terça-feira, 12 de junho de 2018

5 Filmes para uma Girls Night

1. Como perder um homem em 10 dias


Uma ótima comédia romântica. Ela tem a tarefa de escrever um artigo com o tema "Como perder um homem em 10 dias", ele fez uma aposta com os amigos de como irá conseguir fazê-la apaixonar-se por si. Mas nenhum sabe dos objetivos um do outro, pelo que enquanto um tenta fazer de tudo para acabarem, o outro tenta que surja amor. Como podem supor, vão haver inúmeras cenas engraçadas pelo que se querem descontrair este filme é um must see. 

2. O Diabo Veste Prada


É sobre uma aspirante a jornalista que vai trabalhar para uma revista de moda e acaba por se perder naquele mundo. É inevitável fazermos tudo para que o(a) nossa(a) chefe se orgulhe do nosso trabalho, mas  não vale perder os amigos e caráter e é nisso que o filme incide.

3. Como ser solteira




Um filme cómico e sobre como qualquer amizade pode curar o espírito depressivo que às vezes se abate sobre nós.

4. Gifted



Este filme é sobre uma menina muito inteligente que se vê no meio da luta entre o tio, que apenas quer que ela seja  uma simples criança e aproveite a sua infância, e a avó que quer explorar as capacidades dela ao máximo e colocá-la nas melhores faculdades para desenvolver a sua inteligência.

Gostei muito da pequena atriz que faz de protagonista, souberam escolher muito bem!


5. A Idade de Adaline



Um filme muito amorzinho que envolve magia, romance e Blake Lively. Um filme mais calminho para quem prefere coisas mais românticas.

🌳

Gostaram das minhas sugestões? Têm outras ideias de filmes para uma Girls Night? Digam-me tudo nos comentários! ;)


quinta-feira, 7 de junho de 2018

Mil Vezes Adeus de John Green

Aza é uma jovem peculiar. É aparentemente normal, porém as suas espirais de pensamento asfixiantes dificultam-lhe a vida. Sofre horrores com os seus graves problemas de ansiedade, não consegue tirar da cabeça o pensamento de que vivem milhões de bactérias dentro de si, à espera de a pôr doente, e passa o dia a mudar o penso rápido no seu dedo médio, que fere constantemente numa tentativa de perceber se é real.

Davis é apaixonado por estrelas, poeta, solitário e... o filho mais velho do bilionário Russell Picket, que desapareceu misteriosamente na noite anterior a uma busca policial à sua casa.

Ambos perderam pessoas que amavam, acabando por se conhecer num acampamento, e criando laços que, anos mais tarde, os volta a unir quando o pai de Davis desaparece e é oferecida uma recompensa de 100 mil dólares a quem tiver informações sobre o paradeiro deste.

Aza é então impulsionada pela sua melhor amiga, Daisy, a reconectar-se com Davis, de modo a tentar obter o paradeiro do bilionário e tentar ganhar a recompensa.


Green


As personagens são uma mistura de maravilhosas, estranhas e fascinantes. Tem a dose certa para nos agarrar ao livro.

Existem duas "narrações" implícitas neste livro, isto é, uma narração interna e uma externa. A externa é todo o enredo sobre o qual fala a sinopse, a interna é sobre o TOC e transtorno de ansiedade de Aza.

Apesar da sinopse parecer que o livro vai ser sobre uma aventura ou algo no género de livro de detetives, não se deixem enganar, esse, a meu ver, é um enredo secundário. O enredo principal é a batalha interna de Aza.

Este livro fala sobre ansiedade, perda e sobre a superação das mais difíceis batalhas: as que travamos dentro de nós.

É uma masterpiece de introspeção e descobertas sobre nós e o universo.

É um livro muito lindinho. Perfeito mesmo! É aquele livro que lava a alma e tira ressacas literárias num estalar de dedos.

Incrível como o autor conseguiu descrever aquilo que uma pessoa com transtorno de ansiedade sente e, apesar da ansiedade se manifestar das mais variadíssimas formas, penso que ele conseguiu captar muito bem a espiral de pensamentos pela qual alguém com ansiedade passa.

