sexta-feira, 25 de março de 2016

Livro: No Teu Olhar de Nicholas Sparks

Nicholas Sparks | 520 p.



Sinopse: Colin Hancock é jovem mas já viveu mais violência e abandono do que a maioria das pessoas. Foi perante o abismo que tomou a corajosa decisão de começar de novo. Agora, o emprego num restaurante da moda pode não o satisfazer, mas o sonho de se tornar professor parece cada vez mais perto de se concretizar. Dar às crianças o carinho e a atenção que ele próprio não teve é o seu grande e único objetivo… mesmo que o preço a pagar seja a solidão.


Maria Sanchez também deseja, acima de tudo, uma vida calma. Filha de imigrantes mexicanos, aprendeu desde cedo o valor do trabalho árduo, da ética e da lealdade. Para ela, bastam-lhe o emprego num prestigiado escritório de advogados e uma noite tranquila em casa para repôr as energias. Nem a insistência da sua irmã surte efeito. Com uma profissão tão arriscada, Maria aprecia a segurança que o isolamento lhe dá.



Colin e Maria não foram feitos um para o outro. Ele representa tudo aquilo que ela despreza, é o típico meliante que ela está habituada a ver atrás das grades. E quando se cruzam numa noite de tempestade, o fosso que os separa é profundo e evidente. Mas, a partir desse momento fortuito, as suas vidas não voltarão a ser as mesmas.

Conseguirão eles ver para além das aparências? Ler nos olhos do outro o que de mais profundo lhe vai na alma? Ceder à persistente memória daquela noite?



Se acham que No teu olhar será mais um simples romance de Nicholas Sparks, desenganem-se!

O livro narra a história de Maria Sanchez, uma filha de imigrantes mexicanos, e Colin Hancock, um jovem a lidar com o seu passado problemático.

Maria é advogada e almeja uma carreira de sucesso. Colin quer ser professor do 3º ano, mas ambiciona mais do que isso: lidar com a raiva que o consome pelas entranhas.

Tudo muda no dia em que se conhecem. Para ela, ele é verdadeiramente assustador, o típico rufia que mandaria para a prisão (exceto que é um rufia sincero! ). Para ele, ela é como uma pequena chama que promete incendiar a sua vida de coisas boas.

Conhecem-se e acabam por desenvolver uma relação, mas a vida de ambos altera-se por completo quando Maria começa a receber flores e estranhos bilhetes com ameaças no seu escritório.

A vida de Maria torna-se num rodopio de medo, confusão e incertezas e Colin usa aquilo que o torna na pior e na melhor pessoa que ela conheceu: a violência e a inteligência.

Colin acaba por nos assustar com o seu comportamento ao longo do enredo. Nem Evan e Lily, incondicionáveis amigos do nosso protagonista o conseguem controlar aquando de alguns eventos, mas acabamos por perceber que tudo vai correr bem. Isto porque afinal: Colin é a verdadeira lição deste livro. 

Todos nós temos direito à redenção, todos nós temos todo um passado que nos assomba, nem que seja apenas um episódio, ou anos cheios de ações das quais nos arrependemos. O que nos faz seguir em frente é a aceitação de quem fomos, de quem somos e do que a combinação dos dois anteriores nos fará ser.


Começo por vos dizer que a sinopse nada diz sobre o livro! Achei que iria ser um livro simples e acreditem: até à última página fiquei mergulhada neste mundo de medo pela Maria e pavor que o Colin fizesse algo estúpido e acabasse na cadeia.

Admito que não consegui prever o final, nem lá perto! A certa altura comecei a desconfiar de todas as personagens. Acho que o stress da perseguição da Maria também me deu nervos, como se fosse eu que estivesse a passar por aquela situação. Mas vá, desconfiei em coisas certas também, em como tinham ficado inacabadas tendo que se dar um desfecho a isso.

E o desfecho foi muito bom!

Já imagino como será no filme, porque realmente ver este livro concretizado em filme seria sem dúvida um desafio cinematográfico. Concretizar cenas com aquela dimensão, da maneira como foram escritas... e só tenho a dizer: boa sorte a superar o que imaginei! :p

Já leram o livro? Pretendem lê-lo? Contem-me nos comentários ;) Beijinhos,

sexta-feira, 18 de março de 2016

A história do meu amuleto contra as más energias

Em pequena, cresci rodeada de gatos! Nunca tive um que pudesse chamar de meu, mas por serem da minha avó era como se me pertencessem também! 

A Tuxa foi o meu primeiro amor felino. Brincava imenso com ela até aos 4, 5 anos. Depois, como acontece com todas as crianças (ainda mais hoje em dia) fui para o 1º ano e deixei de ter tempo para sair de casa e ir brincar. 

