domingo, 24 de abril de 2016

TAG: Hábitos de Leitura



Olá pessoal!

Como têm reparado (ou não) o blog anda meio parado, mas para quem não sabe estou na fase final do meu curso e tenho que me dedicar à universidade (e por isso o blog fica meio de parte). ;)

Por isso, para não vos deixar mais tempo sem saber notícias minhas, trago-vos hoje uma tag sobre hábitos de leitura, com o objetivo de que, para além das opiniões que posto dos livros, possam conhecer mais um pouco sobre mim e, acima de tudo, conhecer um pouco dos "bastidores" das resenhas que já coloquei e que irei colocar brevemente. ;)

A Marianna Zavisch do blog Galáxia dos Desejos respondeu à tag e convidou todos os que quisessem responder a ela que o fizessem e como costumo visitar o blog dela decidi que iria entrar "na brincadeira". Ora aqui vão as perguntas e respostas:


1 – Quando você lê (manhã, tarde, noite, o dia inteiro ou quando tem tempo)?

Prefiro ler à noite, mas de momento só leio quando tenho tempo, o que tem sido raro ultimamente...


2 – Você lê apenas um livro de cada vez?

Geralmente sim. A não ser que o livro que comecei seja tão chato que não aguente e tenha que começar a ler outro ao mesmo tempo para equilibrar a dose de entusiasmo pela leitura ahah


3 – Qual seu lugar favorito para ler?
Secretária. Adoro ler na secretária e se foi à noite leio na cama. Porém na cama acabo por ler menos do que gostaria porque fico com sono e tenho que abandonar a leitura por ali. xD


4 – O que você faz primeiro: lê o livro ou assiste ao filme?
Leio o livro, como é óbvio! O livro é a história original e o filme uma adaptação dessa história, ou seja terá lacunas e alterações. Por isso gosto sempre de ler o original e só depois ver o filme. Se vir o segundo depois não consigo ler o livro de jeito algum.


5 – Qual o formato de livro você prefere (áudio-livro, e-book ou livro físico)?
Livro físico! Mas admito que já me começo a render ao e-book pelo facto de que consigo ler vários livros sem ter que os levar num monte dentro da mala :) Mas... continuo a preferir o livro físico!


6 – Você tem algum hábito exclusivo ao ler?
Silêncio. Não consigo ler sem silêncio, nem me consigo concentrar na história sequer. Outro hábito que tenho é arranjar marcadores completamente fora do normal. Como detesto dobrar o canto das páginas, quando não tenho um marcador comigo arranjo qualquer coisa que marque a página sem danificar o livro, por vezes até uso um simples guardanapo. ahah


7 – As capas de uma série tem que combinar ou não importa?
Claro que importa! Por exemplo, eu comprei os livros da Série Divergente e no primeiro está a capa já baseada num dos cartazes do filme e os restantes dois (ainda não tenho o último: "Quatro") têm as capas originais (com os respetivos símbolos) e isso irrita-me solenemente! Claro que leio os livros na mesma, mas fico com desgosto por as capas não seguirem a mesma linha de edição. 

🌳

E pronto, a TAG chegou ao fim. :) À semelhança do que foi feito pela Marianna, deixo à vossa escolha fazerem a TAG ou não, mas existe uma condição: se a fizerem, seja em post ou em vídeo, informem-me nos comentários para que possa ver as vossas respostas (sou muito curiosa ahah). Beijinhos,


sábado, 2 de abril de 2016

Till I Colapse


Para ouvir enquanto lêem ;)

As dificuldades são um fardo que carregas diariamente. Há pessoas que pensam que elas são facilmente ultrapassáveis, outros nem por isso.

Tudo se torna mais fácil quando temos amigos. Tudo se torna mais fácil quando partilhamos o peso do fardo com alguém. Significa que não estamos sozinhos.

Mas e se estivermos?

Há pessoas que não aguentam estar sozinhas, que procuram sempre ultrapassar a dificuldade juntando-se a outras, criando amizades de circunstâncias. Depois as amizades desaparecem e não são capazes de lutar sozinhas e afundam-se na frustração de não serem suficientes.

