domingo, 14 de fevereiro de 2016

O dia em que me apercebi que estava em falta



O dia em que me apercebi que eu estava em falta foi o pior dia da minha vida. 

Então sorri, comi sem olhar à quantidade, vi o bom nas outras pessoas, andei por sítios improváveis e parei para ver bem a pessoa que estava à frente do espelho.

E sabes o que me apercebi? Que esta pessoa há muito abandonada no meu íntimo, esta pessoa que há muito deixou de sorrir, esta pessoa que há muito foi abandonada... Esta pessoa não merece o que lhe ando a fazer.

E percebi que para não me voltar a abandonar, tenho que te abandonar a ti.

Para sermos dois, temos que ser um primeiro. E eu não sou. Perdi-me pelo caminho, pelas escolhas, pelos erros.

Só lamento ter-me apercebido disso tarde. Só agora tive força. Aliás, só agora reconheço a minha força. 

E sabes que mais? Estou-me a encontrar. Cada segundo que passo sem ti, cada sorriso que dou sem o motivo seres tu, a cada expiração liberto um pouco de ti… Como um fumo que me intoxica e que eu agora liberto do meu organismo.

A cada milésimo de segundo deixas de fazer parte de mim e isso alivia-me de certa forma. Não porque não te amei, sabes bem que a certa altura foste os meus pilares, mas porque estou a voltar a ser quem era. Sem amarras, sem palavras que me levam para trás. Estou aliviada por voltar a ser eu própria os pilares da minha vida e sobretudo da minha felicidade. 

Esperanças? Ainda tenho. Arrependimentos? Também. Talvez devesse ter insistido mais? Talvez... Mas resolvi amar-me, em vez de te amar a ti. E garanto-te, não há nada que substituía a sensação de ter amor próprio.

Feliz dia do amor próprio (hoje e todos os dias do ano) :)

(Já tinha saudades de escrever um dos meus textos à la início do blog com uma música como inspiração! ahah)







quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Opinião: Dei-te o Melhor de Mim de Nicholas Sparks

Nicholas Sparks | 299 p.
shared on instagram.com/brendafrc/

Sinopse: Este novo e aclamado romance de Nicholas Sparks conta a história emocionante de Amanda e Dawson, dois adolescentes envolvidos na mágica experiência do primeiro amor. Contudo, sob a pressão familiar e social, são obrigados a seguir vidas distintas. Somente vinte e cinco anos mais tarde voltam a encontrar-se, por altura da morte do único homem que tinha protegido o jovem casal apaixonado. E se para ambos o amor de outrora se revela intacto, confrontam-se inevitavelmente com as escolhas feitas e os compromissos assumidos. Qual então o sentido daquele encontro, se nada podia mudar o passado? (Fonte: Bertrand)






Dei-te o melhor de mim é o livro dos amantes que se reencontram após quase uma vida separados.

É o segundo livro que leio de Nicholas Sparks e já desde o primeiro que tenho a impressão que ele é completamente diferente de todos os autores e nos surpreende com finais completamente fora do normal. 

O livro aborda o primeiro amor e o reencontro de Dawson Cole e Amanda Collier, que depois de 25 anos, se encontram perante circunstâncias difíceis: a morte de uma pessoa querida, Tuck.

Tuck foi o homem que acolheu Dawson quando este abandonou a casa (de má fama) da família Cole. Quando a rapariga rica e o rapaz de más famílias começaram a namorar, era na garagem de Tuck que passavam a maior parte do tempo, enquanto Dawson reparava carros.

O seu namoro nunca foi aceite pela família de Amanda, e agora anos depois, Amanda já casada enfrenta a dificuldade de decidir entre o seu amor que tinha tudo para dar certo, mas é um conjunto de "e se" e o amor atual, que embora com mais problemas e não tão fervoroso quanto o seu primeiro, é mais maduro.

Pelo contrário do que era esperado, quando se encontraram não houve clima estranho entre os amantes de longa data, o que prova o quanto aquele amor é real e não um simples episódio da adolescência. Porém as coisas não correm como o esperado.

Todo o fim de semana da cerimónia da morte de Tuck foi planeado por ele, de modo a tentar clarificar a relação inacabada entre os dois jovens. E numa sucessão de eventos em que a decisão cabe a Amanda, a escolha foi feita (e muito sabiamente devo dizer).

