sábado, 12 de setembro de 2015

Séries: Final da Temporada 2 de The Last Ship



E chegou o final de mais uma temporada de The Last Ship.

Sempre achei que a segunda temporada ia ser muito inferior à primeira, visto que se tinha encontrado a cura e seria complicado continuar com uma boa história envolvendo muita ação, porém admito que me enganei-me redondamente! A série surpreendeu a cada episódio e espero sinceramente que haja uma 3ª temporada a caminho senão muitos dos fãs irão ficar desiludidos.

É inegável que o episódio 12 foi um episódio brilhante! O melhor de todos até à data, na minha opinião. Qualquer um de nós acharia que superar um episódio desses seria bastante difícil, mas aconteceu que finalmente quando chegou o 13º episódio o objetivo da temporada foi cumprido: a cura chegou às pessoas.

No episódio anterior viu-se a Dra. Rachel em terra a espalhar a cura, porém por ter cometido um homicídio ainda teria que ser julgada. Sempre achei que a Rachel e o Tom Chandler estavam destinados a apaixonar-se um pelo outro, mas quando ela cometeu aquele crime as minhas esperanças caíram por terra e aguardei ansiosamente para que o perdão do Presidente a incluí-se.

Já no último episódio, o Presidente fez aquele discurso de arrepiar e o reencontro do Tex com a filha era a última coisa que precisávamos para conhecer melhor o Tex e o seu lado mais afetuoso. Apetece-nos dar um abanão no oficial que passou, ainda que sem intenção, a imagem de que não era seguro irem ter com a Marinha Americana à primeira paragem ao longo do rio Mississipi, porém ele conseguiu consertar o seu erro.

Não esperava a atitude dos imunes e muito menos aquele final cruel que depois de uma cena tão íntima como foi a do Chandler e da Rachel nos dava as esperanças que eles poderiam vir a admitir o que sentiam.

Teremos que esperar pela próxima temporada para saber o que acontecerá a uma das nossas personagens mais importantes, sendo que entretanto podemos ir revendo os episódios e formando teorias de como esta série nos poderá ainda surpreender mais na próxima temporada! ;)

Brenda C.
(13-09-2015)

Imagens retiradas do Facebook Oficial da Série The Last Ship

Séries: 2ª Temporada de Tyrant

*contém spoilers*

Hoje venho falar-vos um pouco da temporada 2 da série Tyrant.

Para quem ainda não conhece esta série trata a história de uma família, os Al-Fayeed, e um país, Abuddin, que fica no Médio Oriente. Na primeira temporada, há a morte do ditador Khalid Al-Fayeed, o até à data Presidente de Abuddin, passando o cargo para o filho mais velho, Jamal Al Fayeed.

Toda a primeira temporada se baseia no regresso e na relação que Bassam Al Fayeed (Barry), o filho mais novo do Tirano, tem com o irmão e a adaptação da sua mulher Molly e os dois filhos, Sammy e Emma, ao drama que está "por trás" das cortinas daquela dinastia familiar.

Ao longo da temporada começa a notar-se que Bassam começa a desejar ter o poder do Presidente, até que no final ele é acusado de conspirar e trair o irmão.

Já na segunda temporada, respiramos de alívio quando Bassam não é morto, pois quem não adora um herói que tenta devolver ao povo o país que lhe foi tirado pela tirania de uma ditadura? Jamal abandona-o no deserto e depois de ser encontrado, Barry acaba por renascer como Khalil. Mas para a família Barry está morto.

Numa pequena aldeia, Khalil decide, após o exército do Califado começar a conquistar território dentro de Abuddin, criar um movimento ("The Red Hand") onde ajudava o irmão Jamal a expulsar as tropas do país, mesmo este não sabendo que quem o ajudava era o irmão mais novo, Barry.

Ao longo da temporada, ele reencontra-se com o filho e acabam por resolver as suas diferenças, lutando em conjunto pelo que acreditavam. Khalil vive a guerra com o apoio da mulher do homem que o acolheu em sua casa depois de ser resgatado no deserto e acabam por se apaixonar, embora lutem contra o que sentem.

Finalmente no último episódio da última temporada Bassam e Sammy regressam para junto de Molly e apesar de terem religiões distintas e não terem vivido uma guerra juntos, Molly é aquela que "no fim do dia" deixa Bassam em paz e o aconselha da melhor maneira. 

Bassam tenta convencer Jamal a renunciar o cargo e nos últimos segundos  a série volta a surpreender. Agora resta esperar pela 3ª Temporada para saber qual o destino de Jamal e de Abuddin! :D

Devo dizer que esta temporada me surpreendeu bastante! Pela positiva em alguns aspetos e pela negativa noutros. Em termos de pontos positivos gostei de ver a evolução do Jamal como presidente, continuou a não ser adequado ao cargo e a não saber liderar corretamente o povo, mas foi uma boa tentativa. Gostei também de ver o Rami, filho bastardo de Jamal, e a Nusrat, mulher do filho legítimo de Jamal, a apoiarem-se e a formarem uma bonita amizade, que quem sabe poderia evoluir para algo mais se ela não tivesse deitado tudo a perder.