Depois há os que carregam a carga sozinhos e que, apesar de terem amigos, sabem que o peso é seu e não incutem a ideia de que "Pensei que eras meu/minha amigo(a), mas não me ajudas nisto". Simplesmente têm a noção de que não podem obrigar ninguém a estar ao seu lado quando "a coisa apertar". Mas não os tomem por egoístas ou otários, porque não se vão sujeitar a carregar o seu peso e o de pessoas que se vê que não dão a mínima para a pessoa em questão.

Não digo que carregar esse fardo absolutamente só seja uma coisa boa, porque não é... Carregas um grande peso, que um dia pode tornar-se superior ao que consegues suportar. Mas hipócrita ao ponto de formar amizades que só durarão até que não precises que te ajudem mais? Isso é sem dúvida... Cómico!



Sou aquele tipo de pessoa que está sempre na sua, sempre a tentar não incomodar os outros. Carrego o meu terrível fardo sozinha. Os que me pedem ajuda são inúmeros, pois para algumas pessoas sou amiga das circunstâncias e, por isso, acham que é minha obrigação ajudá-las a ultrapassar as suas dificuldades. Porém, quando se trata de ajudar nas minhas nem 1/3 dos quais eu ajudo me ajuda. 

Não se trata de dar para receber, mas sim, caso tenhamos a oportunidade para ajudar o próximo, então porque não ajudar a diminuir o que o deita abaixo?

E ainda se admiram quando me consideram "amiga" porque ajudo sempre e um dia deixo de carregar esse fardo que na verdade não é meu. Ainda são capazes de dizer que sou x e y e que nunca fui capaz de as ajudar (ingratidão *cof cof*). 

É eu sei, nesse sentido sou mázinha, mas se vejo que carrego mais fardo do que a própria pessoa que o devia carregar... Desculpem, mas não sou otária para andar a cumprir funções dos outros. E não se preocupem que pessoas assim arranjam outras amizades de circunstâncias, por isso nunca ficam mal na vida. A necessidade da minha ajuda é apenas temporária.



Chamam-me de arrogante, competitiva, presunçosa... Tudo porque desisti de carregar o fardo dos outros, mas sabem que mais? Só eu sei o peso que carrego e se só estão interessados em sugar a minha boa vontade e paciência podem muito bem ir arranjar outra falsa amizade, que desta não abusam mais. Se não carregas o meu fardo após muitas temporadas em que precisei, não esperes que faça das tripas coração por ti quando fores tu a precisar.

E assim continuo a carregar o meu terrível fardo sozinha. Há dias que me apetece desistir de tudo? Claro. Mas não desisto (nem aquele 1/3 de gente verdadeira da minha vida o permitiria), por isso lembro-me sempre do meu objetivo e sei que um dia o peso diminuirá. E não será porque arranjei mil e um amigos de circunstâncias para me ajudarem, será sim porque realmente conquistei o que queria e está na hora de começar a ambicionar outro sonho. Será porque está na hora de começar a carregar um novo peso.

Vocês também têm a sensação que só estão na vida de alguém para ajudar (abusivamente) e depois são descartados caso deixem de ser escravos? Deixem tudo nos comentários ;) Beijinhos,







sexta-feira, 25 de março de 2016

Livro: No Teu Olhar de Nicholas Sparks

Nicholas Sparks | 520 p.



Sinopse: Colin Hancock é jovem mas já viveu mais violência e abandono do que a maioria das pessoas. Foi perante o abismo que tomou a corajosa decisão de começar de novo. Agora, o emprego num restaurante da moda pode não o satisfazer, mas o sonho de se tornar professor parece cada vez mais perto de se concretizar. Dar às crianças o carinho e a atenção que ele próprio não teve é o seu grande e único objetivo… mesmo que o preço a pagar seja a solidão.


Maria Sanchez também deseja, acima de tudo, uma vida calma. Filha de imigrantes mexicanos, aprendeu desde cedo o valor do trabalho árduo, da ética e da lealdade. Para ela, bastam-lhe o emprego num prestigiado escritório de advogados e uma noite tranquila em casa para repôr as energias. Nem a insistência da sua irmã surte efeito. Com uma profissão tão arriscada, Maria aprecia a segurança que o isolamento lhe dá.



