sábado, 6 de abril de 2019

Time Crawlers | Varun Sayal

Crawlers
Sinopse: 
Alien Invasion, Dark Artificial Intelligence, Time-Travel, High-Tech Mythology, Djinn Folklore, Telekinetics, and life-consuming Cosmic Entities are some major themes in this book which has six tightly-knit, fast-paced Sci-Fi stories.

1. Nark-astra, The Hell Weapon
The weapons he possesses make him the destroyer of worlds, and he burns for revenge. A high-tech take on ancient Indian mythology.

2. Death by Crowd
The dark desires of the masses; darknet websites fueled by a crypto-currency. What lurks in the background – an advanced artificial intelligence?

3. Genie
He rubbed a lamp alright, but what he got was the shock of his life. An entirely sci-fi take on the djinn myth.

4. Time Crawlers
There are individuals who exist in multiple time periods at once, and there are those who know about them….

5. Eclipse
No attacks, no blood-shed, yet there was an invasion and a conquest. Who are these shapeshifter aliens being hounded by an eclipse?

6. The Cave
The fate of an advanced imperial race hangs in balance as a dark celestial entity meets a legendary protector.
 

Time Crawlers é um livro de ficção científica escrito por Varun Sayal composto por 6 histórias que transbordam de imaginação e originalidade. 

Apesar de todas as histórias serem diferentes, têm ao mesmo tempo em comum o facto de se passarem em universos paralelos (ou no multiverso como lhe quiserem chamar) e de estarem relacionadas com a ganância do homem e a sua utilização da tecnologia para matar.

Time Crawlers faz-nos refletir sobre a utilização que estamos a dar à tecnologia. Varun apresenta-nos universos em que o problema é sempre o mesmo: quando mais nos tornamos tecnologicamente avançados, mais renunciamos ao que é moralmente correto. Essa lição está logo presente desde a primeira história (Nark-Astra, The Hell Weapon).

Fazemos coisas impensáveis apenas porque temos a tecnologia e o poder para o fazer.

Apesar de ter gostado imenso de todos os contos, o meu favorito foi o "Eclipse" pois foi o que mais me fez refletir. Apesar de sermos "mais evoluídos" tememos sempre o aparecimento de uma raça mais desenvolvida que nós e acabamos por querer aniquila-la a todo o custo.

Também gostei muito do conto "Genie", o diálogo foi muito engraçado e foi uma lufada de ar fresco a seguir ao "Death By Crowd", que, apesar de chocante, não me admirava nada que estivesse a acontecer neste preciso momento no mundo em que vivemos.

Gostava que cada uma das histórias tivesse sido mais desenvolvida porque a escrita deste autor tem muito potencial.

Este livro é ótimo para quem é amante de ficção científica pois em poucas páginas dá espaço para se refletir sobre as teorias do multiverso e sobre as decisões que andamos a tomar neste universo.

Classificações: Capa: 4/5 ; Conceito: 4/5 ; Personagens: 2.5/5
Classificação Geral: ★★★☆☆ (3.5/5)

Nota: Este livro foi-me enviado pelo autor (obrigada Varun!) em troca de uma resenha honesta. Todas as opiniões expressas nesta resenha são completamente minhas. 

Com amor,  Brenda

sábado, 2 de março de 2019

The Blood Prince | Josie Jaffrey


Prince
Sinopse: The price of freedom is always paid in blood.


The sovereigns of the Silver have awakened, but the Queen is a fractured shell of the woman Cam remembers. He hopes to put her back together by finding her son, the missing prince. At least, that's what he tells his friends when he leaves for the Red.



Back in the Blue, Julia's old tormentor Rufus is hounding her at every turn. She's sick of feeling powerless, but she has a plan that will bring the Nobles to their knees.
All she needs is blood.



The Blood Prince is the final book in Josie Jaffrey's Sovereign trilogy, set in a dystopian Europe where vampiric Nobles control the last remnants of the human race.
Nota: Este livro foi-me enviado pela autora em troca de uma resenha honesta, fosse ela positiva ou não. Todas as opiniões expressas nesta resenha são completamente minhas. 

Antes de mais, gostaria de agradecer à autora Josie Jaffrey por me ter enviado este, e todos os outros livros da série Sovereign! Estes livros ficarão para sempre guardados no meu coração, não só por terem sido a minha primeira parceria com uma autora, bem como pela história dos livros em si!

Esta resenha está inserida na Blog Tour do The Blood Prince que começou no dia 14 de Fevereiro e termina no dia 9 de Março.