Acerca do que achei mau temos o caso do Barry com a Daliyah que apesar da Molly também se ter envolvido com o advogado é diferente, pois ela não sabia que o Barry estava vivo. Fiquei muito triste com as mortes da Samira, filha do melhor amigo de Barry, e da Amira Al-Fayeed, pois eram mulheres fortes que defenderam até ao fim os seus ideais.

Por fim, gostava só de salientar o excelente guarda-roupa desta série, em especial o da Leila Al-Fayeed que como mulher do presidente mantém sempre a postura e, apesar de parecer manipulável e viver sobre a sombra do marido acabou por se revelar exatamente o oposto, sendo que dos dois ela é a mais inteligente e engenhosa.


Brenda C.
(10-09-2015)

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Mudança

A mudança é a ínfima capacidade de se tornar melhor, de mostrar uma versão melhorada de si a cada dia.

A mudança é a necessidade de se trocar o Sol pela Lua para se poder desfrutar dum bonito luar, mesmo que a luz avistada não passe de uma projeção da do Sol. Mudar é trocar o calor do Verão pela queda das folhas no Outono e não se importar com isso. É trocar uma capa de chuva pelo pijama num dia de Inverno.

A natureza ensina-nos a mudar. Mas nós, humanos, o que fazemos? Paramos. Paramos no tempo. As nossas células multiplicam-se, envelhecem e morrem. Milhões de novas células são criadas a cada dia que passa e a nossa personalidade mantém-se estática. Nunca consideramos a opção "mudar" até que seja estritamente necessário.

Porquê mudar? Por outras pessoas? Pelo teu companheiro? A resposta é bem simples, deves mudar apenas e só por ti. Porque tu mereces, deves isso a ti mesma. Tirar um fim de semana ou um dia que seja para olhar para dentro de ti. Se não estás contente com o que és melhora-te. A vida é uma constante mudança, uma constante oportunidade de melhorares. Estás contente com o que és? Melhora-te na mesma. Porque o problema das pessoas é achar que está bem assim e que por isso o mundo tem que lidar com ela do jeito que é.

Arrogância não é opção. Não podes conformar-te com o facto de seres de determinado jeito e deixares as pessoas afastarem-se de ti por isso. Se elas são importantes, melhora-te. Deixa-as admirar a pessoa que és e mostra-lhes a pessoa em constante manutenção que tem na frente. 



Tu és o que pensas ser e se a tua vida está um caos é porque imaginas um caos para ti. Os obstáculos servem para ser ultrapassados. São uma forma de testar a tua força, de alertar-te para a mudança que deve ocorrer dentro de ti. 

Por vezes, esses obstáculos levam-te por caminhos estranhos e divergentes dos que planeaste, até que chegas ao final da estrada e pensas em desistir dos teus sonhos. E sabes que mais? Não faz mal desistir deles. Deves desistir desses sonhos, sim! Devemos desistir quando eles não nos acrescentam nada, quando já não se enquadram mais no que somos. Quando o sonho não se adequa a ti desiste e procura um sonho maior.

A mudança não se dá com o tempo, mas sim com a quantidade de feridas e golpes que sofres e o quanto eles te tornam mais forte. Não habituada à dor, mas preparada para enfrentá-la as vezes que forem necessárias até concretizares os teus sonhos.

A mudança é essencial e depois de algum tempo não darás pela chegada dela, a tua alma irá apenas sentir "Aqui estou. Esta sou eu. Uma versão melhor que a de ontem e em renovação para ser ainda melhor amanhã."

Brenda C.
30-08-2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Séries: Estreia "Fear The Walking Dead"

Olá! Hoje venho para vos falar sobre a estreia da nova série da AMC "Fear the Walking Dead" cujo o tão esperado primeiro episódio saiu domingo passado (dia 23 de Agosto) nos EUA.

Como todos os fãs de "The Walking Dead" (TWD), estava bastante ansiosa para ver como esta série iria revelar pormenores que em TWD não são mostrados de início, visto que no pico de desenvolvimento da epidemia o personagem principal, Rick, estava em coma. Segue-se o trailer.



Em termos de primeiro episódio, claro que por ser o início, achei um pouco fraco, desmoralizante até. Mas é normal visto que no primeiro episódio as coisas não podem acontecer tão rápido, tem que se dar algumas explicações e dar a conhecer as personagens. Ainda me lembro que quando comecei a ver TWD achava a série super desinteressante e não entendia o porquê dos meus amigos andarem tão viciados naquele enredo. A verdade é que estamos em território inexplorado, sem saber bem quem são estas personagens e que factos desconhecidos existem ainda sobre os zombies. 