Colin e Maria não foram feitos um para o outro. Ele representa tudo aquilo que ela despreza, é o típico meliante que ela está habituada a ver atrás das grades. E quando se cruzam numa noite de tempestade, o fosso que os separa é profundo e evidente. Mas, a partir desse momento fortuito, as suas vidas não voltarão a ser as mesmas.

Conseguirão eles ver para além das aparências? Ler nos olhos do outro o que de mais profundo lhe vai na alma? Ceder à persistente memória daquela noite?



Se acham que No teu olhar será mais um simples romance de Nicholas Sparks, desenganem-se!

O livro narra a história de Maria Sanchez, uma filha de imigrantes mexicanos, e Colin Hancock, um jovem a lidar com o seu passado problemático.

Maria é advogada e almeja uma carreira de sucesso. Colin quer ser professor do 3º ano, mas ambiciona mais do que isso: lidar com a raiva que o consome pelas entranhas.

Tudo muda no dia em que se conhecem. Para ela, ele é verdadeiramente assustador, o típico rufia que mandaria para a prisão (exceto que é um rufia sincero! ). Para ele, ela é como uma pequena chama que promete incendiar a sua vida de coisas boas.

Conhecem-se e acabam por desenvolver uma relação, mas a vida de ambos altera-se por completo quando Maria começa a receber flores e estranhos bilhetes com ameaças no seu escritório.

A vida de Maria torna-se num rodopio de medo, confusão e incertezas e Colin usa aquilo que o torna na pior e na melhor pessoa que ela conheceu: a violência e a inteligência.

Colin acaba por nos assustar com o seu comportamento ao longo do enredo. Nem Evan e Lily, incondicionáveis amigos do nosso protagonista o conseguem controlar aquando de alguns eventos, mas acabamos por perceber que tudo vai correr bem. Isto porque afinal: Colin é a verdadeira lição deste livro. 

Todos nós temos direito à redenção, todos nós temos todo um passado que nos assomba, nem que seja apenas um episódio, ou anos cheios de ações das quais nos arrependemos. O que nos faz seguir em frente é a aceitação de quem fomos, de quem somos e do que a combinação dos dois anteriores nos fará ser.


Começo por vos dizer que a sinopse nada diz sobre o livro! Achei que iria ser um livro simples e acreditem: até à última página fiquei mergulhada neste mundo de medo pela Maria e pavor que o Colin fizesse algo estúpido e acabasse na cadeia.

Admito que não consegui prever o final, nem lá perto! A certa altura comecei a desconfiar de todas as personagens. Acho que o stress da perseguição da Maria também me deu nervos, como se fosse eu que estivesse a passar por aquela situação. Mas vá, desconfiei em coisas certas também, em como tinham ficado inacabadas tendo que se dar um desfecho a isso.

E o desfecho foi muito bom!

Já imagino como será no filme, porque realmente ver este livro concretizado em filme seria sem dúvida um desafio cinematográfico. Concretizar cenas com aquela dimensão, da maneira como foram escritas... e só tenho a dizer: boa sorte a superar o que imaginei! :p

Já leram o livro? Pretendem lê-lo? Contem-me nos comentários ;) Beijinhos,

sexta-feira, 18 de março de 2016

A história do meu amuleto contra as más energias

Em pequena, cresci rodeada de gatos! Nunca tive um que pudesse chamar de meu, mas por serem da minha avó era como se me pertencessem também! 

A Tuxa foi o meu primeiro amor felino. Brincava imenso com ela até aos 4, 5 anos. Depois, como acontece com todas as crianças (ainda mais hoje em dia) fui para o 1º ano e deixei de ter tempo para sair de casa e ir brincar. 

Tinha que fazer os trabalhos de casa e não restava tempo entre eles e o anoitecer, pelo qual todos os tempos livres que tinha eram para brincar com as Barbies e os nenucos no quarto.