The Blood Prince é o terceiro livro desta saga, por isso spoilers serão inevitáveis, mas vou tentar não adiantar muito mais do que está na sinopse.

Acabamos o segundo livro com o regresso de Julia, que depois de se ter aventurado no Red, se reencontra com Lucas e juntos regressam ao Blue para salvar a cidade.

No final do segundo livro a Rainha, após ser resgatada por Cam e pelos Invicti, regressa, por fim, ao seu amado. E com o seu regresso fazem-se descobertas: a rainha teve um filho em cativeiro!

Então o terceiro livro é, como o nome indica, sobre um príncipe!

Mas quem será o príncipe? Será que é o que ficou implícito no fim do segundo livro? Será que as minhas teorias do primeiro livro se vão provar certas?

Este livro dá-nos muitas respostas logo no primeiro terço do livro mas Josie sendo Josie faz questão de nos dar ainda mais dados para criarmos ainda mais teorias.

E olhem que eu tinha cá cada teoria... Muitos momentos foram de encontro ao que eu pensava que iria acontecer, mas outras vezes a minha teoria foi completamente pelos ares.

Passei metade do livro chocada com as atitudes de Julia. Sim, houve muitos momentos em que pensei "MEU DEUS, O QUE É QUE ESTÁ A ACONTECER". Este é o tipo de escrita da Josie, fluída, a história desenrola-se sem nada forçado e consegue acabar com as nossas esperanças de uma página para a outra. E MEU DEUS como detestei o triângulo amoroso! Às vezes só me apetecia esganar a Julia.

Foi notável o desenvolvimento das personagens desde o primeiro livro até agora, inclusive o crescimento da Julia. Esta personagem alegava não acreditar em contos de fadas mas sempre me pareceu que ela acreditava pois, por exemplo, inconscientemente mentia a si própria sobre a verdadeira história dos pais. Além disso, ela passou de uma pessoa escrava de uma sociedade doentia para uma pessoa determinada a mudá-la.

A Julia não é a típica rapariga estereotipada que precisa que alguém a salve: ela salva-se a si mesma! Ela sempre teve o poder de se libertar dentro de si, só precisava do conhecimento e oportunidade para o fazer!

Até o Rufus cresceu e por momentos pensei que ele tinha mudado... Mas o Rufus é o Rufus não é mesmo...?!

O Cam também cresceu muito e agradou-me muitíssimo o rumo que a história desta personagem tomou. Não havia final mais perfeito para ele.

Também achei incrível a evolução das capas. Na capa do primeiro livro o vermelho é uma pequena porção, no segundo livro o vermelho (Red) cresce e já começa a invadir o azul (Blue). Por fim, no último ele invade o azul em força,  representando bem o que se passa na história. Estas capas são trabalho de génio! *aplausos*

Ao longo do livro dei por mim tão embrenhada na história, completamente alheia ao mundo real, e quanto mais me aproximava do final mais triste ficava, porque significava que me tinha de despedir destas personagens e deste mundo...

Acreditem em mim quando vos digo que não podem perder esta trilogia magnífica!

O final de The Blood Prince é justo para cada personagem, por isso é que o adorei! Mas ao mesmo tempo senti uma imensa tristeza quando acabei o livro! Ora bem, agora resta-me ler a saga Solis Invicti que a autora já lançou, cuja história se passa no início da Revelação dos Silvers (a.k.a. vampiros)! Mal posso esperar por conhecer o passado da Emmy!

Classificação: ★★★★★


E deixo-vos aqui o vídeo da leitura feita pela autora:


Com amor,  Brenda

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Fireside Chat with a Grammar Nazi Serial Killer | Ryan Suvaal

Killer
Sinopse: 
Seventeen gruesome killings across the United States, within a span of six months and there is one clear connection among victims. They were all writers. 
While media is decorating the murders with sensationalist stories, and law enforcement is playing catch-up, the homicidal maniac remains elusive and secretive. 
Things get very interesting, when one day she decides to appear on an internet talk show for an honest fireside chat.

Nota: Este livro foi-me enviado pelo autor, em troca de uma resenha honesta, positiva ou não. Todas as opiniões expressas nesta resenha são completamente minhas. 



Oh meu deus, o que é que acabei de ler? Que livro divertido!

É-nos contada a história de uma serial killer que mata pela raiva que os erros gramaticais lhe dão.