Tinha que fazer os trabalhos de casa e não restava tempo entre eles e o anoitecer, pelo qual todos os tempos livres que tinha eram para brincar com as Barbies e os nenucos no quarto.

Cresci, troquei a natureza pela televisão. A televisão pelo computador, e pelo computador ainda continuo. Vim para a universidade e conheci esta beleza chamada Princesa:



Ora, de início nós detestávamos-nos! A sério, era uma indiferença doentia. Ela afastava-se de mim quando passava, eu batia com o pé no chão para ela se assustar e desocupar o sofá... Verdadeiras inimigas! 

Penso que em parte se devia ao facto de me lembrar a Tuxa que há muito tinha morrido e, por isso, não queria mais gatos que me lembrassem as aventuras que tinha ao lado da gatinha da minha avó!

Passou-se o tempo e comecei a deixá-la ficar no sofá. Ora, e ela começou a achar que podia invadir subtilmente o meu quarto para fazer-me companhia.

Sim, aquele montinho é a gata entre o edredom e o cobertor... Uma verdadeira agente infiltrada!

Depois de certas "atitudes" (:p), é claro que estabeleci limites: nada de me subir para as pernas quando estiver distraída (nada de movimentos bruscos se não morro do coração) e nada de entrar no meu quarto. Adoro-a mas não adoro os seus pêlos na minha colcha fofinha! E assim foi. Ela respeita os limites e eu vou ter com ela sempre que posso. Assim, somos felizes e agora vamos casar-nos :p (ahahah just kidding!)

E sabem aquilo de dizerem que os gatos absorvem más energias? Sou totalmente de acordo. Cada vez que estou triste/ansiosa e passo por ela, o meu amuleto mia perdidamente até eu lhe fazer uma festinha. E sabem... uma festinha leva a outra e dali a pouco já está no meu colo dormindo sonoramente (ela ressona imenso!).

Continua a ser uma chata e refilona (acho que isso aprendeu comigo) mas é o meu amuleto contra as más energias. ❤



Vocês têm ou gostavam de ter um amiguinho destes? Contem-me tudo nos comentários ;) Beijinhos,

domingo, 13 de março de 2016

Filme: Convergente - The Divergent Series: Allegiant (2016)



Em primeiro lugar... nem sei o que dizer ao certo.

Fui ver o filme super entusiasmada e vim para casa meia confusa/desiludida/perdida da vida.

Li todos os livros, fui consciente que haveria uma divisão do último livro em duas histórias e que por isso este ia deixar ainda coisas em aberto. Basicamente com esta saga temos que parar de associar o filme ao livro, sim sei muito bem disso, mas é impossível não compararmos. E na minha honesta opinião acho que a Veronica Roth criou uma saga sem plano de escrita algum e foi escrevendo o que lhe deu na cabeça... o que foi aparecendo de interessante ela foi juntando. 

Chegou ao fim e tinha 3 livros. 

Já para nem falar que escreveu um último livro cheio de lacunas e partes vagas (o que é impensável acontecer num livro final de uma trilogia) e quando chegou o filme: PUFF tiveram que escrever um argumento possível de concretizar em cinema. Como leitora achei que o livro ficou aquém de uma produção cinematográfica. Vendo o filme achei que... podia ficar sem parte 2!

Eu que adoro a saga cheguei ao intervalo aborrecida e só queria ir dormir para casa e não ali no meio da sala de cinema. Adorei os efeitos, isso é indiscutível, mas simplesmente não vi o grande BOOM do filme. O momento pelo qual perdemos a respiração e ficamos na expectativa pelo próximo passo.

Os outros filmes eram bons? Sem dúvida. Este filme era bom? Repito, em efeitos visuais estava ótimo, mas continuaram a haver momentos vazios, com coisas literalmente (ahah) "atiradas ao ar" esperando que virassem um estrondo. E bem que este podia ser o último filme pois a história está praticamente encerrada.

Esta é uma curta opinião que vos deixo porque simplesmente soube-me a pouco e não sei que raio vai acontecer no próximo filme visto que a história do último livro está praticamente contada. Só se inventarem algo diferente... Sei lá, não faço ideia.

Tinha grandes expectativas para este 3º filme da saga. Desiludi-me bastante, mas acredito que tenha sido uma transição para o último que deverá acabar de uma forma supostamente magnífica.



Mas sabem que mais? Que tal irem ver o filme ao cinema e depois me virem contar o que acharam? Espero pelas vossas opiniões nos comentários ;) Beijinhos,








P.S- Saiu recentemente uma entrevista sobre o blog "The Lonely Tree" no blog "Upside Down" da Joana Veríssimo, vejam AQUI.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Carta aberta ao passado



Passado fica onde estás.

As pessoas que ficaram em ti não são essenciais.
Os sonhos eram outros porque não se tinha a maturidade de agora.
As pontas soltas atacam-nos com os "e se..." mas não é por isso que te devemos deixar voltar.