Cresci, troquei a natureza pela televisão. A televisão pelo computador, e pelo computador ainda continuo. Vim para a universidade e conheci esta beleza chamada Princesa:



Ora, de início nós detestávamos-nos! A sério, era uma indiferença doentia. Ela afastava-se de mim quando passava, eu batia com o pé no chão para ela se assustar e desocupar o sofá... Verdadeiras inimigas! 

Penso que em parte se devia ao facto de me lembrar a Tuxa que há muito tinha morrido e, por isso, não queria mais gatos que me lembrassem as aventuras que tinha ao lado da gatinha da minha avó!

Passou-se o tempo e comecei a deixá-la ficar no sofá. Ora, e ela começou a achar que podia invadir subtilmente o meu quarto para fazer-me companhia.

Sim, aquele montinho é a gata entre o edredom e o cobertor... Uma verdadeira agente infiltrada!

Depois de certas "atitudes" (:p), é claro que estabeleci limites: nada de me subir para as pernas quando estiver distraída (nada de movimentos bruscos se não morro do coração) e nada de entrar no meu quarto. Adoro-a mas não adoro os seus pêlos na minha colcha fofinha! E assim foi. Ela respeita os limites e eu vou ter com ela sempre que posso. Assim, somos felizes e agora vamos casar-nos :p (ahahah just kidding!)

E sabem aquilo de dizerem que os gatos absorvem más energias? Sou totalmente de acordo. Cada vez que estou triste/ansiosa e passo por ela, o meu amuleto mia perdidamente até eu lhe fazer uma festinha. E sabem... uma festinha leva a outra e dali a pouco já está no meu colo dormindo sonoramente (ela ressona imenso!).

Continua a ser uma chata e refilona (acho que isso aprendeu comigo) mas é o meu amuleto contra as más energias. ❤



Vocês têm ou gostavam de ter um amiguinho destes? Contem-me tudo nos comentários ;) Beijinhos,

domingo, 13 de março de 2016

Filme: Convergente - The Divergent Series: Allegiant (2016)



Em primeiro lugar... nem sei o que dizer ao certo.

Fui ver o filme super entusiasmada e vim para casa meia confusa/desiludida/perdida da vida.

Li todos os livros, fui consciente que haveria uma divisão do último livro em duas histórias e que por isso este ia deixar ainda coisas em aberto. Basicamente com esta saga temos que parar de associar o filme ao livro, sim sei muito bem disso, mas é impossível não compararmos. E na minha honesta opinião acho que a Veronica Roth criou uma saga sem plano de escrita algum e foi escrevendo o que lhe deu na cabeça... o que foi aparecendo de interessante ela foi juntando. 

Chegou ao fim e tinha 3 livros. 

Já para nem falar que escreveu um último livro cheio de lacunas e partes vagas (o que é impensável acontecer num livro final de uma trilogia) e quando chegou o filme: PUFF tiveram que escrever um argumento possível de concretizar em cinema. Como leitora achei que o livro ficou aquém de uma produção cinematográfica. Vendo o filme achei que... podia ficar sem parte 2!

Eu que adoro a saga cheguei ao intervalo aborrecida e só queria ir dormir para casa e não ali no meio da sala de cinema. Adorei os efeitos, isso é indiscutível, mas simplesmente não vi o grande BOOM do filme. O momento pelo qual perdemos a respiração e ficamos na expectativa pelo próximo passo.

Os outros filmes eram bons? Sem dúvida. Este filme era bom? Repito, em efeitos visuais estava ótimo, mas continuaram a haver momentos vazios, com coisas literalmente (ahah) "atiradas ao ar" esperando que virassem um estrondo. E bem que este podia ser o último filme pois a história está praticamente encerrada.

Esta é uma curta opinião que vos deixo porque simplesmente soube-me a pouco e não sei que raio vai acontecer no próximo filme visto que a história do último livro está praticamente contada. Só se inventarem algo diferente... Sei lá, não faço ideia.

Tinha grandes expectativas para este 3º filme da saga. Desiludi-me bastante, mas acredito que tenha sido uma transição para o último que deverá acabar de uma forma supostamente magnífica.