O que acabamos por constatar com este livro é que por muito que um primeiro amor seja maravilhoso, pode ser simplesmente um vislumbre do que podia ter sido se tivesse resultado, cheio de incertezas e lacunas de conhecimento sobre a pessoa que outrora foi o nosso tudo.

Sabe-se desde o início ao fim o que representa esse "Dei-te o melhor de mim" e o quão importante é dar-mos o melhor de nós a cada pessoa especial com quem nos encontramos nesta vida tão curta e imprevisível. Num momento podemos ter um futuro definido, no outro o nosso mundo poderá virar do avesso e a única coisa que temos são as pessoas que permaneceram do nosso lado e as que cativamos, ainda que possam não ter estado sempre presentes.

Assim, restam memórias, momentos e, acima de tudo, o melhor que lhes demos de nós.

Todo o livro é escrito com uma fluidez impressionante e à medida que avançamos na leitura mais suspiramos receosos do futuro que os protagonistas terão. Ficamos constantemente de coração nas mãos tentando adivinhar se este é afinal um livro onde vence o primeiro ou o último amor.


*spoiler alert*
Como já puderam constatar, gostei muito do livro! Achei-o muito equilibrado em termos de detalhes, não nos sobrelotando de informação, mas também não deixando propriamente lacunas que não nos fizessem entender a história. Este é daqueles livros que nos faz sonhar com um amor como aquele e que ainda assim nos deixa os pés bem assentes no chão, permitindo-nos confrontar a realidade: um sentimento bonito não passa disso quando temos mais para desistir do que propriamente ganhar. Preferindo-se uma pessoa real do presente do que uma imagem esbatida do passado.

Deixei-vos o trailer do filme baseado no livro aqui em cima. E, só pelo trailer, já vejo imensas diferenças do livro para o filme, mas desde que esteja mais ao menos na mesma linha do livro não me importo. ;)

Ficaste curioso(a)? Lê o livro para descobrir mais detalhes! ;) Ou caso já o tenhas lido comenta o que achaste nos comentários. ;)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

6 motivos para (não) votar


Ainda no tema das eleições, e dada a elevada taxa de abstenção, aqui vos deixo 6 justificações pelo qual não deves votar.

1- Não percebo nada de política.

Não percebes? Tira uma hora dos teus dias para pesquisar os candidatos, em que movimentos estiveram no passado, quais as suas opiniões de momento, lê os jornais e vê os debates entre eles.

2- Votar, para quê? Como assim o meu voto não muda nada...

70% de abstenção nos Açores! Se todos esses votassem no Vitorino Silva ele não só tinha garantido um 4º lugar como também tinha passado à frente da Maria de Belém. E esta proesa só considerando os que se abstiveram nos Açores... Agora, se fôssemos fazer contas ao nível nacional, com a união de todos até o Cândido Ferreira tinha sido Presidente.

3- Os outros que decidam. Bei, não vou sair do meu sofá para ir votar!

Não sais do sofá, mas depois vais para as redes sociais refilar que o governo é isto ou aquilo... Que irónico! Quem não vota não tem do que refilar, conforma-se com a escolha de quem votou.

4- Não me identifico com nenhum dos candidatos.

Ao votar não se está a pedir em namoro nem muito menos para escolher a alma-gémea isente de defeitos. Se não te identificas, vota em branco. A abstenção não é solução!

Se bem que no meio de todos aqueles há sempre algum que tenha algo em comum com o que nós pensamos. Porque apesar do que muita gente pensa não existem só 2 partidos em que votar, a oferta é muito maior. E diga-se de passagem, votando ora num ora noutro, é mesmo assim que o país não sai do buraco negro em que está.

5- Quem ganha não me aquece nem me arrefece.

Tu até podes estar bem na vida, mas mais de metade do país não está. Se queres viver para os teus interesses vai para o meio do mato, caso contrário lembra-te que existem mais pessoas nesta sociedade para além de ti que podem não ter o que tu tens porque simplesmente vivemos num sistema viciado que recompensa os ricos e empobrece ainda mais os pobres. 

6- Estou fora da ilha.
Ah Ah Ah, usei esta nas legislativas! Mas no meu caso não pedi propositadamente a declaração para votar antecipadamente, pois nunca tinha votado e não sabia bem qual o procedimento, daí ter preferido esperar para votar quando estivesse com alguém que já o tivesse feito.

Mas mesmo assim não vale de nada justificar um não-voto porque existem sítios na internet onde nos podemos informar. Para quem não sabe, AQUI estão explicados os procedimentos e NESTE as circunstâncias em que se pode exercer o voto antecipado.