Grazine, pseudónimo desta serial killer,  justifica esse sentimento que lhe incita a matar com o facto de investir o seu tempo valioso a ler os livros para depois eles estarem repletos de erros gramaticais que lhe saturam a paciência.
"I invest my valuable time reading a book. (...) But when I start noticing typos, comma splices, sentence sprawls, lack of parallelisms in sentence structures, overuse of commas or complete lack of them. These gaffes just fuel my fire."
Grazine mata-os nas mais variadas circunstâncias e deixa sempre uma pista para reivindicar o assassinato: um livro do(a) autor(a) com os erros gramaticais assinalados e outras notas.

Mas Grazine tem o bom senso de não se achar perfeita, também ela escreve com erros gramaticais, mas justifica as suas ações dizendo que ela não pretende que leiam o que escreve, mas que se um autor escreve o seu livro e pretende que muita gente o leia então Grazine, enquanto leitora, está no seu direito de exigir perfeição.

Neste livro até se fala na perspetiva das opiniões menos positivas dos bookbloggers por causa da gramática.

Bem, aqui um aparte, comigo não vão ter esse problema, porque se o livro é em inglês, e visto que a minha língua materna é  o português, ainda que tenha estudado muitas destas coisas "técnicas" do Inglês quando andava no básico e no secundário, já não sei olhar para elas e perceber se está errado. Movo-me pelo "isto soa-me bem" ou o contrário, ou seja, apesar de tudo eu só preciso de compreender e não ando a reparar propriamente nesses erros. Mas sei que provavelmente os cometo ao escrever os posts em inglês. (Não me mates Grammar Nazi Serial Killer!)

O livro é bem pequenino, por isso não quero adiantar muito mais, mas quero salientar algumas citações que se evidenciaram e gostava de partilhar convosco:
"But when you did not respect me as a reader, WHY SHOULD I RESPECT YOU AS A WRITER?"
#storytime Achei piada a esta! Publiquei uma resenha de um livro na página do facebook do blog e houve um autor  que me respondeu que tinha escrito um livro no mesmo género e fez um breve resumo sobre o mesmo. Respondi ao comentário dele dizendo que o livro dele até parecia interessante (pelo que ele tinha explicado) e ele enviou-mo por email no mesmo dia. Eu achei atencioso da parte dele e agradeci, claro, mas a verdade é que não tinha fechado parceria nenhuma, mas senti-me um pouco na obrigação de ter que o ler e fazer uma opinião, visto que ele me mandou o livro. #Brendatrouxa

Apesar de eu encarar a receção dos ebooks como um compromisso, abri uma exceção para este autor no momento em que ele tratou mal imensa gente, inclusive a mim, num grupo de bloggers portuguesas.

Depois dessas situações lá no grupo em que ele era racista, xenófobo e super mesquinho, falei com ele e disse-lhe que agradecia que me tivesse mandado o livro mas que não o ia ler nem resenhar, pois não aprovo aquele tipo atitudes e só trabalho com pessoas que respeitam os outros.

Achei as atitudes dele desprezíveis, não respeitou ninguém, inclusive desrespeitou potenciais leitores dos seus livros, e, acima de tudo, não nos respeitou como seres humanos.


Este blog é contra qualquer tipo de discriminação!


Desculpem o textão sobre isto, mas nunca vos tinha falado  sobre este assunto e quando li esta frase no livro veio-me logo à memória toda esta situação e decidi que era a hora de vos contar isto.

Quando lhe perguntavam se ela matava por género, cor, idade etc, e ela responde:
"I am an equal opportunities serial killer"
Contrastando com o que se vê, por exemplo, em Mentes Criminosas, que normalmente no perfil do suspeito ele tem sempre preferências. Esta serial killer mata "sem discriminar"!

Adorei também a crítica que o próprio autor faz a outros colegas autores. Hilariante!
"If I started punishing all writers commiting grammatical mistakes, I might end up wiping out an entire generation of writers from the planet."
Este livro é, na sua maioria, narrado em forma de entrevista num programa clandestino, emitido na Dark Web, o que conjugado com o facto de ser uma short story (história curta) acaba por dar um caráter muito leve ao livro. Mas admito que tive pena de o livro ser tão pequenino, gostava de ter lido mais sobre isto.

Este livro chega a ser ridículo de tão engraçado que é. A cada parágrafo há pelo menos uma gargalhada. E, acima de tudo, este livro ensina-nos a refletirmos sobre as coisas que nos irritam e sobre o que podemos fazer quando atingimos esse limite.

