segunda-feira, 30 de abril de 2018

sim, sou fã de Crepúsculo e depois? | TWILIGHTER BOOKTAG

Há muito que saiu a saga Crepúsculo e com ela veio o preconceito para com os fãs. Agora, com 22 anos, completamente sã e ciente que existe muito preconceito em volta da saga declaro que sou fã incondicional de Crepúsculo.

Os livros desta saga iniciaram a minha vida enquanto leitora! Óbvio que já tinha lido livros antes, mas foi esta saga que me fez amar a leitura, torcer pelas personagens e vibrar com o lançamento de um novo livro.

Resolvi então responder à tag criada pela Beatriz Paludetto (para aceder ao vídeo da tag clica AQUI)


1. Qual foi seu primeiro contato com a saga?

Hum, não sei muito bem mas tenho a ideia que comecei a ler esta saga por causa da minha melhor amiga de infância (oi, Carina), que leu os livros e me disse que achava a Bella muito parecida comigo.

Decidi então comprar o primeiro livro e guess what: nasceu uma fangirl!


2. Qual o livro e filme preferido e porquê?

Hum, adoro todos os livros, mas o que mais me comoveu foi o Lua Nova. Foi nesse livro que se viu o quanto a Bella e o Edward se amam e o quanto sofreram por estarem longe um do outro. 





Em relação ao filme, eu amo o primeiro! Não sei se pelo tom azulado, se por ser mesmo o primeiro, sei lá! O que sei é que tenho o DVD todo riscado e sei de cor todas as falas e músicas desse filme.

TRAILER


3. Personagem preferido e personagem mais odiado

A minha personagem favorita será sempre o Edward. 





Ao contrário de toda a gente, que detesta o Jacob, eu não o detesto absolutamente nada. Só me irritava um bocadinho ele andar sempre de tronco nu! Não havia uma alminha que lhe comprasse umas t-shirts? Ele podia transformar-se a qualquer momento mas nada justifica andar por aí com o seu "birthday suit".

Resumindo, para mim o Jacob é um mal menor, o meu problema é com a Jane. Nutro muito ódio por ela!






4. Qual música da trilha preferida?


Apesar de não ser a minha favorita adoro esta:





Porém aquela que me toca o coração até hoje é:




Sei que a pergunta é se refere à minha preferida e só disse duas, mas a do casamento está no TOP 3! 







5. O que a saga representou para você na sua vida literária?

Representou tudo. Foi o início da minha vida literária. Li e reli todos os livros vezes e vezes sem conta. Folheei cada página com muito amor e ainda hoje tenho muito carinho por esta história.

Além disso foram os primeiros livros "a sério" que li, foram os primeiros calhamaços da minha coleção.


6. Team Edward ou Team Jacob?

Team Edward FOREVER! Não preciso explicar porquê, certo?


7. Já leu ou escreveu uma fanfic de crepúsculo? Indique uma!

Nunca escrevi nem li nenhuma fanfic! Porém, recentemente, tomei conhecimento de um livro da Chiado Books denominado "Team Jacob" que me parece interessante (apesar de eu ser #TeamEdward). Podem ver qual é clicando AQUI.



8. O que você adquiriu em decorrência da série?

Adquiri um grande amor pelo Robert Pattinson (AHAHAHAH) e por vampiros e tudo o que está ligado ao sobrenatural. Na altura comprei ainda o primeiro volume da edição em banda desenhada do primeiro livro, que nunca completei porque custa os olhos da cara!

Sei que já saiu a Edição dos 10 anos, mas ainda não tive a oportunidade de a comprar! *shame on me*

Além disso, comprava roupas que me fizessem parecer a Bella. Ainda procuro o casaco do primeiro filme e o anel de noivado... uhuhuh

Mas de tudo o que mencionei, a que mais me orgulho de ter comprado é uma pulseira com os símbolos de cada personagem (o lobo, o cordeiro, a maçã, etc). É pena não saber onde a guardei, se não ainda hoje andava com ela! AHAH


Para terminar o post em grande, deixo aqui um vídeo amorzinho da cena final do último filme.








Espero que tenham gostado do post e, fãs de Crepúsculo que me estão a ler, nunca tenham vergonha de dizer que gostam desta saga. 

Não tenham vergonha de gostar e de assumir os vossos gostos.


sábado, 28 de abril de 2018

Vikings: 6 motivos para veres esta série

1. A intro


A primeira coisa que vais amar é a intro! Depois de veres os episódios vais perceber que os pequenos detalhes estão nela e irás entender o quão boa é essa série!