E pronto, chegamos ao fim dos nossos 6 motivos para "não" votar e como podes ver todas as justificações que se dão acabam por ser superficiais de modo a fugir ao ponto fulcral da questão: Herdamos a liberdade e não lhe damos valor.

É muito bonito dizer-se nos aniversários de 18 anos que agora já se pode ir para a cadeia, mas é ainda mais importante o facto de com essa idade te tornares uma peça fundamental e ativa na sociedade, que pode decidir o seu futuro exercendo o seu direito, mas acima de tudo DEVER de voto. Pensem nisto para as próximas eleições.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A situação do salmão e o seu potencial cancerígeno



A ideia para este post surgiu de uma notícia que vi no site online da revista Visão que causou o pânico e até críticas dizendo que tudo agora é cancerígeno.

Óbvio que não tenho doutoramento no assunto, nem muito pouco sou mestre, mas no meu básico conhecimento acerca deste assunto lembrei-me que poderia esclarecer quem anda por aí ora preocupado que não sabe o que há-de comer, ou revoltado e a falar mal dos cientistas/médicos que só os privam de comer.

Ora, para quem abriu o respetivo link e leu a notícia saliento a seguinte frase:
"contêm concentrações de metais pesados como arsénio, chumbo, mercúrio e cádmio que são incrivelmente altas" 
E esta é a chave para todo o entendimento desta e de muitas notícias que ultimamente têm surgido. Para quem não sabe, existem 2 processos chamados "bioacumulação" e "biomagnificação", que passo a explicar.

Bioacumulação: ocorre quando existe uma maior acumulação de uma substância dentro de um organismo em relação ao ambiente envolvente.

Biomagnificação: ocorre quando se verifica um aumento de uma substância ao longo da cadeia alimentar.

Fonte: http://animals-partner.blogspot.pt/2014/12/bioaccumulation.html


O grande problema destes dois "processos", digamos, é que nós, organismos, assimilamos mais do que conseguimos eliminar, daí as substâncias biacumularem-se nos nossos sistemas. De referir também que existem 3 vias de exposição: via oral, respiratória e dérmica.

Ora, se há peixes que possuem maiores quantidades de metais pesados (MP), ou seja, que bioacumularam determinada substância, claro que ao ingerir-se muito salmão irá ingerir-se x quantidade daquela substância por cada salmão que se come, sendo que se irá ingerir mais do que se consegue eliminar o que poderá trazer algumas consequências, que no caso dos MP uma delas é o potencial cancerígeno.

"Mas no tempo dos meus avós não havia essas coisas, nós comíamos tudo e não morríamos." Pois, mas no tempo dos avós eles com o pouco que tinham, de certa forma, poluíam menos e não abusavam tanto do planeta como a nossa geração.

E onde é que existem esses MP? Podem estar no solo, ar, água. Todos os ecossistemas da terra estão interligados por isso as substâncias acabam por se "dispersar".

E porquê que existem contaminantes (não só MP, mas outros)? As causas são variadíssimas, mas principalmente devido a fertilizantes e poluição.

E quem causa essa poluição? (Ah pois!)


"Também comes isto com a máscara?" 
Fonte: https://pt.pinterest.com/pin/109775309637384794/

A partir do momento em que a poluição e, principalmente, a fertilização é desmedida e ninguém lhe dá importância é normalíssimo começarem a surgir cada vez mais alimentos que provoquem determinados sintomas ou condições de doença.

Agora vocês perguntam: mas que raio tem que ver a fertilização dos solos com peixes? Tem que ver que como disse, não vivemos num sistema fechado, tudo se relaciona com tudo e se contaminares num sítio existirão sinais de contaminação em áreas circundantes e visto que hoje em dia se contamina tudo e mais alguma coisa todos esses contaminantes chegam ao meio aquático.

via http://chemical-effects.blogspot.pt/2012/01/poluicao-ambiental-por-metais-pesados.html

Depois, de acordo com a predisposição de cada espécie, origem, migração e  outros inúmeros fatores, nomeadamente a poluição seja em MP ou outras substâncias, os perigos existem e diferem de acordo com as condições do ambiente. De uma forma muito sintética, tudo está na forma como se come e na frequência com que se come.

E aqui vem a história do bacon de há uns meses. Se comeres 20x bacon ou salmão na mesma semana ÓBVIO que isso não é bom. Nem é preciso pensar muito para se constatar isto!