O vento muda, as perspetivas das pessoas também. Não nos tentes enganar, Passado, porque sabemos bem que elas não mudam, o que muda são os fatores externos, as coisas que nos influenciam e as pessoas que permanecem nas nossas vidas. Até a infelicidade é diferente de cada vez que vem.

Passado fica onde estás. Não mexas com o presente.

Se há coisa que aprendi é que o ser humano tem a mania de complicar as coisas e deixar voltar a entrar pessoas que não fazem sentido na sua vida deixando-se influenciar por isso. 

Se fosse para durar tinha durado, se fosse para viver tinha sido vivido, se fosse para ser concretizado tinha sido...

A vida é um grande quadro gigante e a cada pincelada tu transformas aquela grande tela em branco na tua obra de arte. Seguramente terás interpretações soberbas no teu quadro e terás também borrões desagradáveis.

A felicidade é para ser vivida e recordada como bons momentos mas nunca, JAMAIS deve vir acompanhada pela angústia de ter um borrão no quadro, de ter um desenho que era bonito mas que não pôde ser acabado.

O passado é todo ele um desenho por terminar, uma ponta solta que nunca vais ter a oportunidade de atar.

A tarefa de cada um de nós é deixar esse desenho inacabado no passado e prosseguir com novos que surjam. Em vez de tentarmos remediar devemos mentalizar-nos que só podemos usar esse passado como um pequeno tom da grande tela. Podemos mudar o pincel, a cor e até aperfeiçoar a técnica mas não podemos mudar o quadro talhado pela nossa vida.

Tudo depende de cada um de nós. Queres pintar o dia de hoje de que cor? Queres usar que estilo?

Passado fica onde estás, estou a fazer de ti arte.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Aniversário: 5 anos de blog!



O blog faz hoje 5 anos! Sim, 5 ANOS! Tem sofrido muitas mudanças ao longo dos anos e neste aniversário ele adquiriu um novo aspeto. É simples, muito "clean" e era mesmo o que eu pretendia: deixar o blogue mais simples à visualização.

Como sabem, inicialmente criei o blogue para ser uma espécie de diário, um sítio onde colocava os meus poemas e outros pensamentos aleatórios. Ao longo do tempo o seu objetivo foi mudando e neste último ano voltou em força com temas específicos, com publicações trabalhadas e com um conteúdo consideravelmente melhor relativamente ao que existia (pelo menos é o que acho).

Para ver os meus textos deprimentes do início do blog clicar AQUI.

Perspetivas para o futuro? Tenho algumas. Continuar a fazer publicações regulares no blog, fazer manutenção constante no conteúdo de modo a permitir aos leitores um local online interessante e com o qual se identifiquem ao máximo e, principalmente, continuar a fazer deste blogue um sítio onde me expresso e dou um pouco de mim a cada um que cá passa. :)

Por fim, gostava que deixassem a vossa opinião acerca do atual percurso do blog e caso tenham algumas ideias do que gostariam de ver traduzidas nele estejam à vontade de sugerir nos comentários ou por outra via presente na seção "Contatos" na barra de navegação. :)




Neste dia, para além do aniversário do blog é também... o aniversário da minha Mãe! :) Por isso, aqui fica um oficial: Parabéns, Mãe! Apesar de um "obrigada" não traduzir tudo o que fazes diariamente por mim, obrigada por seres quem és e me ensinares tudo o que sou! :) Beijinhos,


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Opinião: A filha da minha melhor amiga de Dorothy Koomson

Dorothy Koomson | 448 p.


Sinopse: A forte relação de amizade entre Kamryn Matika e Adele Brannon, companheiras desde os tempos de faculdade, é destruída num instante de traição que marcará as suas vidas para sempre. Anos depois desse incidente, Kamryn é uma mulher com uma carreira de sucesso, que vive sem ligações pessoais complexas, protegendo-se de todas as desilusões. Mas eis que, no dia do seu aniversário, Adele a contacta... A amiga de Kamryn está a morrer e implora-lhe que adote a sua filha, Tegan, fruto da sua ilícita relação de uma noite com Nate.

Terá ela outra escolha? Será o perdão possível? O que estará Kamryn disposta a fazer pela amiga que lhe partiu o coração?
Uma viagem dolorosa e comovente de autoconhecimento, uma leitura de cortar a respiração.

O grande bestseller da autora que comoveu Portugal, com mais de 250 000 exemplares vendidos.



A filha da minha melhor amiga é um livro sobre o perdão, amor e a responsabilidade.

Trata a história de Kamryn Matika que 2 anos após descobrir a grande traição entre o seu noivo e a sua melhor amiga tem que finalmente confrontar os fantasmas do passado, dado que a amiga está na prestes a morrer e a pequena Tegan, filha de Adele, ficará sozinha (ou então aos cuidados dos péssimos avós maternos).