Classificação: ★★★★☆



Com amor,  Brenda



domingo, 10 de fevereiro de 2019

They Called me Wyatt | Natasha Tynes

Tynes
Sinopse: 
When Jordanian student Siwar Salaiha is murdered on her birthday in College Park, Maryland, her consciousness survives, finding refuge in the body of a Seattle baby boy. Stuck in this speech delayed three-year old body, Siwar tries but fails to communicate with Wyatt's parents, instead she focuses on solving the mystery behind her murder. Eventually, her consciousness goes into a dormant state after Wyatt undergoes a major medical procedure.

Fast-forward twenty-two years. Wyatt is a well-adjusted young man with an affinity towards the Middle East and a fear of heights. While working on his graduate degree in Middle Eastern studies, Wyatt learns about Siwar's death, which occurred twenty-five years ago. For reasons he can't explain, he grows obsessed with Siwar and spends months investigating her death, which police at the time erroneously ruled as suicide. His investigation forces him to open a door he has kept shut all hislife, a spiritual connection to an unknown entity that he frequently refused to acknowledge. His leads take him to Amman, Jordan where after talking to her friends and family members and through his special connection with the deceased, he discovers a clue that unravels the mystery of her death. Will Siwar get justice after all?

Não tenho como descrever o quão original este livro é de entre todos os livros que já li!

They Called me Wyatt é um livro especulativo passado entre os Estados Unidos e a Jordânia e trata de temas como a imigração, identidade, diferentes tipos de amor e a constante necessidade de se integrar numa terra estrangeira. 

Neste livro é-nos apresentada a história de Siwar Salaiha, uma estudante da Jordânia, que foi assassinada no dia do seu 25º Aniversário, cuja consciência migrou para corpo de um menino chamado Wyatt, que nasceu no dia em que ela morreu.

Três anos depois, Siwar emerge do subconsciente do pequeno menino e é aí que começa a contar-nos a sua história através dos olhos de Wyatt, focando-se no presente, como uma mulher de 25 anos no corpo de uma criança de 3 anos, integrada numa família que não é a sua, e foca-se, principalmente, no passado, na vida que viveu e deixou incompleta.

A história está dividida em duas partes. Na primeira parte, enquanto Siwar desespera pela sua condição de ter "reencarnado" no corpo de um bebé que nem sequer sabe falar e ler, são apresentados flashbacks sobre a sua vida em Amman e, posteriormente, nos Estados Unidos.

Siwar conheceu muitos "boys lixo" ao longo da sua vida e, inclusive, Wyatt depois de crescer também é um bocadinho idiota, mas, vendo pelo lado positivo, pelo menos não é um completo idiota e ajuda a solucionar o mistério do assassinato de Siwar.

Siwar é uma protagonista forte, cheia de vida e sonhos. E é por isso que a família dela não acredita que a sua morte tenha sido suicídio.

Siwar tem uma presença que é impossível ignorar.

E é isso que Wyatt irá descobrir. O menino loiro de olhos azuis cresce e apercebe-se que é diferente, que algo dentro dele mexe com as suas escolhas, que algo o faz sentir familiaridade com coisas que não devia sentir familiaridade, que algo o compele a visitar países Árabes, que algo o atrai para uma rapariga natural da Jordânia que ele até nem acha assim tão atraente.

Então na segunda parte do livro, a história desenrola-se em volta do que aconteceu com Siwar e sobre o turbilhão de emoções e vontades que existe dentro do corpo de Wyatt.

Quando a autora me contactou para ler uma cópia avançada do seu livro, a primeira coisa que fiz foi pesquisá-lo, pesquisei-o no Goodreads e achei que ele se destacava de todos os que já li... e não me enganei! Natasha escreve tão bem, até se critica, de certa forma, a si própria através da personagem principal e cria uma narrativa muito interativa, o que é de louvar porque a primeira parte da história é praticamente contada apenas por Siwar.

Confesso que a história tomou um caminho que eu não esperava, adotou uma parte futurista e isso agradou-me muitíssimo. Foi mais uma particularidade que o fez um romance tão diferente.

Uma das coisas que mais me marcou foi o facto de ela dizer que nunca pensou muito sobre a cor da sua pele no país onde vivia, mas que ao chegar aos EUA é que se apercebeu que a sua pele, e o seu sotaque, seria sempre um diferencial. E isso fez-me pensar em todos os crimes de ódio que acontecem pelo mundo fora em que alguém é excluído, ferido ou assassinado por ter vindo de outro país.

E confesso que acreditei fielmente no "final cliché", antes de a autora lhe dar a volta.

