Em pequena, cresci rodeada de gatos! Nunca tive um que pudesse chamar de meu, mas por serem da minha avó era como se me pertencessem também!
A Tuxa foi o meu primeiro amor felino. Brincava imenso com ela até aos 4, 5 anos. Depois, como acontece com todas as crianças (ainda mais hoje em dia) fui para o 1º ano e deixei de ter tempo para sair de casa e ir brincar.
Tinha que fazer os trabalhos de casa e não restava tempo entre eles e o anoitecer, pelo qual todos os tempos livres que tinha eram para brincar com as Barbies e os nenucos no quarto.
Cresci, troquei a natureza pela televisão. A televisão pelo computador, e pelo computador ainda continuo. Vim para a universidade e conheci esta beleza chamada Princesa:
Penso que em parte se devia ao facto de me lembrar a Tuxa que há muito tinha morrido e, por isso, não queria mais gatos que me lembrassem as aventuras que tinha ao lado da gatinha da minha avó!
Passou-se o tempo e comecei a deixá-la ficar no sofá. Ora, e ela começou a achar que podia invadir subtilmente o meu quarto para fazer-me companhia.
Depois de certas "atitudes" (:p), é claro que estabeleci limites: nada de me subir para as pernas quando estiver distraída (nada de movimentos bruscos se não morro do coração) e nada de entrar no meu quarto. Adoro-a mas não adoro os seus pêlos na minha colcha fofinha! E assim foi. Ela respeita os limites e eu vou ter com ela sempre que posso. Assim, somos felizes e agora vamos casar-nos :p (ahahah just kidding!)
E sabem aquilo de dizerem que os gatos absorvem más energias? Sou totalmente de acordo. Cada vez que estou triste/ansiosa e passo por ela, o meu amuleto mia perdidamente até eu lhe fazer uma festinha. E sabem... uma festinha leva a outra e dali a pouco já está no meu colo dormindo sonoramente (ela ressona imenso!).
Continua a ser uma chata e refilona (acho que isso aprendeu comigo) mas é o meu amuleto contra as más energias. ❤

