Outro aspeto que achei muito interessante, acerca não só do primeiro episódio mas também do conceito geral da série, foi o facto de se ter a oportunidade de ver as vidas das personagens a mudar, sendo que, por exemplo, os jovens já não irão para a faculdade.

Em relação ao presságio da aula de inglês, acho interessante terem feito referência ao Homem contra a Natureza, onde a Natureza ganha sempre. O Travis, o professor, é que não sabe o verdadeiro significado que estas palavras têm (irónico) e que tal como o autor do livro, terá que sobreviver e aprender a aplicar as palavras na prática. E mal sabe ele que ainda terá que fazer muitos fogos em prol da sua sobrevivência. ;)

Considero portanto a série bastante promissora e penso que as personagens irão trazer grandes surpresas, amadurecendo com as suas escolhas e capacidade de sobrevivência, tal como aconteceu em TWD. E bem... sempre dá para ir matando umas saudades dos zombies enquanto esperamos pela estreia da 6ª Temporada de TWD, não é?

Mal posso esperar pelo segundo episódio! :D



Brenda C.
(25-08-2015)

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

The Lonely Tree

A árvore solitária.

A Árvore solitária cresceu de uma semente pouco tradicional. Muito comprida e diferente das outras. Não se sabia de que espécie era, quais os seus frutos e em que tipo de solo tinha de ser plantada, por isso o agricultor plantou-a longe das outras para que não interferisse com a produtividade do seu grande pomar.

Ela cresceu, cresceu, até que no meio de um grande prado se apercebeu que era a única árvore ao alcance da sua vista. Esticava-se todos os dias mais um bocadinho, para conseguir ver mais além mas nunca via nada, não via árvores nem um único humano.

Isso fazia-a sentir-se triste pois sabia que havia sido plantada ali por ser diferente. E ali continuou anos e anos a ser regada pela água da chuva e ao sol abrasador de Agosto. 

Um dia, o mesmo agricultor que a plantou, já com a cara enrugada de minha vida de trabalho, voltou. Ao chegar encostou-se à sombra da árvore e ali ficou horas a descansar. Assim o fizeram todos os que por ali passavam para depois seguir caminho. A Árvore sentia-se realmente especial, pois por se ter esticado para ver mais além conseguiu crescer rapidamente. Se estivesse num pomar não teria conseguido crescer assim pois não se teria esforçado por ver mais além, nem daria o descanso que o agricultor precisava ao percorrer quilómetros de terra aplanada. Ali, no final de uma grande planície servia de conforto para todos aqueles que descansavam na sua sombra.

No início da Primavera o agricultor regressou. E desta vez trouxe algo especial: sementes. Plantou algumas e foi embora. O tempo passou, entretanto foi construída uma estrada mesmo ali ao lado onde passavam algumas pessoas de tempos a tempos. Grandes fogueiras eram feitas, famílias montavam tendas e cantavam alegres músicas ao luar. Os anos foram passando e as sementes que o agricultor colocou na terra não germinaram. A árvore solitária pensou que talvez uma árvore tão diferente estive-se destinada a estar sozinha. 

E assim passou a viver, consciente de que para dar o alento que os caminhantes precisavam teria que ficar sozinha... porém no fundo, bem lá nos recantos pouco explorados da sua alma, a Árvore ainda tinha esperança. Esperança que um dia uma semente colhida pelo vento seja a certa para germinar naquele terreno junto de si.

site de edição: BeFunky
Brenda C.
(21-08-2015)


Para os leitores mais antigos, podem ver que alterei o título do blog. :) Andei a pensar, a dedicar-me mais ao blog e decidi que estava na altura de encontrar um novo título. As ideias foram muitas e acabei por me decidir por este. Deixem a vossa opinião nos comentários ;)



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O amor é um frasco suspenso



O amor é um frasco suspenso agarrado por um fio e uma rolha.

Quanto mais o amor se multiplica, mais pesado o frasco fica. Chega a uma altura em que o amor é tão pesado que o fio, preso à rolha, não o consegue suportar. O fio quebra.

O frasco começa a cair sem parar e dependendo a altura a que se encontra poderá levar mais ou menos tempo a atingir o chão. Mas o tempo não significa nada quando um dos elementos se solta. Não importa se foi o fio ou a rolha.

Pode ter estado 10 meses ou 10 anos suspenso e seguro porque quando cai estamos dependentes do frasco e do chão em que cai.