They Called Me Wyatt será lançado a 11 de Junho pela editora California Coldblood Books e eu mal posso esperar por poder adquiri-lo e oferecê-lo às minhas bookfriends.

Classificação: ★★★★★

Onde comprar: AmazonBook depository


Com amor, Brenda

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

The Silver Queen | Josie Jaffrey

Silver

Sinopse: The last city on Earth is contaminated. Now blood is the only thing that can wash it clean.

Julia is trapped inside the Blue as the Nobles fight over the few humans who are still alive. When the dust settles and she finds herself shackled to a new master, she knows she must escape or die.

Meanwhile, Cam has gathered a handful of comrades and is on his way into the Red to rescue his queen. But not all of his friends can be trusted, and not all of them will make it back alive.

The Silver Queen is the second book in Josie Jaffrey's Sovereign trilogy, set in a dystopian Europe where vampiric Nobles control the last remnants of the human race.
Nota: Este livro foi-me enviado pela autora, em troca de uma resenha honesta, fosse ela positiva ou não. Todas as opiniões expressas nesta resenha são completamente minhas. 

Este livro é uma fantasia distópica jovem-adulto localizada numa Europa futurista. É o segundo livro da trilogia Sovereign.

O primeiro livro deixou muitas coisas em suspenso e estava ansiosa por saber qual o destino de Julia e do Lucas. Claro que queria saber o destino de todas as outras personagens, mas como shipo a Julia e o Lucas, ou Jucas como gosto de os chamar, estava ainda mais curiosa para saber o destino destes dois.

Neste livro podemos então observar de perto as aventuras de Julia, que se ficar em Blue corre um sério risco de vida, e Cam, que continua na busca pela sua amiga, e rainha, Emmy.

Tanto Julia como Cam têm grandes decisões a tomar, decisões que implicam pensar logicamente, sem deixar que as emoções atrapalhem. Será que conseguem tomá-las sem pensar com o coração?

Um dos meus momentos favoritos do livro foi aquele em que as narrativas do Cam e Julia se encontram, pois a partir daí podemos acompanhar a evolução dos acontecimentos no mesmo local sobre duas perspetivas e vivências completamente diferentes.

Apesar de este livro responder a muitas questões, traz-nos ainda mais: Porque é que o Rei acordou (no final do primeiro livro) antes da Rainha ser salva? Porque é que depois voltou a adormecer? Esta foi uma das coisas que ficou sem explicação mas espero que todas as respostas nos sejam dadas no último livro da trilogia: The Blood Prince.

Silver
Capa de "The Blood Prince"

Agora, dizer que estou ansiosa para ler The Blood Prince é pouco...! Estou desesperada!

Existem tantas teorias, tantas possibilidades para o fim da história!

Quem será o Blood Prince (se bem que se é quem ficou implícito no fim deste livro não faz muito sentido, mas confio que a autora vai explicar isso muito bem!)? O que será do Lucas e da Julia? O que será feito de Blue e de outros povoamentos?

Eu ficarei a saber já amanhã, quando começar a ler a cópia avançada que a autora já me enviou (e à qual agradeço muitíssimo). Ler a Trilogia Sovereign tem sido uma jornada tão boa! Há muito que não lia livros de vampiros e a Josie fez renascer em mim este amor por estes seres do sobrenatural.

Esta trilogia rompe com tudo o que sabemos sobre vampiros (e zombies), sobre a raça mais fraca, os humanos, e sobre o amor entre mundos diferentes. Esta trilogia é tudo o que eu precisava de ler neste fase da minha vida.

O terceiro e último livro desta saga é lançado no dia 20 de Fevereiro e a resenha, aqui no blog, será publicada no dia 2 de Março.
Classificação: ★★★★★

O ebook do primeiro livro da saga está grátis como podem ver aqui: Josie Jaffrey's Website

A Josie é uma autora independente, por isso caso façam download e leiam o livro dela deixem a vossa opinião nos vossos blogs, no Goodreads, no Amazon, etc. É importante divulgar o trabalho deste autores, pois quantos autores independentes bons existem neste mundo e não têm o devido reconhecimento? Qualquer ajuda é bem vinda na divulgação de obras incríveis como as desta autora.

Onde podem comprar este livro: Josie Jaffrey's WebsiteSmashwordsiTunesKoboBarnes & NobleAmazon.

The Blood Prince já se encontra em pré-venda aqui: SmashwordsiTunes , Kobo , Barnes & Noble , Amazon e podem ver a sinopse do livro aqui: Goodreads.

Com amor, Brenda