É muito difícil explicar a ansiedade e através das suas metáforas John Green conseguiu alcançar algumas formas de traduzir em palavras algo tão difícil de se sentir (quanto mais explicar...).


Vi partes de mim representadas neste livro que nunca soube traduzir em palavras.


Ao longo do livro dá para se perceber claramente que as facetas da fase "ansiosa" e da fase "normal" estão um pouco descompensadas, num momento Aza está bem e no outro está a entrar em ataque de pânico. Green soube muito bem mostrar o que é que uma pessoa que entra em pânico sente: falta de controlo sobre o seu corpo e mesmo que de início tentes ganhar essa guerra, perdes sempre a batalha conta o teu cérebro. Ele vence-te pelo cansaço... Porque se não o ouvires a ansiedade nunca vai parar...

É preciso ser de uma sensibilidade extrema, ter um dom incrível para as palavras e, acima de tudo, é preciso saber estar na pele de alguém com este transtorno, e John Green esteve por isso ninguém melhor que ele para descrever estes transtornos!

🌳

Em relação ao título e capa, preferia "mil vezes" a capa original, tinha muito mais significado tendo em conta o conceito do livro. A capa portuguesa passa acima de tudo aquela ideia da amizade. Além disso, apesar de ter entendido porque traduziram o título para "Mil Vezes Adeus", penso que "Tartarugas até ao infinito" tinha sido a melhor tradução... Pura a simplesmente entende-se que o livro é sobre vários adeus que se diz, o que não está completamente errado, porém a espiral de pensamentos e o universo ser composto por tartarugas sobrepostas "por ali abaixo" é o que cai como nem uma luva a toda a ansiedade da Aza que o autor nos transmite.

Daisy é uma lufada de ar fresco para Aza, mas só às vezes. Outras vezes irritou-me profundamente a sua falta de tato e de sensibilidade. Alguém como Aza tende a virar-se para dentro, porque a ansiedade assim o exige. Daisy não entendia e também devido a isso acabou por trazer Aza para a realidade e tirá-la um pouco daquele meio de silêncio em que se refugiava.

E com essas pequenas coisas vamos vendo a evolução das personagens e conseguimos perceber perfeitamente porque permanecem amigas.


O "The Guardian" diz:
"Podemos estar perante um clássico da literatura moderna." 


E eu digo: Não "podemos estar", nós definitivamente estamos perante um clássico de literatura moderna!

É um livro que deixa uma centelha de esperança a todos aqueles que sofrem de algum transtorno e não conseguem ver a luz ao fundo do túnel, ou talvez tentem ver mas o seu cérebro ansioso obriga-os a questionar tudo.


Classificação: ★★★★☆


"És ao mesmo tempo o fogo e a água que o apaga. És a narradora, a protagonista e a comparsa. És a contadora da história e a história contada. És a alguma coisa de alguém, mas és também o teu tu."



terça-feira, 5 de junho de 2018

xoxo, Gossip Girl



Muito glamour, drama, triângulos amorosos e, acima de tudo, muita Blair Waldorf. Estes motivos deviam bastar para veres esta série, mas se não bastam aqui vão mais alguns.

1. A série é muito leve

Comecei a ver há uns meses e inicialmente achei a série muito secante, pelo que nem via os episódios regularmente. Limitava-me a ver quando as minhas séries estavam em stand-by, mas depressa me apercebi que sempre que procurava uma série para relaxar a mente era esta que me vinha à mente.

E assim me tornei uma viciada em Gossip Girl.

Para quem nunca viu, esta série explora o quotiadino de um grupo de amigos pertencentes à alta classe social de Manhattan.

À primeira vista vi muitas semelhanças com uma série que vi há uns anos de nome "90210 Beverly Hills", mas confesso que em comparação, a história de Gossip Girl ultrapassa essa a milhas!

2. Blair Waldorf







Blair é aquela criatura que todos nós temos dentro de nós. E o amor dela com o Chuck? Péssimo. Abusivo, super complicado, um terror. A sério! Mas depois quando as coisas começam a entrar nos eixos e o Chuck deixa de ser idiota até shipei.






