mistery about poop. 🤭
Alex, a deer, yes, you read that right! A DEER! We have a story told by an animal and that's when I thought "okay, Harold already had a little too much drink! He's already hearing a deer telling a story" 😹
Jane, the one I liked the most, for taking place during the pandemia. I loved being able to accompany Jane through all the changes that COVID has brought to our lives, as well as the entire US pre-election process.
sábado, 18 de dezembro de 2021
The Smallest of Bones by Holly Lyn Walrath
Sinopse: A haunting ossuary of tiny poems covering a wide range of topics such as love, romance, relationships, queer sexuality, religion, death, demons, ghosts, bones, gender, and darkness. The Smallest of Bones guides those on an intimate journey of body acceptance, with sparse words dedicated to peeling back skin and diving bone-deep into the self. Raw, honest, and powerful, this collection is an offering to those struggling to find power in the darkness.
" (...)some parasitesinfect their hostsuntil they have controlof their mindsat which pointthey drown themselves"
In English:
Synopsis: A haunting ossuary of tiny poems covering a wide range of topics such as love, romance, relationships, queer sexuality, religion, death, demons, ghosts, bones, gender, and darkness. The Smallest of Bones guides those on an intimate journey of body acceptance, with sparse words dedicated to peeling back skin and diving bone-deep into the self. Raw, honest, and powerful, this collection is an offering to those struggling to find power in the darkness.