O ideal é ter uma alimentação variada e equilibrada. E mais uma vez chamo à atenção que o que aqui deixo se trata de um conhecimento básico que tenho sobre o assunto. Não é lei, pode ter até algum ponto mal abordado, mas o raciocínio geral é este.

Se tens alguma ideia a acrescentar ou até mesmo alguma opinião sobre o que disse comenta aí em baixo. ;)


domingo, 17 de janeiro de 2016

Opinião: Prometo Falhar de Pedro Chagas Freitas

Foto de The Lonely Tree

Pedro Chagas Freitas | 390 p. 


Sinopse: “Prometo Falhar” é um livro de amor.
O amor dos amantes, o amor dos amigos, o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe, pelo pai, o amor que abala, que toca, que arrebata, que emociona, que descobre e encobre, que fere e cura, que prende e liberta.
O amor.
No seu estilo intimista, quase que sussurrado ao ouvido, Pedro Chagas Freitas leva o leitor aos estratos mais profundos do que sente. E promete não deixar pedra sobre pedra.
Mergulhe de cabeça numa obra que mostra sem margem para equívocos porque é que é possível sair ileso de tudo. Menos do amor.

(Para aceder à fonte ou obter mais informações clicar AQUI)



Como já vos disse no post da wishlist, já há algum tempo que estava muito curiosa para ler um livro do Pedro Chagas Freitas, pois sigo a sua página no facebook e confesso que os seus textos muitas vezes paravam o meu scroling. Sempre o achei um romântico do novo século, não só pela natureza dos seus textos, mas também pela força das suas palavras e, por isso, ler um dos seus livros no integral estava definitivamente na minha lista de coisas a fazer neste novo ano.

Prometo Falhar é um livro que nos leva ao fundo da nossa existência em busca de respostas do significado do verbo, muitas vezes mal praticado, amar. Será que o amor é só dos amantes? Ou só na família? Existe uma forma certa de amar?

É isso que o autor nos faz: desconstrói todos os nossos conceitos e sentidos da palavra e ajuda-nos a construir novos.

Aborda o tema das mais variadas perspetivas mostrando que o amor não é tão linear quanto achamos que é. Mostra-nos que o amor é um comboio de momentos felizes e tristes, um conjunto de memórias de um passado distante, desejos para um futuro próximo, amores fervorosos, amores de adolescente, amores gastos pela rotina, amores platónicos, vividos e perdidos. Todos os tipos de amor são válidos e verdadeiros.

Não existe uma forma certa de amar. Ama-se e pronto. E ainda que o ato de amar seja pequeno "há sempre algo que nos puxa para as mais pequenas coisas do mundo, e são elas que nos fazem grandes, não é?" (p. 34), mas "há que esquecer o que não nos preenche." (p. 65) e "[acreditar que o] improvável é, provavelmente, a melhor decisão que podes tomar na vida." (p. 106).

Prometo Falhar mostra-nos que, ainda que o amor por vezes seja pequeno, doloroso e improvável, nos permitamos errar e admitamos que a falha não está apenas no outro e, muitas vezes, está em nós mesmos. Em nós que somos imperfeitos e estamos incessantemente em busca da perfeição.


"O amor acontece quando desistimos de ser perfeitos" - Pedro Chagas Freitas




Agora vem a grande pergunta: Gostei do livro?
Sim!

Eu confesso que quando via a divulgação dos textos achava que o livro tinha assim umas histórias "pescadas" aqui e ali e mesmo depois de ler continuo a achar, porém tem um fio condutor (o amor), o que o torna consistente do início ao fim.

Eu sou leitora de um género muito específico: ficção e, por isso, sou do mais esquisito que se pode encontrar quando se trata de livros deste tipo. Para gostar de um livro ele tem que me intrigar ou fazer viajar para mundos novos.

E neste livro não viajei. Não saí desta realidade, não vivi sensações e aventuras num mundo alternativo.  Neste livro, vagueei pelos cantos inexplorados da minha mente, desafiando as ideias pré-definidas do amor, os acasos vividos e os ainda por viver. 

Com este livro não saí do meu sofá, entrei na minha consciência. ;)



sábado, 9 de janeiro de 2016

TAG: "De tudo um pouco"

Olá pessoal! :) Fui indicada pela Maísa Andreoli do blogue O Pequeno Mundo dos Livros para responder a esta tag.