2. As expressões do Ragnar


Logo no início reparei nisso! Ele tem sempre umas expressões que dizem tudo! E o mais engraçado é que os filhos adquiriram alguns tiques do pai, o que dá uma credibilidade GIGANTE à série!









3. Até te esqueces de quem eles são e do que fizeram naquele período da história


Com tanto romance e "normalidade" quando chegam as cenas épicas de "matança", vamos admitir, até ficas paralisado(a) a olhar para o ecrã sem fôlego. Perguntas-te "como é que é possível tanta violência?" mas depois lembraste que estás a ver Vikings, uma cultura completamente sanguinária e bárbara.







4. Personagens incríveis #girlpower


Os Vikings não olhavam a géneros e tanto mulheres como homens iam para a guerra, o que só nos mostra que, independentemente do género, todos têm potencial para guerreiros, basta ter força de vontade! E se as culturas antigas não faziam distinção entre os géneros porque é que as gerações, supostamente mais evoluídas, tendem a fazer?






5. As cenas de batalhas são incríveis


Este motivo fala por si! Basta veres os primeiros episódios que vais perceber porque este é um motivo muito forte para veres esta série. Séries com efeitos como esta deitam por terra aquelas que ao longo dos anos não vão melhorando (cof cof The Walking Dead aprende).





6. Eu já disse as expressões do Ragnar?






terça-feira, 24 de abril de 2018

No meio do nada (The Middle)


A minha série favorita. De sempre.

Faz-me rir todos os dias, revejo os episódios vezes e vezes sem conta e REZO para que haja episódio novo naquele dia da semana. Apresento-vos:

The Middle (ou em português, No meio do Nada)







No meio do nada é uma série que acompanha o quotidiano de uma família americana, os Hecks. Na verdade, a definição mais correta seria: uma família perfeitamente estranha e disfuncional, mas com a qual todos nos identificamos.

É composta por 5 elementos: Mike (pai), Frankie (mãe) e os três filhos Axl, Sue e Brick.

Em todas as séries é inevitável encontrarmos semelhanças com algum personagem e, em relação a esta série, aquela com a qual me identifico é nada mais nada menos do que:

Sue Heck





Claro que tenho o gosto pela leitura do Brick e uns dias de preguiça como o Axl (q.b. e sem nojices) mas a Sue é o meu alter-ego.

Ela é positiva, querida, desajeitada e completamente sem sorte. OU será que terá sorte no final?

Em breve termina a 8ª e última temporada desta série.

Mais uma série que adoro está a acabar, mais uma série fantástica...

Se me sinto triste? Sim, sem dúvida! Mas é preferível terminarem agora antes que comecem "a encher chouriços" (cof cof Modern Family, olha a dica). Além disso, sei que depois esta série os atores vão ter grandes oportunidades e mal posso esperar por voltá-los a ver em outros formatos.

Mas admito que pensei que a série teria mais 1 ou 2 temporadas, até pelo menos o Brick chegar à universidade! (ver o Brick nessa fase seria hilariante!)

Agora resta-me aproveitar muito os últimos episódios e torcer pela Sue e pelo Shawn!

E depois? Bem *suspiro* depois irei rever todos os episódios, irei repetir todas as falas que sei de memória e voltar a ver as vezes que for preciso. 

No meio do nada é uma série que nos ocupa o coração e isso é suficiente para fazer durar, por muitos anos, a leveza que sinto quando vejo os episódios.


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Eleanor & Park: um livro extraordinário ou uma maldição?

John Green disse:

"Nunca vi nada como Eleanor e Park. É uma belíssima história de amor. Relembrou-me o que é ser jovem e apaixonado por uma rapariga, mas também ser jovem e apaixonado por um livro."


Eu não podia estar mais de acordo. Nunca vi nada como este livro, a sério!




No início do livro falam sobre Romeu e Julieta e todo o livro é uma história semelhante à obra de Shakespeare, isto é, um amor condenado.

Dois inadaptados. Duas famílias completamente diferentes. Mundos opostos.

Inicialmente achei que a história estava um pouco monótona, até porque já lá vai o tempo que eu costumava ler livros só de romance. Desde que aderi à ficção e romances com mais acção, nomeadamente, romances com história além do romance, que não sei o que é ler livros românticos como este.