Mas sabem que mais? Que tal irem ver o filme ao cinema e depois me virem contar o que acharam? Espero pelas vossas opiniões nos comentários ;) Beijinhos,








P.S- Saiu recentemente uma entrevista sobre o blog "The Lonely Tree" no blog "Upside Down" da Joana Veríssimo, vejam AQUI.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Carta aberta ao passado



Passado fica onde estás.

As pessoas que ficaram em ti não são essenciais.
Os sonhos eram outros porque não se tinha a maturidade de agora.
As pontas soltas atacam-nos com os "e se..." mas não é por isso que te devemos deixar voltar.

O vento muda, as perspetivas das pessoas também. Não nos tentes enganar, Passado, porque sabemos bem que elas não mudam, o que muda são os fatores externos, as coisas que nos influenciam e as pessoas que permanecem nas nossas vidas. Até a infelicidade é diferente de cada vez que vem.

Passado fica onde estás. Não mexas com o presente.

Se há coisa que aprendi é que o ser humano tem a mania de complicar as coisas e deixar voltar a entrar pessoas que não fazem sentido na sua vida deixando-se influenciar por isso. 

Se fosse para durar tinha durado, se fosse para viver tinha sido vivido, se fosse para ser concretizado tinha sido...

A vida é um grande quadro gigante e a cada pincelada tu transformas aquela grande tela em branco na tua obra de arte. Seguramente terás interpretações soberbas no teu quadro e terás também borrões desagradáveis.

A felicidade é para ser vivida e recordada como bons momentos mas nunca, JAMAIS deve vir acompanhada pela angústia de ter um borrão no quadro, de ter um desenho que era bonito mas que não pôde ser acabado.

O passado é todo ele um desenho por terminar, uma ponta solta que nunca vais ter a oportunidade de atar.

A tarefa de cada um de nós é deixar esse desenho inacabado no passado e prosseguir com novos que surjam. Em vez de tentarmos remediar devemos mentalizar-nos que só podemos usar esse passado como um pequeno tom da grande tela. Podemos mudar o pincel, a cor e até aperfeiçoar a técnica mas não podemos mudar o quadro talhado pela nossa vida.

Tudo depende de cada um de nós. Queres pintar o dia de hoje de que cor? Queres usar que estilo?

Passado fica onde estás, estou a fazer de ti arte.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Aniversário: 5 anos de blog!



O blog faz hoje 5 anos! Sim, 5 ANOS! Tem sofrido muitas mudanças ao longo dos anos e neste aniversário ele adquiriu um novo aspeto. É simples, muito "clean" e era mesmo o que eu pretendia: deixar o blogue mais simples à visualização.

Como sabem, inicialmente criei o blogue para ser uma espécie de diário, um sítio onde colocava os meus poemas e outros pensamentos aleatórios. Ao longo do tempo o seu objetivo foi mudando e neste último ano voltou em força com temas específicos, com publicações trabalhadas e com um conteúdo consideravelmente melhor relativamente ao que existia (pelo menos é o que acho).

Para ver os meus textos deprimentes do início do blog clicar AQUI.

Perspetivas para o futuro? Tenho algumas. Continuar a fazer publicações regulares no blog, fazer manutenção constante no conteúdo de modo a permitir aos leitores um local online interessante e com o qual se identifiquem ao máximo e, principalmente, continuar a fazer deste blogue um sítio onde me expresso e dou um pouco de mim a cada um que cá passa. :)

Por fim, gostava que deixassem a vossa opinião acerca do atual percurso do blog e caso tenham algumas ideias do que gostariam de ver traduzidas nele estejam à vontade de sugerir nos comentários ou por outra via presente na seção "Contatos" na barra de navegação. :)




Neste dia, para além do aniversário do blog é também... o aniversário da minha Mãe! :) Por isso, aqui fica um oficial: Parabéns, Mãe! Apesar de um "obrigada" não traduzir tudo o que fazes diariamente por mim, obrigada por seres quem és e me ensinares tudo o que sou! :) Beijinhos,