O frasco, o recipiente do amor, tem que ser forte, não de cristal, pois apesar de ele ser brilhante e bonito é frágil e caindo no chão quebra em mil pedaços. O frasco deve ter revestimento de memórias e conteúdo de sonhos, compatibilidade e gostos partilhados. Não deve ser aparentemente forte, para que todos os outros conjuntos de rolhas, fios e amores possam ver, mas realmente estável para que, num momento de dúvida, caso um dos dois largue, o amor não quebre e se espalhe pelo chão.

Se for forte nada está perdido, há a possibilidade de reaver o frasco, se os dois ainda o quiserem. Tudo depende se ao cair ele quebrou, lascou ou se o seu conteúdo era demasiado volátil e acabou por sair, restando apenas as memórias do que aquele amor foi.

Se lascou, pode recuperar-se o amor. Mas se o frasco cair vezes e vezes sem conta aquela fenda ficará cada vez maior e o fio e a rolha só estarão a insistir em algo que não se poderá recuperar, visto que juntos não são suficientemente fortes para sustentar aquele frasco de amor.

Um frasco quebrado ou o conteúdo perdido é algo que já não tem solução, que não se pode reabilitar.

Em certas situações o fio é o elemento forte, mas a rolha é que não suporta e sai. Libertando o amor dos dois.


O que mantém o amor sem cair é a força conjunta destes dois elementos. Querer ficar junto sem amor é como ser rolha e fio sem frasco. É querer uma relação supérflua entre dois seres onde nada há a não ser a existência dos dois, sem conteúdo nenhum. Uma rolha e um fio que constantemente se separam do frasco não são bons um para o outro.

Para cada fio há uma rolha e para eles haverá um bonito frasco do amor que com o tempo irão criar para sustentar.

Cabe a cada um de nós ver se consegue sustentar aquele conteúdo, ver se com aquele fio ou rolha criamos um bom frasco de amor, com qualidade e sem prazo de validade. O peso não importa, desde que o carreguemos conscientes de que aquele é o conjunto de que fazemos parte, de que aquele fio ou rolha é capaz de sustentar um grande amor connosco.

Cabe a cada um de nós garantir que deixamos o frasco ir quando o amor se torna um fardo que carregamos.

"O tempo é muito lento para os que esperam 
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno."
Henry Van Dyke


Brenda C.
(14.08.2015)

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O desconhecido assusta-nos

O que é desconhecido assusta-nos.

Uma pessoa calada é sonsa. Uma pessoa calada nunca é considerada tímida ou introvertida, simplesmente é sonsa. Representa um perigo. Um perigo a "abater". Não sabemos o que vale, não sabemos se é melhor do que nós pois não fala, não partilha coisas.

Quando partilha temos que deixar. Deixar e perguntar tudo para que a possamos conhecer. Mas não nos podemos dar a conhecer. Nunca! Para que ela não saiba do que nós somos capazes. Dos nossos pontos fortes e pontos fracos. Para que tenhamos truques na manga e ela não. Ela não, a sonsa não pode ser um mistério, nem pensar! Temos que conhecer a sonsa para podermos saber o que estamos a enfrentar.

É este o mundo em que se vive, onde uma pessoa calada e que gosta mais de observar do que falar é logo rotulada de falsa, sonsa e tudo o mais.

As pessoas estão habituadas ao conhecido e quando se deparam com alguém diferente entram em pânico, pois esse algo pode dar-lhe a volta à vida. Isto pensam esse tipo de pessoas, pessoas essas que se acham vulneráveis na sua posição só por não saberem do que os outros são capazes.

Mas guess what, tu é que tens saber do que és capaz e por isso lutar por aquilo que queres. Não culpes os outros pela tua incapacidade, não chames os outros de sonsos ou outra coisa qualquer só porque não os conheces e aos teus olhos são um mistério. Nem todos tem que se dar a conhecer a ti. Só és vulnerável se não trabalhares e não te dedicares.


Não represento um perigo para ti, a não ser que efetivamente estejas tão decidida(o) a competir comigo e a conhecer todos os meus pontos fracos que te esqueças de que tens que trabalhar. Que tens de melhorar, melhorar para ser uma pessoa melhor. Não melhor que eu, melhor para ti. 

E depois, caso a "sonsa" te ultrapasse, achas que foi a sua "sonsice", a sua falsidade que te venceu. Mas enganaste, foi a falta de dedicação em ser melhor, foi a tua incapacidade de não te tentares superar, de te focares em alguém que não a tua pessoa. Ao contrário de ti, foi a sua concentração na meta a atingir e não a tentativa de ser melhor que alguém.


Só seremos melhores pessoas, melhores profissionais e melhores para nós quando trabalharmos por nós e não para superar os outros. Seremos todos melhores quando não projetarmos o nosso fracasso em factores externos. Concentrar-nos no verdadeiro motivo do que nos fez não ser tão bons naquela situação.

O nosso sucesso só depende de nós.

Brenda C.
(12.08.2015)