Mas o livro tornou-se tão cativante que não consegui deixar de não torcer para que tudo desse certo entre Eleanor e Park. Em parte, isso deveu-se à escrita da autora, que é absolutamente brilhante.

Não consegui pousar o livro até o acabar!

Confesso que eu própria sendo jovem e apaixonada por livros, me tinha esquecido do que é estar assim encantada pelo romance entre duas personagens. 

Eleanor e Park começam a apaixonar-se de mansinho, como uma flor que brota na primavera. Ao princípio nem vemos que está a florescer e quando finalmente chega ao fim do processo é tão encantadora que absorve completamente a nossa atenção.

A forma como ele se definem e vão dando espaço um ao outro para algo mais tem algo de mágico.

E o fim? Bem, parece que os melhores escritores vão todos para a mesma escola aprender a dar-nos finais que nos desgraçam o psicológico (e coração apaixonado de leitora)!

Agora já entendi porque é que o John Green deu a sua opinião sobre o livro, já que esse é outro que só me dá finais insatisfatórios
...

Rainbow, se estiveres a ler isto, faz uma sequela por favor! O meu coração agradece.

Citação Favorita: Eleanor tinha razão: ela nunca tinha bom aspeto. Ela tinha aspeto de arte, e arte não tinha de ter bom aspeto; a arte tinha de nos fazer sentir algo.


terça-feira, 17 de abril de 2018

Filme | A Street Cat Named Bob


Depois de ler o livro, cuja resenha podem ver AQUI, fui finalmente assistir ao filme com o mesmo título.







Como seria de esperar, e não podia ser de outro jeito, o livro é muito melhor do que o filme.

O filme desiludiu-me muito!

Não por não ser semelhante ao livro, mas pelo argumento ter alterado pontos-chave do livro.

Por exemplo, uma das únicas coisas que gostei foi darem uma introdução à vida de James antes de Bob. O facto de ele ter tido uma recaída, de ter conseguido uma casa, entre outras coisas, mostrou como James vivia e como encarava a vida antes de Bob. Apesar de terem alterado um pouco as coisas, mostrarem a vida dele dessa forma até foi algo que me agradou.

Mas apartir daí foi uma bola de neve de desastres.

Bob aparece e James conhece Betty, que acaba por ser uma mistura das personagens Belle, a amiga, e  de uma veterionária que no livro o ajuda, o que só por si transforma a história toda.

Para piorar fazem a personagem ter ligação psíquica com o gato e até lhe dar o nome!

Escalando para a ruína, Betty tem aversão às drogas porque teve um irmão viciado que morreu com overdose. E perante isso James decide fazer a desintoxicação total.

Ora, no livro *SPOILER ALERT* James decide desintoxicar-se por completo por causa de Bob, para se livrar do passado que tanto quer ultrapassar! Ao mudarem essa parte transformaram essa atitude do James num romance do género: Foi por causa dela que ele decidiu deixar a metadona.

O que impede as pessoas, que só vêem o filme, de perceberem que toda a mudança que houve na vida de James foi graças ao amor que tinha por Bob e não devido a um romance com uma rapariga.

Não sei que raio estavam os produtores a pensar... Que transformar a história que há partida era triste e misturar romance só para ter mais audiências? Mais valia terem ficado quietos sem produzir um filme todo alterado.

A verdade é que se eu não tivesse lido o livro, não acharia o filme muito interessante, pois iria ser mais um romance, com a variante que há um gato no meio da história.

De referir que, apesar de tudo, gostei muito do Bob no filme e amei quando filmavam as cenas de acordo com a visão dele, pois deu outra dimensão à história.

A todos os amantes do livro, não recomendo o filme, a não ser que consigam abster-se do que leram no livro.

Todavia não deixa de ser um filme interessante e com uma mensagem bonita (toda alterada, mas bonita)


sexta-feira, 13 de abril de 2018

A Fada do Lar de Sophie Kinsella



A minha primeira comédia romântica. E que comédia!

Este livro porque me foi oferecido por uma grande amiga que... o detestou! Todavia, este mesmo livro já me tinha sido indicado por uma conhecida que o tinha amado e rido muito (vejam só as opiniões díspares) pelo que fiquei bastante curiosa.

No Natal, o livro foi-me então oferecido sob a promessa de que depois teria que dar a minha opinião e decidir realmente se o livro era mesmo engraçado ou não.