3. A amizade entre a Serena e a Blair

Apesar de tudo, elas continuam a lutar pela sua amizade e a evoluir enquanto amigas e pessoas. Mostram-nos que mesmo errando qualquer pessoa merece uma segunda oportunidade (ou umas mil no caso delas ahahah).







4. Vanessa Abrams

Lembra-nos que todas conhecemos aquela pessoa que tenta ser Blair, tenta ter o que Serena tem e não consegue nada mais nada menos que fazer porcaria. Há sempre aquela pessoa que anda no mundo porque vê os outros andar. Se conheces alguém assim, essa pessoa é a Vanessa Abrams.





5. A Gossip Girl

Em primeiro lugar o facto de termos um ser aparentemente omnipresente a divulgar todos os segredos dos nossos queridinhos dá um caráter viciante à série.

Mas e quem é a Gossip Girl?

Ahhh isso agora...! Eu tive muitas teorias até ao fim da série e quando se descobriu quem era não fiquei lá muito surpreendida! Na verdade achei o fim muito mal feito.




6. A trilha sonora

A trilha sonora lembra-me aqueles tempos de adolescência (talvez porque passou naquele tempo e tu só viste a série agora, né Brenda?)



7. Dan e Serena

Meu ship do início ao fim! Deixo uns vídeos para shiparem comigo.






quarta-feira, 30 de maio de 2018

Cem anos de Solidão | Gabriel García Márquez

Em primeiro lugar gostaria de deixar claro que este é um livro de escrita difícil. 

Aviso isto desde já pois se me tivessem informado isto eu teria guardado esta leitura para depois (a.k.a para uma altura em que estivesse mais preparada para uma leitura deste tipo).


Acredito que muitas pessoas não vão gostar deste livro e a maior parte nem vai lê-lo todo.


Outra coisa que precisas de saber é: Todos se chamam Aureliano e José Arcadio Buéndia. É um constante teste de memória, por isso se estás no mood de puxar pelo cérebro ao máximo então este livro é para ti!

No meu caso, foi muito difícil acompanhar (a minha memória está péssima!) e dava por mim sempre a ir ver a árvore genealógica, que está no início da minha edição.

Nota: Para quem não tem uma edição com árvore genealógica, aconselho que faça um diagrama à medida que lê.



Solidão



Então, a história é sobre uma família que vive em Macondo, uma localidade fictícia, onde acontecem umas coisas muito estranhas mas que para quem lá vive são completamente normais.

Aprendi que esse estilo é conhecido como realismo mágico.

Neste livro não existe uma história com os típicos protagonistas, na verdade a família Buéndia é que é precisamente o centro de toda a trama, pelo que, é contado o percurso de todos os membros da família ao longo de 100 anos.

A particularidade é que Úrsula, casada com José Arcadio Buéndia (1ª geração), por ter vivido entre 115 e 122 anos, acompanha todas as gerações e podemos sempre entender muitas particularidades desta família enorme devido à sua observação sábia.

Não nego, muitas vezes pensei: "Mas porque raio ainda estou a ler este livro?"


Outras vezes dei por mim a rir de coisas completamente absurdas (impensáveis na minha realidade) e outras que me deixaram muito confusa mas que depois entendi que aconteciam pelo desejo inconsciente de solidão impregnado nos genes desta família.


🌳


Enquanto lês este livro não há espaço para a mínima distração. Eu que o diga, pois bastava distrair-me 1 milésimo de segundo ou ler um parágrafo distraída que tinha que reler tudo novamente.

E não pensem em deixar de ler o livro um dia ou dois porque perdem o fio à meada. 

O autor conta a história passando de narrador para narrador no mesmo "capítulo", pelo que é muito fácil nos perdermos caso deixemos de ler durante algum tempo.

A história é bonita? Sem dúvida! Mas este não é, de todo, o tipo de escrita que me agrade. A forma como a história é contada deixa-me extremamente aborrecida. Parece que nunca mais acaba!

E sei que isso se deve muito ao facto de não haver diálogo para "quebrar" os momentos descritivos.