Adoro fazer este género de posts, porque para além de haver descoberta e divulgação de blogues, os leitores têm a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre os gostos do(a) autor(a) do blogue. :) 


REGRAS

- Responder a todas as perguntas;
- Indicar no mínimo 11 blogs com menos de 500 seguidores;
- Colocar o selo da Tag;
- Colocar o link de quem indicou.

PERGUNTAS

1 - Qual é o teu estilo preferido de música?
Hum... Não tenho assim um estilo preferido, mas talvez seja pop, visto que muitas das minhas músicas preferidas estão dentro desse género.

2 - Qual é a tua peça de roupa preferida?
Adoro hoodies e calças de ganga! Mas se tivesse de escolher só uma das opções, seria sem dúvida as segundas. Umas boas calças de ganga são indispensáveis em qualquer guarda-roupa. ;)

3 - Qual é o teu calçado favorito?
Sapatilhas. Simples e confortáveis.

4 - Camisa ou camisola? Calças ou calções?
Camisola. Calças.

5 - Cabelo estiloso ou tradicional? Liso ou encaracolado?
Tradicional. Hum... Não sou de extremos e, por isso, vou com a opção "q.b" (:p) em que escolho o "cabelo intermédio": o ondulado. Ou seja, aquele que é liso, mas que não deixa de ter formas e de estar encaracolado.

6 - Brigadeiro ou gelado?
Gelado.

7 - Doce ou salgado?
Os dois. Intercalados :p Mas prefiro o salgado.

8 - Como defines o teu estilo?
Básico, confortável, sei lá. xD Para mim o conforto é mais importante.

9 - És do tipo de pessoa que consome bastante ou só compra o básico?
Só compro o básico.

10 - Consideras-te vaidoso(a)?
Um pouco, depende dos dias.

BLOGS QUE INDICO



E pronto, chegamos ao fim de mais um post. :) Não te esqueças de espreitar os blogs acima para conferir as respostas das blogueiras e de comentar este dando a tua opinião ;)

 



Posts relacionados:

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Wishlist: Livros para ler no 1º Semestre de 2016

Fonte: Pixabay

Há gente que faz wishlist de roupa, acessórios, equipamentos tecnológicos, mas eu não. Eu faço de livros, o que até nem é mau, pois sempre ouvi dizer que "Quem lê muito e anda muito, vai longe e sabe muito"(Miguel Cervantes). 

Para além disso, acho que ler é indispensável para imaginar, viajar e escrever melhor e, como diz Nelson Mandela, "Hoje, uma das tristes realidades é que pouquíssimas pessoas, em especial jovens, lêem livros. A menos que encontremos formas imaginativas de resolver esse problema, as futuras gerações arriscam-se a perder a sua história."

Assim, aqui vos deixo a minha wishlist para os primeiros seis meses de 2016. ;)

1. A Rapariga do Comboio de Paula Hawkins

Sinopse: 
    O êxito de vendas mais rápido de sempre. O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros. 
      Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
      Até que um dia... 
   Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. 
    Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos. (fonte: Bertrand)


Este livro está na minha wishlist há algum tempo, mas ainda não tive a oportunidade de o comprar! O mistério da história cativa-me bastante, até porque sou dessas que faz o jogo mental do "era uma vez" quando vê alguém na rua, imaginando mil vidas que ela terá (exercita a criatividade).

2. Queres casar comigo todos os dias? de Pedro Chagas Freitas


Sinopse:
Emocionante, sensual e doce, um romance a duas vozes tremendamente intenso - capaz de fazer o leitor perceber, profundamente, qual é afinal o poder do amor. Estarão todos à altura de o sentir?
«Ela chegou, pousou a mala.
Ele, no sofá, olhou-a.
Sorriram.
Ela aproximou-se dele. Passou-lhe a mão pelo rosto.
Sorriram.
Ele abriu os braços, aconchegou-a como se aconchega a vida.
E viveram.» (Fonte: Bertrand)


Ora, como num outro livro do mesmo autor que eu conheço, a sinopse não nos diz muito sobre o que o livro trata. Mas dado que eu sigo a página do facebook e estou a ler o Prometo Falhar do mesmo autor, cuja opinião irei postar brevemente no blogue, sei que ele escreve sobre o amor nas suas mais variadas formas e, por isso, é um dos livros que não pode faltar na minha rotina de leitura durante este ano. :)