E sinceramente, não sei a que história "aborrecida" a minha amiga se referia! 

Na verdade este foi um dos livros mais engraçados que já li. DESDE SEMPRE!

Um dos motivos seja talvez porque me identifico muito com Samantha, a personagem principal. Numa vida dedicada ao estudo e à carreira deixou de aprender coisas básicas, muito por culpa da pressão que a própria família de sucesso colocou sobre ela.

E as primeiras partes em que ela fica pendurada no seu jantar de aniversário é de partir o coração! Eu admito que o livro me começou a envolver nessa altura e ainda mais depois de Samantha não conseguir lidar com o seu erro e entrar em pânico.


Este livro leva-nos a entrar em pânico junto com Samantha!


Eu temi pela sua carreira, eu ri das suas asneiras, fiquei feliz quando me apercebi que afinal não sou tão desajeitada como ela e, acima de tudo, vi na Samantha um modelo de mulher.

É assumido hoje em dia que as mulheres têm que construir carreira e quando Samantha decide que não quer ser a pessoa que era acaba por ser rotulada como antifeminista. E perguntei-me: Mas ser feminista não é precisamente poder escolher ser aquilo que quer ser? Não é poder sonhar e lutar igualmente por uma posição na sociedade, seja ela qual for?

Samantha desistiu de um mundo cheio de pesos sobre os ombros e de muito stress. E quem a pode culpar?

Vá, só a posso culpar por ser muito indecisa. Nas últimas páginas achei sinceramente que tinha que haver um segundo livro, porque não me parecia haver páginas suficientes para acabar bem o enredo. Mas felizmente ele acabou bem!

Em suma, "A Fada do Lar" é uma obra muitíssimo divertida e com uma mensagem bastante importante:

Aprende a cozinhar porque encomendar fora vai dar cabo do plafon do cartão de crédito.


Citação Favorita: "Se aprendi uma coisa com tudo o que me aconteceu é que o maior erro das nossas vidas não existe. A ideia de arruinar a vida não existe. A vida é bastante resistente."



quarta-feira, 11 de abril de 2018

Rodeia-te de pessoas com boas energias


energias




As pessoas são feitas de energias.

Essas energias comandam o nosso corpo, mente e espírito.

As energias fazem variar o nosso humor, a nossa motivação, a nossa maneira de encarar a vida.

Por isso é essencial equilibrarmos a nossa energia. Por isso é que temos a necessidade de nos conectarmos à terra e, acima de tudo, conectarmos-nos uns aos outros.


Já repararam que a nossa disposição por vezes varia muito dependendo as pessoas com que estamos?


Há pessoas que nos transmitem uma energia tão boa apenas estando ao nosso lado. Há pessoas que só de estarem perto de nós nos fazem sentir revigorados.

Mas depois há pessoas que têm uma energia tão negativa que nos sugam as forças... Que nos tiram o bom humor, a motivação, a positividade... Há pessoas que nos tiram qualquer vestígio de boa energia que tenhamos.

Ultimamente tenho reparado cada vez mais nisso, que a partir do momento que me afasto de determinadas pessoas me sinto imediatamente melhor.

Acredito que todos nós temos pessoas nas nossas vidas que nos sugam as energias. 

Talvez seja aquela pessoa que te desmotiva sem te aperceberes, que indiretamente te diz que não és capaz. Talvez seja aquela pessoa que nunca te apoia em circunstância alguma, mas quando precisa de ti a sua presença na tua vida é constante.

Talvez seja aquela pessoa com quem tens que lidar todos os dias e quando chegas ao final do dia estás completamente esgotada mentalmente, mesmo que nem tenhas feito nada que o justifique. 

Talvez seja aquela pessoa que mal partilha o mesmo espaço contigo te faz sentir um nó no estômago, um mal estar sem motivo e sem definição.

Perto dessas pessoas o cansaço não é só mental, é físico e, acima de tudo, espiritual.

Estar perto de pessoas com energias negativas arrasa o espírito.




energias




Essa pessoa pode ser o teu chefe, um colega de trabalho, o teu melhor amigo ou até mesmo um familiar teu.

Por isso, afasta-te, não deixes que a tua energia seja afetada por pessoas que não te fazem bem. E caso não te possas afastar tenta criar mecanismos de defesa. Cria distância dessas pessoas.

Às vezes é preciso afastarmo-nos das más energias dos outros para equilibramos a nossa e conseguirmos viver uma vida boa.