quinta-feira, 14 de março de 2013

Everything Changes...


     Tudo muda. A tua pele, a tua voz, a tua feição, o teu olhar, o teu tacto para as coisas.
     Tudo muda. Os teus sentimentos, a tua vida, a tua perspectiva, a tua idade.
     Tudo muda. Os teus amigos, os teus pais, a tua casa, o teu país.
     Tudo muda, mas tu continuas a prender-te a certas coisas do passado.
    É impossível continuares a ser o mesmo, a fazer as mesmas coisas, pois tu mudaste. Assim o quiseste, assim serás. Podes não gostar no que te tornaste, mas não importa, mudaste e terás de viver com isso.
     Tudo muda quando te apercebes que tudo mudou.
    Tudo devia mudar quando em vez de te preocupares apenas contigo te preocupasses com aqueles que nada têm.
     Tudo devia mudar quando alguém te pede ajuda.
     Tudo devia mudar quando sem quereres retribuição melhoras-te o dia de alguém.
     Tudo devia mudar com um sorriso, um olhar.
    Porque mudar é pensar em como as tuas atitudes podem afectar alguém. Mudar é amar, é querer ser melhor para ti e para os outros.

Brenda Cabral
14-03-2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

domingo, 3 de março de 2013


"Eu, por exemplo, colecciono pensamentos." 
-O Sorriso Das Mulheres de Nicolas Barreau

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A despedida... :(

        Agradeço-te por todo este tempo que passámos. Por passares as noites à minha beira, por estares ao meu lado enquanto vejo televisão, por seres quem és e por não me pedires para mudar. Apesar de às vezes estar farta de te levar para todo o lado, de andar contigo em público, de suportar todos os olhares, apesar de estar farta das tuas palavras, aceito-te como és! Infelizmente, sinto que a nossa relação já não é o que era, por isso... não hoje, que não me sinto preparada, mas para a semana acabo contigo! Desculpa por todas as discussões, pelos momentos em que te ignorei, pelos momentos em que me ri do que dizias, por tudo... 

Saudades, Brenda

Para o "Memorial do Convento" que para a semana irá para o lugar dos livros lidos.

domingo, 13 de janeiro de 2013


    A vida é feita de pequenos pormenores. O amor vive nos pequenos gestos. A amizade vive dos momentos partilhados. 
      Nos pormenores residem os sentimentos, pois são essas pequenas coisas que demonstram o que vai no coração das pessoas, o que verdadeiramente está por trás das palavras bonitas, por trás dos discursos floreados.
      As pequenas atitudes são os alicerces de todas as relações que estabelecemos.
Brenda Cabral
(13-01-2013)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


      Tudo o que sei é que ninguém é perfeito, ninguém consegue manter aquela primeira impressão, seja ela boa ou má.
      Tudo o que sei é que algum dia irás acabar por magoar alguém que adoras.
      Tudo o que sei é que o amor dura para sempre, não digas que é mentira porque é a verdade, a mais simples e pura verdade. O amor é eterno, sei que mesmo que o mundo acabe amanhã, eu vou amar a minha sobrinha, os meus pais, o meu irmão e a minha melhor amiga para sempre. Não serei apenas um cadáver a apodrecer na Terra, serei uma alma que amou e deu tudo de bom que podia dar.
      Sei que por mais voltas que o mundo der, quando eu disser a palavra "Amo-te" a alguém, olhando nos olhos, é porque é mesmo sentido, não um simples cliché.
      Sei que o que Ele reservou para mim foi-me destinado mesmo antes de eu ter nascido e que estas meras decepções são apenas isso, decepções...
      Sei que se lutarmos por aquilo que ambicionamos e que se jogarmos limpo sairemos sempre vencedores.
      Tenho a certeza que tudo vai correr bem, que o mundo vai continuar a girar mesmo que a dor nos atinja da pior maneira possível...


Brenda C.
(11-01-2013)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A queda de um anjo


        Hoje bailei. Dancei com suavidade e firmeza, fiz a minha magia. 
       Apesar de não ter olhado para o público sei que havia quem fingisse que gostava do que eu fazia, sei que havia quem rezasse para que eu caí-se e também sei que havia pessoas que não tiravam os olhos de mim, que temiam pestanejar e perder algum dos meus movimentos. Caí, tal como queria a maior parte dos que me observavam. Caí com uma suavidade tal que parecia a queda de um anjo. Pareceu ter sido a queda emocional da personagem, não a minha. Improvisei, fingi que fazia parte da coreografia, parte da história daquele "outro eu" que habitava dentro de mim. Ninguém reparou... O bailado continuou e não é por ter caído que desanimei. Continuei a dançar com determinação. Quando o bailado acabou vim para casa realmente satisfeita. O importante não foi ter caído, mas sim ter improvisado. É isso que nos torna únicos neste "novo mundo".
       Aquele que tem a capacidade de improvisar, de agir sem seguir o "manual de instruções" é aquele que é louvado, que tem carácter individual.

 Sou uma pessoa, não um robô.
Brenda Cabral :)
(9-01-2013)