3. A Ascensão dos Nove de Pittacus Lorne

Sinopse: 
Neste terceiro volume da série juvenil iniciada com o título Sou o Número Quatro, a história é retomada a partir do ponto em que termina O Poder de Seis. Das nove crianças que conseguiram escapar à destruição do seu planeta de origem, Lorien, pelos cruéis Mogadorianos restam apenas seis. Estas crianças são os Garde, que se refugiaram na Terra em diversos continentes. À medida que crescem e desenvolvem poderes especiais, ou Legados, vão sendo preparados para um confronto final com os seus inimigos. Para conseguirem salvar o seu mundo e o nosso, têm de se reunir porque só juntos são suficientemente poderosos para enfrentar os seus inimigos. Mas entretanto, mais uma menina conseguiu escapar de Lorien… (Fonte: Bertrand)


Estes volumes tem um grande significado para mim, pois o primeiro filme que vi no cinema foi "Sou o Número 4" cuja história é a do primeiro livro desta coleção. Vi o primeiro filme e, posteriormente, li os dois primeiros livros. Entretanto tive que esperar, pois não encontrei o terceiro volume em português e, pronto, acabei por me esquecer.

Porém no ano passado fui a uma livraria e vi-o em destaque e, como podem imaginar, fiquei radiante e desde aí que penso em adquiri-lo.

4. The Giver- Em Busca do Azul de Lois Lowry

Sinopse: 



Kira, uma órfã coxa de nascimento, vive num mundo onde os "débeis" são postos de lado. Teme pelo seu futuro até que o Conselho dos Guardiões a perdoa, devido ao seu dom especial para bordar. Enquanto o seu talento a mantém viva e lhe concede alguns privilégios, Kira apercebe-se de que está rodeada de mistérios e segredos. Conseguirá descobrir a verdade acerca do que existe para além dos limites da sua provoação? (Fonte: Bertrand)


Tenho o primeiro desta coleção e já há algum tempo que ando à procura deste livro, mas nas livrarias perto de mim só consigo encontrar o livro III e não costumo encomendar livros pela internet..

Já troquei algumas opiniões e até mesmo só tendo em conta a sinopse consigo perceber logo que o segundo livro da coleção não terá qualquer relação com o primeiro. Porém gostava de ler este e continuar por toda a coleção para ver como acaba a história.

5. Quatro - Histórias da Série Divergente de Veronica Roth

Sinopse: Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.
     Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.
     Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.
    Para os fãs da saga Divergente, pela autora bestseller do New York Times Veronica Roth, surge Quatro, um volume complementar que inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente - todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton. (Fonte: Bertrand)


Li a trilogia da série Divergente e, como tal, seria impensável não ler também mais um pouco da história sobre a perspetiva do Tobias.

Mal conheci a história dele pelos olhos da Tris fiquei com curiosidade em saber o que o tinha levado a escolher os Intrépidos, como tinha escolhido e o seu percurso até se tornar o tão famoso e destemido Quatro. Parece que as minhas rezas foram ouvidas e existe este livro para colmatar algumas lacunas da história deste grande personagem.

6. Rainha Vermelha de Victoria Aveyard

Sinopse:   O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
     Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate - uma rebelião dos Vermelhos - mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
    A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena. (Fonte: Bertrand)


Este livro descobri recentemente e devo dizer que como boa julgadora de capas (brincando, não se deve fazer isso) me pareceu meio True Blood e, por isso, ignorei a sua existência durante algum tempo. Mas há umas semanas deparei-me com uma resenha num blog e realmente percebi que em nada tem que ver com a história de True Blood, mas infelizmente associei à Trilogia do Mágico Negro, nomeadamente ao livro I da mesma, que também tinha que ver com alguém do povo que supostamente não deveria ter os poderes mágicos que só alguém dos "poderosos" tem. Espero que com a leitura me engane em relação a essas semelhanças.

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Finalizada a lista, há que dizer "haja dinheiro" para comprar estes livros todos! ahah Talvez consiga metade da lista ou talvez surjam outros mais interessantes que me apeteça ler, por isso, o que importa é chegar ao final do ano com muitos livrinhos lidos.

E, já agora, todas as referências à Bertrand não são para fazer publicidade, até porque nem me pediram/pagam para fazer este tipo de post, porém recorri às sinopses lá disponibilizadas no site, pois é a livraria onde costumo comprar os meus livros com mais frequência.

E pronto, aqui ficou a minha wishlist de livros para o primeiro semestre de 2016. Tens curiosidade em ler algum destes livros ou até tens uma wishlist diferente? Coloca aqui nos comentários. Falar de livros é a segunda melhor coisa do mundo. Lê-los é a primeira. ;)