E com isso, para mim existiram dois modos para ler este livro: 1) Se pensava que ia ler este livro para relaxar, enganei-me redondamente. Ia pegando de juízo! 2) Isto realmente ajuda a dormir (talvez fosse mesmo este o objetivo do autor, sei lá!).

Sei que é suposto gostarmos deste livro, pois é considerada uma obra-prima latino-americada, porém este não foi um dos meus livros favoritos (bem longe disso). Peço desculpa a todos os que amaram esta história, mas a partir do momento em que tive que me esforçar para ler o livro a história tornou-se bem difícil de ler.

Talvez se o ler num momento em que esteja mais aberta a este tipo de literatura o livro se torne mais interessante... Ou talvez seja só uma pessoa comum que não entende o significado da história.

Mas por agora dou 2 estrelas porque afinal o homem recebeu um Nobel caramba... Além disso, se há um ser com uma grande capacidade para escrever uma história como esta com tantos pormenores e personagens com nomes iguais e conseguir não se confundir, isso merece pelo menos mais uma estrela.

Classificação: ★★☆☆☆

Já lês-te este livro? Qual a tua opinião? Concordas comigo?

Aos que vão ler este livro, Deus esteja convosco.


quinta-feira, 24 de maio de 2018

Um Reino de Sonhos de Judith McNaught



McNaught


Não se trata apenas de mais um romance de época, este é O romance de época!

Que história incrível, senhooor!

No prólogo temos uma cena de um casamento, cujos noivos não sabemos quem são. Porém nota-se a hostilidade entre as duas famílias.

Somos então transportados para o que aconteceu até resultar naquele evento.

Neste livro temos a história de Jennifer Merrick, filha de um lendário guerreiro escocês, e Líder do Clã Merrick, que vive numa abadia por castigo do pai à 2 anos. Jennifer é independente, feminina e muito teimosa, pelo que tem características pouco usuais para o tempo em que esta história decorre (inícios de século XV).

Royce Westmoreland, o duque de Claymore, e tão afamado "Lobo Negro", é um soldado inglês com um historial de muitas batalhas vencidas contra os escoceses e um tanto de lendas assustadoras. Quando o seu irmão, Stefan, rapta as duas irmãs Merrick como possível moeda de troca, Royce vê-se com uma difícil tarefa em mãos. 

Jennifer é um pesadelo para qualquer soldado que a queira controlar! Como uma verdadeira Merrick, faz de tudo para se ver livre das garras "do Lobo".

E quando por decreto real são obrigados a casar, estes dois personagens, de lados opostos em uma guerra, têm que lidar com a situação o melhor que podem.

E aí Jennifer, que sempre procurou a aprovação do pai e do seu povo, tem uma tarefa difícil em mãos: jurar lealdade ao seu marido ou manter-se fiel ao seu clã.

🌳

Nota-se desde o início a empatia entre os dois personagens, que ao longo do tempo se transforma em amor, traições, desencontros, mal-entendidos, etc.

Mas caramba, nunca vi um personagem masculino com tanto charme (I'm so sorry Maxon Schreave)! 

Ela esperava violência do famoso Bárbaro, porém ele tratou-a melhor do que muita gente na sua vida. E daí começa a nascer um amor sem fronteiras, mas assombrado pela rivalidade entre os países.

Dava por mim a parar de ler para interiorizar as atitudes de Royce com a Jenny. E apesar do que podem supor, não houve momentos lamechas! NADA! Só sentimento de pura admiração e amor incondicional. E nisso, meus amigos, esta autora bate recordes!


O livro tem cenas de amor ardente, comédia e outras de ódio intenso alimentado pelo patriotismo.


Judith McNaught tem o dom de nos transportar para junto dos seus personagens, e mesmo quando o narrador omnipresente "mudava de ângulo" eu sentia a mudança automaticamente. Era como se o meu cérebro estivesse preparado e já soubesse a quem pertenciam aquelas palavras e atitudes, de tão características que eram.