Claro que não é fácil, o tempo passou, mas a ferida não está curada e isso, em parte, devia-se ao facto de Kam ter simplesmente virado as costas a tudo o que tinha em Londres e ter ido para Leeds, onde construiu uma carreira que lhe ocupava todo o seu tempo e pensamentos.

Quando recebeu um postal no dia do seu aniversário da sua (ex) amiga Adele Brannon, Kam decidiu que iria enfrentar os seus medos e ver Adele. Mas quando esta morre inesperadamente e Kam fica com Tegan tudo muda na vida dela.

Já não pode simplesmente dedicar-se a tempo inteiro à carreira, não pode continuar desarrumada e muito menos fugir a conversas necessárias, pois agora tudo o que fizesse teria repercussões na vida da pequena Tiga, de apenas 5 anos.

Mas há um problema! Nate, o pai biólogico de Tegan e ex-noivo de Kamryn tem que abdicar da filha para que esta a possa adotar.

Pessoas entram e saem da vida uma da outra e estas começam a aperceber-se que só se têm uma a outra. Agarram-se cada vez mais a isso. Mas será que uma filha é a única coisa que Kam precisa na sua vida?

Este livro não só é uma descoberta de sentimentos que ainda existiam, como também uma viagem pela aceitação do que nos torna melhores pessoas, mesmo que hajam obstáculos e grandes dificuldades pelo caminho.



Achei a Kamryn uma personagem fascinante que nos mostra o poder do perdão e acima de tudo do amor e da evolução, porque ela foi simplesmente uma personagem que da primeira à última página passou por uma evolução emocional enorme e, apesar de se ir abaixo - como nós nos vamos tantas vezes - mostrou que é possível superar cada obstáculo com humor.

A Tiga é simplesmente uma menina adorável que mesmo sofrendo uma grande perda foi, com toda a certeza, amada por todos os leitores do livro. Ela conseguiu ser e ter o melhor de Kamryn e isso só por si a torna a nossa pequena heroína.

O livro foi 5 estrelas! Confesso que por vezes sem dar conta me ria e fazia algumas expressões consoante o agrado ou desagrado com o que se andava a passar, o que só mostra o quanto o livro nos envolve. :)

MAS, se pudesse mudar uma coisinha, teria todo o gosto se a autora tivesse abordado alguma das cartas ou postais que a Adele tinha enviado ao longo dos meses em que foi a consultas e soube da sua doença. Ok, ia intensificar a dor da Kam, porém ia preencher um pouco aquele passado de "ignorância" da parte dela. A carta que explicou a traição findou todas as dúvidas, mas ainda assim teria sido bom revelar algum do conteúdo que Adele tinha escrito nas cartas, que agora permaneciam na gaveta da roupa interior de Kam.


domingo, 14 de fevereiro de 2016

O dia em que me apercebi que estava em falta



O dia em que me apercebi que eu estava em falta foi o pior dia da minha vida. 

Então sorri, comi sem olhar à quantidade, vi o bom nas outras pessoas, andei por sítios improváveis e parei para ver bem a pessoa que estava à frente do espelho.

E sabes o que me apercebi? Que esta pessoa há muito abandonada no meu íntimo, esta pessoa que há muito deixou de sorrir, esta pessoa que há muito foi abandonada... Esta pessoa não merece o que lhe ando a fazer.

E percebi que para não me voltar a abandonar, tenho que te abandonar a ti.

Para sermos dois, temos que ser um primeiro. E eu não sou. Perdi-me pelo caminho, pelas escolhas, pelos erros.

Só lamento ter-me apercebido disso tarde. Só agora tive força. Aliás, só agora reconheço a minha força. 

E sabes que mais? Estou-me a encontrar. Cada segundo que passo sem ti, cada sorriso que dou sem o motivo seres tu, a cada expiração liberto um pouco de ti… Como um fumo que me intoxica e que eu agora liberto do meu organismo.

A cada milésimo de segundo deixas de fazer parte de mim e isso alivia-me de certa forma. Não porque não te amei, sabes bem que a certa altura foste os meus pilares, mas porque estou a voltar a ser quem era. Sem amarras, sem palavras que me levam para trás. Estou aliviada por voltar a ser eu própria os pilares da minha vida e sobretudo da minha felicidade. 

Esperanças? Ainda tenho. Arrependimentos? Também. Talvez devesse ter insistido mais? Talvez... Mas resolvi amar-me, em vez de te amar a ti. E garanto-te, não há nada que substituía a sensação de ter amor próprio.

Feliz dia do amor próprio (hoje e todos os dias do ano) :)

(Já tinha saudades de escrever um dos meus textos à la início do blog com uma música como inspiração! ahah)