Fiquei encantada com a escrita desta autora, por isso, mal tenha a oportunidade, vou comprar o segundo desta coleção (coleção Dinastia Westmoreland). Se bem que pelo que já ouvi dizer, como as histórias são independentes e com diferentes protagonistas podemos ler os livros sem qualquer ordem definida.

Edições Asa, aposta neste tipo de livros and I will give you my money.



Por fim gostaria de salientar ainda que a edição tem uma ótima qualidade, isto é, foi dos únicos livros que li em que a lombada e capa não ficaram com marcas nem dobras. Por isso conseguem perceber a qualidade da edição.


Classificação: ★★★★★ (5/5)


terça-feira, 22 de maio de 2018

4 séries que deveriam ser canceladas

1. Orange is the New Black


A série começou com um enredo bastante original. Repleta de episódios extremamente criativos, chegando até a ser cómicos. Na altura em que saiu, esta série destacou-se muito!

Porém, ao longo dos episódios da última temporada o descontentamento dos fãs foi inevitável. Foi uma temporada monótona que pareceu demorar séculos a terminar. Todavia, na última parte da temporada os produtores conseguiram voltar a puxar-nos para a história, mas ainda assim pergunto-me: Que raio vai acontecer agora? Vão ser todas separadas?

Well, ou a próxima temporada rebenta com as expectativas e volta a chamar os fãs ou é o definitivo downfall da série. Por isso, é melhor começarem a pensar num fim aceitável para OITNB em vez de continuarem a encher chouriços.




2. How to get away with murder


Não acredito que estou a incluir uma das minhas séries favoritas nesta categoria. Porém, vamos encarar a verdade: o enredo já está a ficar exaustivo.

Eles não conseguem viver as suas vidas e fazer o seu trabalho sem matar uma pessoa em todas as temporadas?

Vamos aceitar que esta série já teve o seu momento de brilhar, e apesar de amar a Viola Davis e adorar ver a Annalise em tribunal a transpirar poder por todos os poros, acredito que está na altura de terminar a série antes que se torne "mais do mesmo".



3. The Walking Dead


Estes já andam a encher chouriços há temporadas!

Eu não dava nada por Fear The Walking Dead, achei a primeira temporada fraquíssima, mas cara equipa de efeitos especiais de TWD MEXAM-SE! Fear TWD está a passar-vos bem à frente.

Efeitos especiais à parte, há que admitir que a história anda a ser sempre a mesma, apesar de num mundo apocalíptico as guerras serem também entre humanos, caramba, não acham que está a ficar demasiado? (aparentemente não, se não já tinha parado duuuh)



4. The 100



Esta é um pouco controversa! Apesar de eu AMAR esta série, acho que também está a ficar um pouco como The Walking Dead, no sentido em que a sobrevivência deixa de ser o foco e passa a ser a guerra entre humanos. Esta última temporada tem coisas originais, admito, porém se fizerem perdurar a história sempre nas mesmos linhas, o público irá acabar por se desinteressar. Por isso tenham isso em atenção e comecem a considerar um final digno, os fãs agradecem.




quinta-feira, 17 de maio de 2018

Home






Nunca te perguntaste o que é que faz o teu lar o teu LAR? O que faz a tua casa, ou outra coisa qualquer, fazer-te sentir que estás "em casa"?

Será a casa? O ar? As pessoas?

Será a comida, o lazer, o espaço?

Será o sentimento de conforto que "casa" te proporciona?

Ou será o local imaginário dentro do coração daqueles que amas?

Casa pode ser Portugal, Brasil ou Austrália. Casa pode ser uma mansão ou um pequeno casebre.

Mas duma coisa tenho a certeza, casa é aquele sítio que tu queres ficar, é aquele lugar que não te julga, não te aprisiona e, principalmente, onde és capaz de ser tu próprio.







Por isso é que recomendo muitíssimo o filme "Home" porque nos dá uma visão de como fazemos tudo para manter o nosso lar, mesmo que a casa esteja ao virar da esquina o nosso lar é onde se encontram as pessoas que mais amamos.

O filme Home é das melhores animações que já vi, e por isso um filme obrigatório para todos aqueles que reconhecem o significado do que é "estar em casa".